HDS investe 2 ME em equipamento de ressonância magnética
DATA
07/09/2021 17:15:58
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Jornal Médico
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HDS investe 2 ME em equipamento de ressonância magnética

O Hospital Distrital de Santarém (HDS) inaugura hoje, na presença do secretário de Estado da Saúde, Diogo Serras Lopes, um equipamento de ressonância magnética, em que foram investidos 2,15 milhões de euros, com o objetivo de evitar a deslocação de utentes a outras instituições para a realização de exames.

Financiado em 85% por fundos comunitários, o equipamento, que o HDS afirma, em comunicado, possuir “características únicas no Serviço Nacional de Saúde [SNS]”, oferece “uma qualidade de imagem consistente e reduz o tempo de configuração do exame”, dispondo de um monitor vídeo que leva à “redução de ansiedade nos pacientes claustrofóbicos”.

A técnica de diagnóstico, agora disponível na referida unidade hospitalar, é considerada atualmente “essencial para o tratamento de doentes”, possibilitando “a internalização destes exames”, destaca a presidente do Conselho de Administração do HDS, Ana Infante, sublinhando que o novo investimento representa “mais um passo na diferenciação técnica”.

O comunicado cita, ainda, a diretora do Serviço de Imagiologia, Isabel Sapeira, que realça, além da redução de custos e de deslocações, o acesso ao diagnóstico clínico por imagem e o aumento “relevante” do número de exames efetuados no HDS.

Além disso, dá nota de “um design leve e flexível”, o que proporciona “maior liberdade no posicionamento, maior conforto e cobertura do utente, permitindo a realização de exames de corpo inteiro”, assinalando, globalmente, “todas as características de um equipamento topo de gama” que dão resposta às necessidades da população “na área da senologia, neurologia avançada com exames funcionais e todas as vertentes da oncologia”.

A médica lembra que o HDS é, no quadro atual, Centro de Referência nacional especialmente nas áreas de senologia e do cancro colorretal, pelo que a nova valência imagiológica contribui para “manter a excelência operacional e clínica inerente” a uma estrutura de saúde deste perfil.

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Editorial | Carlos Mestre
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