COVID-19 e amamentação: estudo mostra “novas evidências” de que vacina é segura
DATA
06/10/2021 09:47:12
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Jornal Médico
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COVID-19 e amamentação: estudo mostra “novas evidências” de que vacina é segura

As vacinas contra a COVID-19 não causaram efeitos adversos às mulheres em fase de amamentação, revelou um estudo das Faculdades de Medicina e de Enfermagem da Universidade da Cantábria, em Espanha.

 Publicada na revista International Journal of Environmental Research and Public Health, a investigação foi demonstrativa de que, “a partir da análise ao leite materno e ao sangue, todas as mães vacinadas produziram anticorpos, independentemente da vacina comercial administrada”, informou a instituição, em comunicado.

A partir das amostras de leite recolhidas junto de 110 mães com vacinas da Pfizer, da Moderna ou da AstraZeneca, a equipa da Universidade de Santander, no norte de Espanha, encontrou anticorpos para a resposta ao vírus SARS-CoV-2, com “efeito protetor para as crianças”, avançou a investigadora principal do estudo, Carolina Lechosa.

A equipa esclareceu ainda que, em “termos de implicações para a prática clínica”, os resultados apoiam a “evidência limitada” até agora disponível sobre “a segurança das vacinas e a presença de anticorpos no leite materno e no sangue das mulheres que amamentam”.

Governação Clínica
Editorial | Joana Romeira Torres
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O Serviço Nacional de Saúde em Portugal foi criado e cresceu numa matriz de gestão napoleónica, baseada numa forte regulamentação, hierarquização e subordinação ao poder executivo, tendo como objeto leis e regulamentos para reger a atividade de serviços públicos no geral, existindo ausência de regulamentação relativa à sua articulação com os serviços sociais e económicos.

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