COVID-19: OM considera que Açores têm "resposta muitíssimo boa" no combate à pandemia
DATA
23/08/2021 17:38:56
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Jornal Médico
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COVID-19: OM considera que Açores têm "resposta muitíssimo boa" no combate à pandemia

O bastonário da Ordem dos Médicos (OM), Miguel Guimarães, afirmou hoje que "os Açores têm dado uma resposta muitíssimo boa" no combate à pandemia da COVID-19.

Miguel Guimarães, que está de visita à ilha de São Miguel, sublinhou ser "importante" para a OM "perceber como é que a pandemia está de facto a ser controlada no País", tendo elogiado o trabalho das autoridades regionais nesta matéria, noticia a agência Lusa. O bastonário realçou ainda que "os Açores adaptaram a sua matriz" de risco utilizada para monitorizar a evolução da COVID-19.

"Têm uma matriz que já tem incluído aquilo que é a sua análise ao número de internamentos e também em relação à vacinação. E, portanto, diria que a matriz que os Açores têm neste momento é mais eficaz no momento atual do que a matriz que existe no continente", sustentou.

"Nos Açores nós antecipámos. Temos feito em matéria epidemiológica sempre por antecipar os problemas, ir à procura do risco para o combater e acautelar imediatamente", afirmou o presidente do Governo açoriano, José Manuel Bolieiro, acrescentando que a região tem "o processo de vacinação bastante adiantado e tranquilizador".

O chefe do executivo açoriano apontou ainda que, “muitas vezes, os pessimistas não gostam de considerar” os números sobre a pandemia porque "preferem criticar em vez de avaliar com rigor".

Os Açores têm atualmente 392 casos ativos de COVID-19: 338 em São Miguel, 15 na Terceira, 14 na Graciosa, 11 no Faial, nove em São Jorge e cinco em Santa Maria. Têm ainda 12 doentes internados, todos no Hospital Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada, um dos quais em unidade de cuidados intensivos.

Governação Clínica
Editorial | Joana Romeira Torres
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O Serviço Nacional de Saúde em Portugal foi criado e cresceu numa matriz de gestão napoleónica, baseada numa forte regulamentação, hierarquização e subordinação ao poder executivo, tendo como objeto leis e regulamentos para reger a atividade de serviços públicos no geral, existindo ausência de regulamentação relativa à sua articulação com os serviços sociais e económicos.

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