A maioria dos portugueses (51%) deseja ter um papel mais ativo no que diz respeito à Saúde, revelam os dados de um inquérito realizado no âmbito do projeto “3F – Financiamento, Fórmula para o Futuro”.
A propósito do 27.º Congresso da European Association of Hospital Managers (EAHM) – organizado pela Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH), que decorre a partir de amanhã, no Centro de Congressos do Estoril – o Jornal Médico conversou com o presidente da APAH, Alexandre Lourenço, sobre o evento subordinado ao tema “Redefining the role of the hospital – innovating in population health”.
O absentismo na Saúde tem registado valores “muito anómalos” para o próprio setor, afirma o presidente da Associação dos Administradores Hospitalares (APAH), Alexandre Lourenço, considerando que este número não seria tão elevado se os profissionais estivessem motivados.
O Centro Hospitalar Lisboa Norte (CHLN) e a Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH) vão organizar a 2.ª conferência do Ciclo de Conferências 2018, subordinada ao tema “Gree Hospital – O futuro é hoje”.
A Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH) vai organizar o 27.º Congresso da European Association of Hospital Managers (EAHM), que irá decorrer nos dias 26 e 28 de setembro, no Centro de Congressos do Estoril, em Cascais.
O presidente da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH) alertou que alguns serviços hospitalares estão em risco, podendo mesmo ser encerrados, com a entrada em vigor dos horários de 35 horas e sem contratação de mais enfermeiros.
O Serviço Nacional de Saúde (SNS) tinha, a 19 de fevereiro, 960 camas ocupadas com internamentos sociais, cujo custo estimado anual para o Estado é de quase 100 milhões de euros, de acordo com dados do 2.º Barómetro de Internamentos Sociais (BIS), divulgado pela Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH), no sábado.
Era 11 de março de 2020, quando a Organização Mundial de Saúde declarou o estado de Pandemia por COVID-19 e a organização dos serviços saúde, como conhecíamos até então, mudou. Reorganizaram-se serviços, redefiniram-se prioridades, com um fim comum: combater o SARS-CoV-2 e evitar o colapso do Serviço Nacional de Saúde, que, sem pandemia, já vivia em constante sobrecarga.