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O deputado socialista nos Açores, José San-Bento, explicou ontem que se o Governo Regional falhar o objetivo de ter médicos de família para todos os açorianos até ao final de 2016 será por não haver profissionais para serem recrutados.

“A referência que é feita à possibilidade de o governo não conseguir cumprir 100% de cobertura de todos os açorianos com médico de família, a realizar-se, deve-se à inexistência de médicos para serem recrutados”, afirmou José San-Bento, à margem do plenário da assembleia legislativa.

Na última terça-feira, no debate sobre as propostas de Plano e Orçamento da Região para o próximo ano, no parlamento, o deputado admitiu que o Governo dos Açores poderá não conseguir alcançar o objetivo traçado no início da legislatura de ter médicos de família para todos os açorianos até ao final de 2016.

O deputado precisou que “a formação de médicos na especialidade de medicina familiar neste momento não é suficiente para preencher a necessidade que existe” e, “se o PS não atingir esse objetivo, isso será explicado desta forma aos açorianos, que irão reconhecer que o PS tudo fez para cumpri-lo”.

De acordo com José San-Bento, em 2012 havia 151 médicos de família nos Açores e este ano há 165.

“Houve um aumento de 0,9% do número de médicos”, apontou, acrescentando tratar-se de um número “muito relevante” e “que prova que o PS está e continuará a trabalhar e a desenvolver todos os esforços para que no final deste mandato, no final de 2016, se consiga atingir o objetivo difícil de garantir e assegurar a cobertura de toda a população com médicos de família”.

Segundo o deputado socialista, “no próximo ano na Terceira isso já será uma realidade, no concelho da Praia da Vitória”.

“E na ilha de São Miguel também haverá um aumento muito substancial porque é isso que os números indicam. Haverá a capacidade ainda de contratar mais médicos”, disse.

Lusa/Jornal Médico

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O Hospital de Ponta Delgada, nos Açores, disse na última sexta-feira que ainda “poderá demorar cerca de duas semanas” a resolver o problema num servidor que apoia a principal aplicação de apoio às atividades clínicas e que obrigou a cancelar exames.

Em informação enviada à Lusa, fonte oficial do Hospital do Divino Espírito Santo deu conta de que o fornecedor do equipamento onde está instalada a aplicação Glintt esteve a avaliar os danos e que concluiu que é mesmo necessária a sua substituição, o que demorará cerca de 15 dias.

Por causa disso, o hospital ativou “de imediato” o plano de recuperação e afirmou que a “base de dados está atualizada até à hora da falha de energia”, pelo que, garantiu, “não houve perda de dados clínicos ou outros”.

O hospital irá ainda este fim-de-semana dar informações sobre este assunto, sobretudo quanto à realização de exames e análises na próxima semana.

Na quinta-feira, depois de uma falha de energia devido a um problema que danificou um componente do sistema de abastecimento, o Hospital de Ponta Delgada anunciou o cancelamento das marcações de exames de radiologia e análises, mas garantiu que a atividade urgente esteve sempre assegurada, nomeadamente a atividade de internamento e de bloco operatório.

Lusa/Jornal Médico

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BandeiraAcores
O secretário regional da Saúde dos Açores anunciou hoje que serão avaliados os “riscos psicossociais” dos profissionais de saúde que trabalham nas unidades de saúde das ilhas e nos três hospitais da região.

Na abertura do I Congresso da Ordem dos Psicólogos Portugueses nos Açores, em Ponta Delgada, Luís Cabral disse que o protocolo entre a Direção Regional de Saúde e a Secção Regional da Ordem dos Psicólogos dos Açores para essa avaliação será assinado ainda durante o evento, no âmbito da campanha Healthy Workplaces, desenvolvida pela Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho e que visa premiar locais de trabalho saudáveis.

Segundo estimativas avançadas recentemente à Lusa pela delegação da Ordem nos Açores, existem 358 psicólogos a trabalhar em oito das nove ilhas e os números oficiais apontam para "10 psicólogos desempregados" - oito em São Miguel, um em Santa Maria e outro na Terceira.

O I Congresso dos Psicólogos dos Açores, com oradores nacionais e internacionais, vai debater as diferentes áreas de intervenção da psicologia até sábado.

