SPMI lança Escola de Formadores em Medicina Interna
DATA
24/11/2021 14:59:58
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Jornal Médico
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SPMI lança Escola de Formadores em Medicina Interna

A Sociedade Portuguesa se Medicina Interna (SPMI), através do Núcleo de Estudos de Formação em Medicina Interna (NEForMI), criou a Escola de Formadores em Medicina Interna. A sua primeira edição vai decorrer entre os dias 27 e 29 de maio, no Luso.

“A Escola de Formadores em Medicina Interna (EForMI) é muito mais que um curso. Foi idealizada pela equipa que há 12 anos organiza com sucesso a Escola de Verão em Medicina Interna, e pretendemos construir uma plataforma para partilha de conhecimentos com os internistas que orientam internos, estimulando o ensino ativo, pensando o futuro da formação em conjunto, envolvendo o Colégio da Ordem dos Médicos”, adianta o diretor da EForMI, António Martins Baptista.

Sublinha ainda que pretendem “iniciar uma rede de contactos que permita intercâmbios, tudo isto num ambiente de imersão total no tema, entre os participantes e os palestrantes”.

Com certificação DGERT, tem como principais objetivos a atualização científica dos participantes em diversas áreas no âmbito da formação em Medicina Interna, a valorização da função de orientador de formação e capacitá-lo para exercer a atividade formativa com maior qualidade, o desenvolvimento de competências em técnicas de comunicação e em trabalho de equipa, a refleção sobre a formação em Medicina Interna.

“Teremos sessões baseadas na resolução (e ensino) de casos clínicos, workshops, ferramentas do Orientador de Formação, sessões out of the box e muito mais, sempre com o foco na interação entre todos”, conclui António Martins Baptista.

A primeira edição enquadra-se numa iniciativa que irá marcar o próximo ano para a Medicina Interna Portuguesa, “2022 – Ano do Orientador de Formação em Medicina Interna”.

As inscrições encontram-se disponíveis AQUI.

Governação Clínica
Editorial | Joana Romeira Torres
Governação Clínica

O Serviço Nacional de Saúde em Portugal foi criado e cresceu numa matriz de gestão napoleónica, baseada numa forte regulamentação, hierarquização e subordinação ao poder executivo, tendo como objeto leis e regulamentos para reger a atividade de serviços públicos no geral, existindo ausência de regulamentação relativa à sua articulação com os serviços sociais e económicos.

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