Estratégias preventivas da DPOC e abordagens perante agravamento agudo
DATA
16/08/2022 16:15:38
AUTOR
Jornal Médico
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Estratégias preventivas da DPOC e abordagens perante agravamento agudo

Guiados pelos pneumologistas Paula Pinto e João Cardoso, os profissionais de saúde serão dotados de ferramentas para estratégias de prevenção da doença pulmonar crónica (DPOC) e, por outro lado, para a sequência terapêutica a adotar nos casos de agravamento agudo da doença, com exacerbações, nos respetivos módulos-vídeos da plataforma e-learning “Atualização e Formação em DPOC”.

Os dados revelam que “o tabaco é o principal fator de risco, sendo responsável por 80-85% dos casos de DPOC”. Estão igualmente identificados outros fatores de risco, como “a poluição outdoor (atmosférica), a poluição indoor (exposição a biomassas, nomeadamente a lareiras e fogões a lenha sem extração) e a exposição ocupacional”, enumera a especialista do Centro Hospitalar e Universitário de Lisboa Norte, Paula Pinto, na sua introdução ao módulo “Riscos e Prevenção”.

A prevenção estende-se ainda à vacinação. No módulo serão revistas as recomendações da Direção Geral da Saúde e a identificação das vacinas dirigidas ao doente com DPOC.  

Já no módulo-vídeo “Exacerbações DPOC”, o pneumologista do Hospital de Santa Marta, João Cardoso, esclarece a abordagem clínica perante o agravamento agudo da DPOC e qual a sequência terapêutica a adotar em cada caso.

Os módulos-vídeo de Atualização e Formação em DPOC são destinados a profissionais de saúde das áreas: Medicina Geral e Familiar, Medicina Interna e Pneumologia, abrangendo ainda médicos internos do Ano Comum e outras especialidades com interesse na DPOC. Aceda aos conteúdos através de inscrição, na plataforma.

Uma iniciativa do Jornal Médico, com o apoio da Bial e com o apoio científico da Sociedade Portuguesa de Pneumologia.

Urgências no SNS – só empurrar o problema não o resolve
Editorial | Gil Correia
Urgências no SNS – só empurrar o problema não o resolve

É quase esquizofrénico no mesmo mês em que se discute a carência de Médicos de Família no SNS empurrar, por decreto, os doentes que recorrem aos Serviços de Urgência (SU) hospitalares para os Centros de Saúde. A resolução do problema das urgências em Portugal passa necessariamente pelo repensar do sistema, do acesso e de formas inteligentes e eficientes de garantir os cuidados na medida e tempo de quem deles necessita. Os Cuidados de Saúde Primários têm aqui, naturalmente, um papel fundamental.