Citado numa nota de imprensa do executivo, Luís Cabral destacou o trabalho desenvolvido pelos psicólogos na área da saúde, nas Unidades de Saúde de Ilha e nos hospitais e disse que "a reestruturação do Serviço Regional de Saúde em curso conta com um relevante contributo” destes profissionais.

Em junho, a presidente da delegação regional dos Açores da Ordem dos Psicólogos Portugueses, Maria da Luz Melo, defendeu, em declarações à Lusa, a necessidade de "melhorar as condições de emprego" dos psicólogos no arquipélago, alegando que "há pessoas com salários abaixo" do desejável, e defendeu a abertura de mais vagas nos centros de saúde e hospitais, mas também nas escolas, empresas regionais e autarquias.

Maria da Luz Melo considerou que também nos Açores há espaço para uma maior utilização do papel dos psicólogos, que podem trabalhar na área da saúde, na educação, em instituições de solidariedade social ou no seio das autarquias, na área da justiça, em empresas ou outras organizações públicas e privadas.

Lusa

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Diabetes1
O Hospital de Ponta Delgada, Açores, vai ter um centro de tratamento "inovador para diabéticos" que vai permitir, "a médio e longo prazo", reduzir as taxas de complicações nestes doentes na região onde a taxa de prevalência ronda os 15,5%.

“Na prática este centro vem proporcionar, principalmente aos diabéticos mais jovens, um tipo de tratamento inovador que irá permitir reduzir, por exemplo, o número de picadas que têm que fazer diariamente não só para controlo, mas também para administração da insulina e garantir também uma maior adesão terapêutica principalmente nestas fases mais jovens que há normalmente uma recusa na própria doença e uma não adesão aos tratamentos convencionais”, explicou o secretário regional da Saúde, Luís Cabral, em declarações à Lusa.

O titular pela pasta da Saúde nos Açores falava à margem da assinatura de um protocolo entre a Direção Regional de Saúde, o Hospital do Divino Espírito Santo e a Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal, para a implementação do Centro de Tratamento para a Perfusão Subcutânea Contínua de Insulina.

O centro de tratamento vai ter uma equipa de profissionais que estão em formação e permitirá "um atendimento de 24 horas, de forma a garantir, em qualquer circunstância, a capacidade de resposta dentro desta área”, acrescentou o secretário.

Serão disponibilizadas consultas específicas aos utentes em terapêutica intensiva com bombas de perfusão subcutânea contínua de insulina.

Segundo Luís Cabral, os novos dispositivos permitem "uma maior adesão das crianças e dos adolescentes" à terapêutica, garantindo que os mais jovens "cheguem a uma idade adulta com os seus níveis de diabetes controlados" e evitando problemas "precoces" decorrentes da doença, quer ao nível da visão quer do coração.

“Por isso o investimento do Governo regional dos Açores nesta nova modalidade terapêutica vai permitir, a médio e longo prazo, reduzir as taxas de complicações nos doentes diabéticos na região”, salientou o governante, lembrando, no entanto, que o principal tratamento da diabetes reside num bom controlo alimentar e exercício físico regular.

Luís Cabral disse ainda uma que das apostas das autoridades nesta área tem passado pela "consciencialização" da população para alterações de hábitos de vida e "dentro desta lógica tem sido desenvolvido o Plano Regional de Saúde que tem uma das suas ações especificamente direcionada a esta área" e que também permitiu "contratar nutricionistas para todos os centros de saúde da região".

O diretor do serviço de Endocrinologia do Hospital de Ponta Delgada, Rui César, disse à Lusa que a prevalência de diabéticos na região "continua a ser elevada" e deve situar-se "acima dos 15,5%" o que se deve "a uma maior esperança média de vida e excesso de peso.

Rui César frisou que o novo centro é de "alta qualidade e de alta definição" que vai permitir que alguns doentes "com maior dificuldade no controlo da sua doença tenham um tratamento mais rigoroso e mais bem definido", sobretudo, no caso das "crianças até aos cinco anos ou grávidas".

"Mas é preciso que as pessoas percebam que não há milagres. Isto melhora muito a possibilidade de controlo das doenças mas as pessoas têm que ter uma atitude proactiva e cuidarem da sua saúde", alertou o especialista.

