A Fundação Portuguesa de Cardiologia, com o apoio da Câmara Municipal de Évora, vai promover uma ação de rastreios cardiovasculares no dia 30 de maio, entre as 10h e as 17h, na Praça do Giraldo, em Évora.

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O empréstimo de um berço ecológico a todos os bebés que nasçam no Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE), durante os primeiros quatro meses de vida, é o objetivo de um projeto lançado por duas amigas.

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Um projeto-piloto nacional, que está a decorrer em Évora, composto por uma equipa de Cuidados Continuados Integrados que presta apoio domiciliário a doentes referenciados, durante 24 horas, está a produzir “excelentes resultados”, revelou o presidente da ARS Alentejo, José Robalo.

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O tempo de espera médio para colonoscopias no Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE) para doentes com suspeitas de cancro colorretal desceu de 180 para 76 dias, este ano, graças a um projeto com centros de saúde.

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Pé de Bebé

O Ministério da Saúde assegurou hoje a manutenção da unidade de Neonatologia do Hospital de Évora, ao contrário da proposta de um grupo de trabalho, a qual se encontra em consulta pública até ao final deste mês.

A Rede de Referenciação Hospitalar em Saúde Materna, da Criança e do Adolescente propõe o fecho da unidade de Neonatologia do Hospital do Espírito Santo de Évora, o que deixaria o Alentejo sem uma unidade de Neonatologia com cuidados intensivos neonatais.

“O Ministério da Saúde pretende de forma tranquila aguardar pelo fim do período de discussão pública do documento técnico [30 de junho], para avaliar e integrar as propostas que sejam pertinentes, na defesa do interesse público, manifestando desde já uma clara intenção política de não retirar a Cirurgia Pediátrica, nem a Neonatologia do Hospital de Évora”, refere um comunicado do gabinete do secretário de Estado Adjunto e da Saúde.

Segundo a nota, os indicadores de qualidade do Alentejo “mostram claramente a utilidade da diferenciação do Hospital de Évora na área da Neonatologia”, além de o Alentejo apresentar “excelentes indicadores, sobretudo na mortalidade infantil e neonatal”.

Para a tutela, esta unidade “tem instalações adequadas, equipamentos, recursos humanos especializados e bons indicadores assistenciais”, considerando “determinante, também, o fator geográfico, com cobertura de uma vasta área territorial, muito relevante para conseguir assegurar a coesão territorial”.

O Ministério da Saúde pretende, desta forma, “manter a equidade de acesso das populações aos cuidados de saúde, pugnando pela proximidade e integração das políticas, assim como pela qualidade dos resultados”.

A proposta da Rede de Referenciação Hospitalar Materna, da Criança e do Adolescente foi entregue em maio pelo grupo de trabalho nomeado em 2014, e está em discussão pública durante este mês.

Na quarta-feira, a presidente do conselho de administração do Hospital do Espírito Santo de Évora, Maria Filomena Mendes, mostrou-se contra o eventual encerramento da unidade de Neonatologia com cuidados intensivos neonatais, considerando que seria "um retrocesso para o acesso à saúde" na região.

Também o PCP de Évora afirmou hoje que "repudia liminarmente" a proposta, sublinhando que unidade de Neonatologia do hospital é "um serviço de ponta" e "reconhecido como exemplar" no Alentejo.

Na terça-feira, o PSD manifestou-se preocupado com o eventual encerramento desta unidade.

"É um serviço de grande qualidade prestado na região. Se isto vier a acontecer, é uma vergonha", afirmou, na ocasião, o deputado do PSD eleito pelo círculo de Évora, António Costa da Silva, em declarações à agência Lusa.

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Hospital Evora

O PSD manifestou-se ontem preocupado com o eventual encerramento da unidade de neonatologia com cuidados intensivos neonatais do Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE) e quer que o Governo esclareça se admite tal cenário.

"É um serviço de grande qualidade prestado na região. Se isto vier a acontecer, é uma vergonha", afirmou o deputado do PSD eleito pelo círculo de Évora, António Costa da Silva.

As preocupações dos sociais-democratas estão expressas numa pergunta dirigida ao ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, por um grupo de dez deputados, entre os quais o eleito por Évora, António Costa da Silva.

Segundo o texto da pergunta do PSD, está em consulta pública, até ao dia 30 deste mês, a Rede de Referenciação Hospitalar em Saúde Materna, da Criança e do Adolescente, no âmbito de uma portaria do Governo, datada de 19 de maio.

"Se vier a ser aprovada a referida rede, a consequência direta que tem na nossa região é que deixaremos de ter a unidade de neonatologia com cuidados intensivos neonatais do HESE", referiu Costa da Silva.

