Governo autoriza preenchimento de 2160 vagas para categorias de carreiras especiais de saúde
DATA
22/11/2021 09:42:52
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Jornal Médico
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Governo autoriza preenchimento de 2160 vagas para categorias de carreiras especiais de saúde

O Governo autorizou o preenchimento de 2.160 postos de trabalho para categorias superiores de carreiras especiais de saúde de Enfermagem, Farmacêuticas e Técnicos Superiores de Saúde.

Segundo o comunicado do Ministério da Saúde foi autorizado “a abertura de concursos para preenchimento de postos de trabalho nas carreiras de Enfermagem, nas categorias de enfermeiro gestor (522) e de enfermeiro especialista (1.383)”.

Para as categorias de farmacêutico assessor sénior serão 20 postos de trabalho e de farmacêutico assessor, 80 postos. No que diz respeito aos Técnicos Superiores de Saúde, foi aberto concurso nas categorias de assessor superior (25), assessor (40) e assistente principal (90 postos de trabalho).

“Esta medida visa permitir o gradual reequilíbrio da hierarquia interna das carreiras, conferindo aos respetivos trabalhadores uma perspetiva de futuro no seio do Serviço Nacional de Saúde, retomando-se o normal desenvolvimento das carreiras”, frisa o Ministério da Saúde.

Na nota, é ainda adiantado que serão posteriormente publicados pela área governativa da Saúde os despachos, para cada um dos grupos, com a distribuição das vagas a preencher, por estabelecimento de saúde, em função das necessidades dos diversos serviços e estabelecimentos de saúde.

O Ministério lembra que “em linha com a autorização aqui concedida, já anteriormente foi contemplado o pessoal médico, mediante dois despachos exarados no corrente ano, mediante os quais foi autorizada, num caso, a abertura do concurso nacional de habilitação ao grau de consultor e, noutro a autorização para o preenchimento de 250 postos de trabalho na categoria de assistente graduado sénior”.

Governação Clínica
Editorial | Joana Romeira Torres
Governação Clínica

O Serviço Nacional de Saúde em Portugal foi criado e cresceu numa matriz de gestão napoleónica, baseada numa forte regulamentação, hierarquização e subordinação ao poder executivo, tendo como objeto leis e regulamentos para reger a atividade de serviços públicos no geral, existindo ausência de regulamentação relativa à sua articulação com os serviços sociais e económicos.

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