Lusa

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BandeiraAcores
Os partidos da oposição manifestaram ontem muitas reservas sobre os objetivos anunciados pelo governo Regional de atribuir médicos de família a "todos os açorianos", através dos núcleos de saúde familiar.

Num debate ocorrido na Assembleia Legislativa dos Açores, na sequência de uma sessão de perguntas do Bloco de Esquerda ao executivo sobre o funcionamento do Serviço Regional de Saúde (SRS), a maioria dos partidos da oposição levantou dúvidas sobre o sucesso da iniciativa.

"Esses núcleos de saúde familiar vão ser entregues a apenas 1.500 cidadãos, [mas] não acrescentam nada, em termos de cobertura, aos cerca de 67 mil açorianos que não têm médico de família", lembrou Luís Maurício, do PSD.

Também Zuraida Soares, do Bloco de Esquerda, não compreende como é que o governo socialista pretende aumentar o número de consultas e de médicos de família, sem criar uma estrutura autónoma e diferente da atual.

"O que são os núcleos de saúde familiar? Se não têm autonomia nenhuma, se não têm nada de diferente das outras organizações ao nível da saúde, que outro tipo de oferta vão prestar?", questionou a deputada bloquista.

O secretário regional de Saúde, Luís Cabral, reafirmou, no entanto, no parlamento, que estes núcleos de saúde familiar vão permitir aumentar o número de consultas e diminuir o número de utentes sem médico de família.

"É previsível que consigamos, a partir de novembro, aumentar, num ano, o número de consultas na unidade de saúde da ilha de São Miguel [a maior dos Açores] em 65 mil. Essas 65 mil consultas adicionais serão distribuídas pelos núcleos de saúde familiar que ainda não têm médico atribuído", explicou o governante.

No seu entender, esta solução irá permitir que, "até ao final de 2016", todos os núcleos familiares tenham um médico atribuído e que "todos os açorianos tenham médico de família".

Mas Aníbal Pires, do PCP, considerou que estes núcleos não permitem que cada família seja acompanhada pelo mesmo médico de família.

"Esta coisa de, por vezes, me aparecer um outro médico de família... a mim não me aparece que eu não tenho médico de família e por acaso sou doente crónico e acho que deveria ter direito a médico de família, mas nem isso", desabafou o parlamentar comunista.

Já Artur Lima, do CDS, entende que a Região devia ter adotado a mesma solução que foi criada no continente pelo governo de coligação PSD/CDS, ou seja, unidades de saúde familiar.

"O que o incomoda é que nas unidades de saúde familiar no continente, os médicos, os enfermeiros e os administrativos ganham efetivamente mais, mas a despesa não aumentou, antes pelo contrário, ela diminuiu", recordou o deputado centrista.

Os núcleos de saúde familiar acabaram por estar no centro do debate na Assembleia Regional, embora os deputados tenham passado grande parte da discussão a apresentar questões sobre casos particulares de utentes mal atendidos pelo Serviço Regional de Saúde.

"Não tentem confundir a árvore com a floresta", apelou o líder da bancada do PS, Berto Messias, dirigindo-se aos partidos da oposição e acrescentando que "não parece justo querer chamar a atenção para casos pontuais que tenham corrido menos bem, para generalizar essas ocorrências a todo o Serviço Regional de Saúde".

Lusa/Jornal Médico

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Obesidade
O programa nacional “O Peso da Saúde”, que já percorreu perto de duas dezenas de praias no continente, chega hoje aos Açores de modo a sensibilizar a população para o problema da obesidade e para a prevenção e tratamento.

“Este projeto, que já passou por cerca de duas dezenas de praias, visa dar uma experiência sensorial e, de alguma forma, explicar quais são os riscos do excesso de peso e da obesidade”, afirmou Miguel Arriaga, da Direção Geral de Saúde, em declarações à Lusa, frisando que a recetividade ao projeto, que arrancou a 13 de julho, "tem sido extraordinária".

Miguel Arriaga destacou o caráter "inovador" do projeto, porque permite uma proximidade à população através de "experiências sensoriais" e de forma articulada, para que "as pessoas compreendam os riscos associados sobretudo ao excesso de peso".

