Peritos da OMS falam de "imunização híbrida" contra a COVID-19
DATA
03/06/2022 11:04:48
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Jornal Médico
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Peritos da OMS falam de "imunização híbrida" contra a COVID-19

Um grupo de peritos da Organização Mundial de Saúde (OMS) emitiu um comunicado em que afirma que as pessoas com “imunização hibrida”, ou seja, que se vacinaram contra a covid-19 e contraíram a doença, têm maior proteção do que as restantes.

“A proteção destas pessoas perante possíveis formas graves de covid-19 é maior do que a daquelas que se vacinaram e não tiveram a doença ou dos que a tiveram sem se vacinarem” lê-se em comunicado, lançado pelo Grupo Consultivo Estratégico sobre Imunização (SAGE).

A investigação teve por base casos de doente, com infeções causadas pelas variantes de covid-19 anteriores à agora dominante - Ómicron. No entanto, ainda não é possível estimar a duração desta “imunização híbrida” e qual a eficácia perante as possíveis variantes futuras do coronavírus SARS-CoV-2.

Os especialistas do SAGE sublinharam ainda que “a vacinação contra a covid-19 deve ser prioritária, independentemente de o paciente ter contraído anteriormente a doença, pelo que os Estados devem centrar-se em administrar a vacina à população adulta, especialmente a grupos de risco, como profissionais de saúde e idosos”.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.