Investimento na saúde é prioridade para a população adulta
DATA
23/09/2021 12:13:28
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Jornal Médico
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Investimento na saúde é prioridade para a população adulta

A população adulta valoriza mais a saúde e a qualidade de vida, em detrimento da estabilidade financeira, revela um estudo apoiado pela GSK acerca da perceção da vacinação e o seu papel na saúde e bem-estar das pessoas. A pesquisa, desenvolvida online pela Kantar, entrevistou 16 mil adultos do Japão, Espanha, Itália, França, Alemanha, Brasil, EUA e Canadá, entre julho e agosto de 2021, envolvendo dois mil adultos com mais de 50 anos em cada País.

Os dados obtidos demonstraram que a proporção de adultos que consideraram a saúde, bem-estar e independência pessoal como muito importantes tem vindo a aumentar consideravelmente. No pré-COVID, “65% dos inquiridos classificaram estes pontos como importantes, tendo agora aumentado para 76%. O inquérito também revelou que as mulheres são mais suscetíveis de classificar a saúde e o bem-estar como muito importantes no mundo pós-pandémico (81%)”, lê-se em comunicado.

Na mesma linha, a maioria (mais de 70%) das pessoas auscultadas dizem que vão manter algumas medidas de proteção, como continuar a usar máscara em público e a manter práticas de distanciamento social.

"A pandemia criou uma enorme oportunidade para termos melhores conversas com as pessoas sobre a sua saúde e, em particular, sobre como podem manter-se saudáveis na idade adulta. Com uma maior consciência das medidas preventivas que podem ser tomadas, como a vacinação de rotina, estamos a assistir a uma mudança de perceção que poderá sustentar populações mais saudáveis a longo prazo", considera o diretor médico de vacinas da GSK Portugal, Eduardo de Gomensoro.

A maior consciência do valor da saúde refletiu-se nos resultados do estudo com 73% dos adultos a afirmar ser importante manter as suas vacinas em dia. Ambos os géneros apresentam a mesma razão para serem a favor da vacinação: preocupação em proteger a sua saúde e a dos outros. Entre aqueles que falharam uma vacina, explicaram que não se sentiam particularmente em risco ou que lhes faltavam as informações necessárias para tomar uma decisão informada. As pessoas inquiridas consideram importante existir mais e melhor informação sobre quais as vacinas necessárias, em que período da vida e por que razão são recomendadas. 

 

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