Unidades de saúde do Alentejo com 114 médicos internos em formação
DATA
05/01/2022 17:19:42
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Jornal Médico
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Unidades de saúde do Alentejo com 114 médicos internos em formação

Um total de 114 médicos internos começou esta semana a realizar formação geral e especializada nos hospitais e centros de saúde do Alentejo, indicou à agência Lusa fonte da Administração Regional de Saúde (ARS).

A mesma adiantou que o Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE) foi a unidade de saúde a receber o maior número de novos clínicos para formação, num total de 40 médicos internos. Por sua vez, o HESE divulgou que, destes 40 clínicos, 27 são de formação geral e vão “percorrer todas as especialidades ao longo do ano”.

Acrescentou que os restantes 13 escolheram as especialidades de Anestesiologia, Cirurgia Geral, Ginecologia e Obstetrícia, Medicina Interna, Nefrologia, Oncologia Médica, Ortopedia, Pediatria e Psiquiatria.

Segue-se a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA), que acolheu 28 novos médicos internos para formação geral e especializada no Hospital José Joaquim Fernandes, em Beja, e nos centros de saúde do distrito.

Já a Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano (ULSLA), que abrange o Hospital do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém, e os centros de saúde deste concelho e dos municípios de Alcácer do Sal, Grândola, Odemira e Sines, informou que recebeu 23 médicos internos. De acordo com a ULSLA, destes 23 médicos internos, 15 são de formação geral e oito vão formar-se nas especialidades de Cirurgia Geral, Medicina Geral e Familiar, Medicina Interna, Medicina Intensiva, Ortopedia e Saúde Pública.

A ARS Alentejo revelou ainda que outros 15 clínicos foram acolhidos na Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA), que integra o hospital Dr. José Maria Grande, em Portalegre, e de Santa Luzia, em Elvas, e os centros de saúde do distrito de Portalegre. Os restantes oito médicos internos vão fazer formação nas unidades do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Alentejo Central.

Preparados para o Futuro? // Preparar o Futuro
Editorial | Conceição Outeirinho
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O início da segunda década deste século, foram anos de testagem. Prova intensa, e avassaladora aos serviços de saúde e aos seus profissionais, determinada pelo contexto pandémico. As fragilidades do sistema de saúde revelaram-se de modo mais acentuado, mas por outro lado, deu a conhecer o nível de capacidade de resposta, nomeadamente dos seus profissionais.