"O excesso de peso em Portugal é um problema de saúde pública, pois mais de 50% dos adultos sofrem excesso de peso e cerca de 14% da população já apresenta mesmo níveis de obesidade e, portanto, é algo que deve merecer a nossa reflexão e intervenção”, disse Miguel Arriaga, adiantando esperar que, nos Açores, o projeto tenha "a mesma adesão" que tem tido nas praias do continente.

O programa decorre nas praias e é dinamizado a partir de espaços interativos, numa tenda, percorrendo três etapas de atividades e onde estão três técnicos.

Segundo explicou Ana Macedo, médica responsável da Keypoint, que desenvolveu o programa, "numa primeira etapa, as pessoas respondem a um pequeno questionário e depois é feita uma avaliação dos vários parâmetros de composição corporal".

Na segunda etapa, é analisado o aumento do risco de doenças decorrentes da obesidade, como a diabetes ou a hipertensão arterial e é entregue a cada participante o seu relatório de risco com o objetivo de lhe facultar informação clara e útil.

A terceira etapa é “a mais diferente”, por ser uma “fase de simulação” em que as pessoas são convidadas a fazer atividades em duas situações: com um colete que imita o que é viver com mais 10 quilos, e como se se tivesse uma paralisia resultante de um AVC.

"As pessoas muitas vezes acham que o excesso de peso é uma questão muito individual, que tem a ver com o corpo, e têm pouco a ideia de que esta situação aumenta o risco de outras doenças", alertou Ana Macedo, salientando que o projeto pretende "criar uma consciência individual e social".

"O Peso da Saúde" vai estar, a partir de hoje à tarde e até quinta-feira, na Praia das Milícias, e, na sexta-feira e sábado, no Areal de Santa Bárbara, na Ribeira Grande, ilha de São Miguel.

As pessoas podem participar gratuitamente e, nos Açores, a iniciativa é desenvolvida com o apoio da direção regional de Saúde.

Segundo o diretor regional da Saúde, João Soares, citado numa nota do gabinete de apoio à Comunicação Social (GaCS) do executivo açoriano, "o combate e prevenção da obesidade são duas das principais medidas que integram o Programa Regional de Saúde 2014-2016, dadas as suas consequências na saúde e na qualidade de vida da população".

No início de setembro é apresentado em Lisboa o relatório resultante dos dados obtidos ao longo dos dois meses do programa.

Lusa/Jornal Médico

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O líder do PCP nos Açores, Aníbal Pires, disse hoje que a deslocação de doentes dentro do arquipélago deve ter "a flexibilidade" que permite o Serviço Regional de Saúde desde que acabaram os hospitais de referência, no ano passado.

Aníbal Pires disse à Lusa, a propósito da visita que inicia hoje à ilha das Flores, que é conhecido "algum descontentamento dos florentinos relativamente à questão da deslocação de doentes", por continuarem a ser encaminhados, "preferencialmente", para o hospital da Horta (Faial).

No entanto, os hospitais de referência nos Açores "já acabaram" e, por isso, "a gestão das deslocações de doentes deve ter a flexibilidade que foi dada pelo Serviço Regional de Saúde", devendo os utentes ser enviados para o hospital que tem maior disponibilidade e onde o atendimento será mais célere, acrescentou o dirigente comunista, que é deputado na Assembleia Legislativa da Região Autónoma.

Nos dias em que vai estar nas Flores, Aníbal Pires vai reunir-se com a direção da Unidade de Saúde de Ilha e esta é uma das questões que quer "esclarecer", segundo disse à Lusa.

O secretário regional da Saúde dos Açores, Luís Cabral, anunciou a 15 de abril de 2014 que os centros de saúde das seis ilhas que não têm hospital passavam a poder encaminhar os seus doentes para qualquer uma das três unidades hospitalares da região.

A "livre referenciação dos utentes" para qualquer um dos hospitais da região permite às unidades de saúde de ilha escolher, por exemplo, o hospital com menor lista de espera para uma cirurgia ou consulta, sublinhou então Luís Cabral.