Com o seu encerramento, alertou o deputado, os bebés prematuros passam a "ir imediatamente" para unidades hospitalares de Lisboa, assim como "crianças que necessitem de cuidados cirúrgicos”.

O parlamentar social-democrata disse estranhar "todo o silêncio que tem havido sobre o assunto" por parte de outras forças políticas, notando "a berraria que houve na região" quando foi anunciado o encerramento de repartições de finanças pelo anterior Governo.

"Agora, estamos perante uma situação muito mais grave, estamos a falar de um serviço de excelência na região que corremos o risco de perder", realçou, acrescentando que "não só um problema de Évora, é um problema da região".

Na pergunta, o PSD questiona o Governo do PS se admite aprovar uma Rede de Referenciação Hospitalar em Saúde Materna, da Criança e do Adolescente que deixe de prever uma unidade de neonatologia com cuidados intensivos neonatais no HESE e em todo o Alentejo.

"Existe algum fundamento para o encerramento" desta unidade do HESE e considera que todas as crianças que necessitem de cuidados cirúrgicos "tenham de ser transferidas dos locais da sua residência no Alentejo para a cidade de Lisboa?" são as outras perguntas feitas pelos sociais-democratas ao Governo.

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evora

A demógrafa e professora universitária Maria Filomena Mendes foi ontem escolhida pelo Governo para presidir ao conselho de administração do Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE), cargo que já ocupou entre 2009 e 2013.

"É sempre uma honra poder servir o interesse público e contribuir para a melhoria do acesso à saúde da população da região", afirmou Maria Filomena Mendes, atual vice-reitora da Universidade de Évora (UÉ).

O Conselho de Ministros nomeou ontem os membros do novo conselho de administração do HESE, por "proposta dos ministros das Finanças e da Saúde" e mediante "parecer favorável da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CRESAP)".

Além da escolha da nova presidente do conselho de administração do hospital de Évora, o Governo nomeou para vogais executivos Isabel Pita, como diretora clínica, Francisco Chalaça e Luís Cavaco, mantendo-se da anterior administração o enfermeiro-diretor José Chora.

Vice-reitora da UÉ desde 2014, Maria Filomena Mendes vai suceder ao cirurgião Manuel Carvalho, que termina o mandato no dia 23 deste mês.

O clínico substituiu no cargo Maria Filomena Mendes, em maio de 2013, acumulando, desde então, a direção clínica e a presidência do conselho de administração do HESE.

A nova responsável pelo Hospital do Espírito Santo é licenciada em Economia e doutorada em Sociologia, na especialidade de Demografia, pela Universidade de Évora.

Em 1980, começou a lecionar na mesma academia, da qual é ainda investigadora, especializada nas questões ligadas à natalidade e fecundidade em Portugal.

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inemhelicoptero
O helicóptero de emergência médica que estava estacionado na Base Aérea de Beja foi deslocado para o aeródromo de Évora, revelou hoje o INEM, que justificou a medida para servir melhor a população da região.

Fonte oficial do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) adiantou à agência Lusa que a mudança, concretizada esta semana, resulta de "constrangimentos existentes" na Base Aérea de Beja, sem especificar quais.

"A colocação do helicóptero do INEM no Aeródromo Municipal de Évora é a que melhor serve, no momento atual, as necessidades da população", realçou.

A fonte assinalou que "o INEM monitoriza em permanência o dispositivo" do Serviço de Helicópteros de Emergência Médica (SHEM) para "garantir a resposta mais eficaz" dos meios.

Colocado no aeródromo de Évora, a "meia dúzia" de quilómetros da cidade, o helicóptero, cuja equipa é constituída por dois pilotos, um médico e um enfermeiro, está operacional durante 24 horas por dia.

Segundo a mesma fonte, embora os meios do SHEM "funcionem em rede", o helicóptero agora sediado em Évora abrange este distrito, mas também o de Portalegre, o norte de Beja e o sul de Setúbal.

A fonte do INEM referiu que, após terminar a Fase Charlie do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais, "foram reposicionados os meios", nomeadamente um helicóptero em Évora e outro em Loulé, no Algarve, no âmbito do protocolo de partilha de meios com a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).

Lusa

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Deixar cair com violência o que é desnecessário e aproveitar a oportunidade
Editorial | Rui Nogueira, presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
Deixar cair com violência o que é desnecessário e aproveitar a oportunidade

Assaltar o desnecessário. Rasgar a burocracia. Rejeitar o desperdício. Anular a perda de tempo. As aprendizagens da pandemia serão uma ótima oportunidade para acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. O estado de emergência e o estado de calamidade ensinaram-nos muito! É necessário desconfinar o centro de saúde e reinventar o conceito com unidades de saúde aprendentes e inovadoras.

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