Webinar debate a fisiopatologia da Psoríase em placas moderada a grave: o papel de anti-IL17A na modificação da doença

O Jornal Médico promove, no próximo dia 21, pelas 19h00, o webinar “Regresso ao Futuro: A Fisiopatologia da Psoríase em placas moderada a grave: o papel de anti-IL17A na modificação da doença”. Com o apoio da Novartis, a sessão tem como objetivo debater a temática da fisiopatologia da Psoríase em placas moderada a grave.

Em 2018, James Krueger mostrou o potencial da inibição da IL17A na modificação do curso da doença psoriática. Recentemente Sofia Magina e Paulo Filipe analisaram esses dados publicando um artigo de revisão que será discutido em detalhe nesta sessão.

O webinar conta com o contributo de Luís Graça, imunologista e professor do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, cuja intervenção se focará no tópico “IL-17A, a citocina efetora e o seu papel pro-inflamatório”, seguido de Sofia Magina, dermatologista no Serviço de Dermatologia e Venereologia do Centro Hospitalar de São João que partilhará a sua perspetiva sobre “A fisiopatologia da doença psoriática”.

“O potencial de modificação do curso da doença psoriática” por Paulo Filipe, diretor do Serviço de Dermatologia do Hospital de Santa Maria em Lisboa, é o tópico que encerra este webinar.

Existe potencial de modificação do curso da doença psoriática? É a questão que se impõe. De facto, a modificação do curso da doença psoriática parece poder ser alcançada com a utilização de terapêuticas que permitem diminuir a inflamação persistente. Os inibidores das vias IL23/Th17 têm dados que suportam este potencial, e que sugerem não só um efeito farmacológico e mecanístico, mas sim uma alteração do curso da doença, com modificação dos padrões de expressão genética da pele lesionada, que passa a assemelhar-se à pele não lesionada.

 

Investir na Saúde é também investir na Formação
Editorial | Carlos Mestre
Investir na Saúde é também investir na Formação

Em março de 2021 existia em Portugal continental um total de 898.240 pessoas sem Médico de Família (MF) atribuído, ou seja, 8,7% da população não tem um acompanhamento regular com todas as medidas preventivas e curativas inerentes ao papel do especialista em Medicina Geral e Familiar (MGF).

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