O dirigente do PCP vai estar nas Flores até quinta-feira e vai também reunir-se com os presidentes das câmaras municipais de Santa Cruz e das Lajes das Flores, empresários, a associação de agricultores da ilha e uma associação ambientalista.

Segundo disse à Lusa, os "principais temas" que leva na agenda destas reuniões estão relacionadas com a saúde, o setor primário, a cultura e o ambiente.

Aníbal Pires sublinhou que, no que toca ao setor primário, é uma "preocupação permanente" na agenda do PCP, por ser "a base da produção da riqueza" na região.

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O secretário da Saúde dos Açores afirmou hoje que, até ao final do ano, deverão estar implementados mais de uma centena de núcleos de saúde familiar nas ilhas, para permitir maior proximidade entre utentes e profissionais de saúde.

“Na segunda-feira irá ser publicado o despacho que irá permitir a implementação destes núcleos de saúde familiar na região, com o objetivo de, até ao final do ano, esse processo estar devidamente concluído”, referiu Luís Cabral, após uma visita ao Centro de Saúde da Ribeira Grande, na ilha de S. Miguel.

De acordo com o governante, serão constituídos no total 165 ou 166 núcleos de saúde familiar na região, organismos compostos por médicos, enfermeiros e administrativos de família, permitindo introduzir uma “nova filosofia e maior personalização nos cuidados de saúde primários” no arquipélago.

“Ao contrário do que temos vindo a assistir no continente, em que se está a tentar aumentar o número de utentes por médico de família, aquilo que nós pretendemos é que cada núcleo de família familiar tenha 1.500 utentes, ou seja abaixo dos 1.900 utentes que neste momento um médico com 40 horas [de trabalho por semana] vai assistir”, afirmou Luís Cabral, admitindo que este objetivo não será de alcance imediato, sobretudo nas ilhas Terceira e S. Miguel, onde há mais falta de médicos de família.

Segundo disse Luís Cabral, é previsível que, “até ao final de 2016”, a Terceira tenha uma cobertura total das suas necessidades em termos de médicos de família e S. Miguel só deverá colmatar esta lacuna “no limite em 2017”.

O governante recordou que já anunciou para este ano a contratação de mais 150 enfermeiros e ainda esta semana foi publicado em Jornal Oficial a abertura de concurso para um total de 123 médicos.

Quanto aos administrativos, “serão contratados os que forem necessários para garantir que cada núcleo de saúde familiar fique completo”, disse.

“As unidades de saúde (de cada ilha) irão informar cada utente do nome do seu médico, caso já o tenha atribuído, nome do enfermeiro de família e o nome do administrativo de família, bem como dos contactos para chegar à proximidade de cada um destes profissionais”, disse Luís Cabral, acrescentando que caso o utente queira marcar uma consulta já não precisa de ligar para o número geral do Centro de Saúde, mas sim diretamente para o seu administrativo de família, que fará depois o agendamento da consulta.

Quantos os utentes sem médico de família, o secretário regional da Saúde garantiu que serão agrupados também nos núcleos de saúde familiar, sendo que lhes será automaticamente atribuído um enfermeiro e administrativo.

Luís Cabral explicou que, enquanto não se resolver nos Açores a falta de médicos de família, os enfermeiros e administrativos do núcleo de saúde de família do utente sem médico irão socorrer-se das consultas de atendimento complementar existentes em cada Centro de Saúde, sendo que o Governo também está a trabalhar para que “os atuais médicos de família possam dar um apoio adicional, assumindo a gestão de mais alguns núcleos até se colmatar a falta dos médicos de família na região”.

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O Novo Livro Azul tem um passado e um futuro a defender e a promover num novo ciclo
Editorial | Jornal Médico
O Novo Livro Azul tem um passado e um futuro a defender e a promover num novo ciclo

O Novo Livro Azul da APMGF é um desejo e uma necessidade. Volvidos 30 anos é fácil constatar que todos os princípios e valores defendidos no Livro Azul se mantêm incrivelmente atuais, apesar da pertinência do rejuvenescimento que a passagem dos anos aconselha. É necessário pensar, idealizar e projetar a visão sobre os novos centros de saúde, tendo em conta a realidade atual e as exigências e necessidades sentidas no futuro que é já hoje. Estamos a iniciar um novo ciclo!

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