Programa de Educação e Atualização em Patologia da Coluna realiza-se já este sábado

A Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral (SPPCV) vai realizar uma reunião no âmbito do Programa de Educação e Atualização em Patologia da Coluna, no dia 3 de dezembro, pelas 09h00, em formato online. A iniciativa terá como tema "Patologia traumática vertebral no contexto de osteoporose” e será coordenada por Ana Luís, neurocirurgiã e tesoureira da SPPCV.

“Esta reunião permitirá reunir diferentes especialistas da área, abordando os mais recentes conhecimentos específicos em patologias traumáticas da coluna vertebral, em especial no contexto da osteoporose, falando sobre a sua prevenção, diagnóstico e tratamento. Temos o privilégio de contar com a participação de oito palestrantes que tornam o programa muito enriquecedor”, avança Nuno Neves, ortopedista e presidente da SPPCV.

Dirigida a médicos, esta reunião permitirá a atualização e a troca de conhecimentos científicos, abordando temáticas, tais como “Classificação das fraturas osteoporóticas da AO Spine-DGOU”; “Quando fazer uma intervenção cirúrgica precoce?”; “Técnicas percutâneas vs. Técnicas abertas”; “Técnicas cirúrgicas emergentes”; “Cirurgia de deformidade pós-fraturas osteoporóticas”; “Qual a intervenção mínima eficaz para as fraturas osteoporóticas?”; “Papel das ortóteses”; “Novidades no tratamento médico da osteoporose”.

A osteoporose é uma doença que afeta cerca de um milhão de portugueses e é causa de fraturas graves. Com a idade aumenta a probabilidade de vir a sofrer de osteoporose, mas a doença não é uma consequência inevitável do envelhecimento. Nesse sentido, “é fundamental adotar medidas preventivas, bem como estar atento aos sinais, um diagnóstico atempado pode evitar a progressão da doença e eventuais fraturas”, lê-se em comunicado.

Para mais informações e inscrições, consultar: www.sppcv.org 

É urgente desburocratizar os Cuidados de Saúde Primários
Editorial | Jornal Médico
É urgente desburocratizar os Cuidados de Saúde Primários

Neste momento os CSP encontram-se sobrecarregados de processos burocráticos inúteis, duplicados, desnecessários, que comprometem a relação médico-doente e que retiram tempo para a atividade assistencial.