APDI debate futuro da Doença Inflamatória do Intestino

A Associação Portuguesa da Doença Inflamatória do Intestino (APDI) vai realizar o 5.º Congresso dedicado à Doença Inflamatória do Intestino (DII), nomeadamente a doença de Crohn e a colite ulcerosa. As sessões realizam-se nos dias 12, 19 e 26 de outubro, às 19h, no canal Youtube e Facebook da Associação.

Segundo a presidente da APDI, Ana Sampaio, a sociedade passa por tempos conturbados e as pessoas com doença de Crohn e com colite ulcerosa – muitas delas imunossuprimidas – vivem envoltas “em situações complicadas e com muito receio” relativamente ao futuro. “Esta reflexão pretende chamar a atenção para a realidade que temos de enfrentar e, ao mesmo tempo, preparar as pessoas para um futuro que todos queremos que seja mais feliz”.

Nas três sessões agendadas, em que participarão cientistas, farmacologistas, gastrenterologistas, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas e doentes, os temas tratados serão relacionados com a evolução científica na DII, a necessidade de maior qualidade de vida e os efeitos da COVID-19 nas pessoas com aquela doença.

Contextualizando o tema,  as duas patologias (doença de Crohn e com colite ulcerosa) estão, sobretudo, na origem de diarreias persistentes, hemorragias que causam anemias, perda de peso, vómitos, dores abdominais intensas, febre e fadiga.

Se os jovens Médicos de Família querem permanecer no SNS e se o SNS precisa deles, o que falta?
Editorial | António Luz Pereira
Se os jovens Médicos de Família querem permanecer no SNS e se o SNS precisa deles, o que falta?

Nestes últimos dias tem sido notícia o número de vagas que ficaram por preencher, o número de jovens Médicos de Família que não escolheram vaga e o número de utentes que vão permanecer sem médico de família. Há três grandes razões para isto acontecer e que carecem de correção urgente para conseguir cativar os jovens Médicos de Família.

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