COVID-19: SRCOM aplaude adesão massiva à vacinação
DATA
25/08/2021 17:32:57
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Jornal Médico
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COVID-19: SRCOM aplaude adesão massiva à vacinação

A Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos (SRCOM) destaca a adesão massiva à vacinação contra a COVID-19 e expressa o seu reconhecimento pelo trabalho e dedicação dos médicos e de todos os profissionais de saúde envolvidos.

“Nas visitas que efetuámos aos centros de vacinação da região Centro, observámos o empenho, a dedicação, a entrega dos médicos de família”, refere o presidente da SRCOM, em comunicado enviado à agência Lusa.

Carlos Cortes salienta que, segundo dados avançados pela Direção-Geral da Saúde (DGS), a região Centro (80%) é das mais avançadas neste processo, com 79 centros de vacinação, logo a seguir ao Alentejo, que lidera o ranking.

“Apesar de o processo de vacinação em alguns hospitais (…) se ter iniciado com irregularidades, é com satisfação que testemunhamos que a Administração Regional de Saúde do Centro, os Agrupamentos de Centros de Saúde, as Unidades Locais de Saúde, os seus médicos e os profissionais em geral desenvolveram um esforço notável em prol da ciência, da proteção das pessoas, colocando a região Centro na dianteira da vacinação em Portugal”, frisa Carlos Cortes.

O presidente da SRCOM estende o seu “profundo sentido de agradecimento a toda a população, designadamente aos mais jovens e adolescentes que superaram todos os receios e acorreram aos centros de vacinação (…) do País de forma expressiva”.

“Estamos no patamar cimeiro da vacinação mundial, quer pela magnífica organização liderada pelo vice-almirante Henrique Gouveia e Melo e a sua ‘task force’, quer pela adesão da população”, acrescenta.

Sob o lema “Proteger o Futuro”, a SRCOM tem vindo a promover uma campanha de sensibilização centrada na vacinação contra a COVID-19, com o propósito de transmitir tranquilidade e segurança.

Governação Clínica
Editorial | Joana Romeira Torres
Governação Clínica

O Serviço Nacional de Saúde em Portugal foi criado e cresceu numa matriz de gestão napoleónica, baseada numa forte regulamentação, hierarquização e subordinação ao poder executivo, tendo como objeto leis e regulamentos para reger a atividade de serviços públicos no geral, existindo ausência de regulamentação relativa à sua articulação com os serviços sociais e económicos.

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