Submissão de trabalhos para Encontro Nacional de Internos e Jovens Médicos de Família até 4 de julho
DATA
29/06/2022 10:47:55
AUTOR
Jornal Médico
Submissão de trabalhos para Encontro Nacional de Internos e Jovens Médicos de Família até 4 de julho

A Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF) vai organizar, entre 29 de setembro e 1 de outubro, o 20º Encontro Nacional de Internos e Jovens Médicos de Família (ENIJMF). Os trabalhos, sob a forma de apresentação, comunicações livres ou workshops, devem ser submetidos até 4 de julho.

 

Nesta vigésima edição alguns dos tópicos passarão por “Estratégias de Fixação de Jovens Médicos de Família”, “O papel das tecnologias e das redes sociais na prática de MGF”, “Tenho uma consulta domiciliária. E agora?”, “Sexualidade em MGF:100 perfis, SEM tabus”, “Patologia Psiquiátrica Aguda em MGF”, entre outros.


Os trabalhos para apresentação, devem ser submetidos através deste link. Consulte também o Regulamento para Apresentação de Comunicações Livres e o Regulamento de Submissão de Workshops. O prazo limite para envio de resumos são as 23h59 do dia 4 de julho de 2022. Pode ainda inscrever-se no evento através desta plataforma.


O evento irá decorrer no Auditório da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa. Consulte o programa preliminar.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.