Reservas de sangue um pouco aquém dos níveis habituais
DATA
21/09/2021 11:58:56
AUTOR
Jornal Médico
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Reservas de sangue um pouco aquém dos níveis habituais

As reservas de sangue estão “ligeiramente abaixo dos níveis habituais nesta época do ano”, mas permitem “dar resposta às necessidades dos doentes”. A garantia é dada pelo Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST).

A avaliação do planeamento de sessões de colheita, divulgada em comunicado do IPST, permite antever “uma melhoria da situação”, clarificando aquela entidade que “um erro na atualização das reservas (…) em dador.pt está na origem da questão de uma eventual escassez de dádivas de sangue”.

“À data de hoje [20 de setembro]”, a reserva estratégica nacional balizava-se “entre 21 e 50 dias”. De acordo com a mesma nota, os grupos sanguíneos mais afetados são três: “A negativo”, O negativo” e “O positivo”.

É, entretanto, reafirmada a importância da “dádiva regular e faseada ao longo do ano, uma vez que nos hospitais portugueses são necessárias [diariamente] cerca de mil unidades de sangue e componentes sanguíneos”, considerando o seu “tempo limitado de armazenamento (35 a 42 dias para os concentrados eritrocitários, cinco a sete dias para as plaquetas)".

O IPST apela a “todos os que estejam em condições” de dar sangue que o façam. E relembra: “uma única dádiva de sangue pode contribuir para ajudar a salvar até três vidas”.

Para ser dador de sangue, basta estar na faixa etária 18-65 anos (atenção: os 60 constituem o limite de idade para a primeira dádiva), ter peso igual ou superior a 50 kg e hábitos de vida saudáveis.

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