SPA promove campanha sobre doenças cardiovasculares

“Atenção ao coração: SABER + sobre Colesterol”. É este o nome da campanha promovida pela Sociedade Portuguesa de Aterosclerose (SPA), que pretende consciencializar os portugueses para as doenças cardiovasculares.

A campanha decorre entre 24 e 29 de setembro e, durante estes dias, serão lançados, no site e redes sociais da SPA, seis vídeos de sensibilização. Estes conteúdos pretendem “informar, aconselhar, desmistificar conceitos errados e aumentar a literacia dos doentes, das pessoas em risco (quase toda a população adulta) e também dos mais novos para estas doenças que afetam os vasos sanguíneos e o coração”, lê-se em comunicado.

Os vídeos são elaborados por médicos especialistas que integram a direção da SPA, e irão abordar temas como: fatores de risco cardiovascular; colesterol “bom e mau”, tratamentos que evitam enfartes, opções nas pessoas mais idosas; triglicéridos — uma gordura menos falada e a ameaça da diabetes.

“As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo. Ao longo do tempo, a sua prevalência tem vindo a aumentar devido a estilos de vida menos saudáveis e, consequentemente, pelo aumento de fatores de risco, sendo vários modificáveis”, refere o presidente da SPA, João Sequeira Duarte. O especialista acrescenta que esta campanha surge “com o intuito de passar a mensagem de que é preciso agir de forma preventiva, ao longo de toda a vida, em relação aos fatores que promovem as doenças vasculares que irão afetar o cérebro, o coração e os membros inferiores, de modo a vivermos saudáveis e ativos”.

Esta iniciativa surge no âmbito do Dia Mundial do Coração, que se assinala a 29 de setembro.

Se os jovens Médicos de Família querem permanecer no SNS e se o SNS precisa deles, o que falta?
Editorial | António Luz Pereira
Se os jovens Médicos de Família querem permanecer no SNS e se o SNS precisa deles, o que falta?

Nestes últimos dias tem sido notícia o número de vagas que ficaram por preencher, o número de jovens Médicos de Família que não escolheram vaga e o número de utentes que vão permanecer sem médico de família. Há três grandes razões para isto acontecer e que carecem de correção urgente para conseguir cativar os jovens Médicos de Família.

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