terça-feira, 17 julho 2018 10:37

APCC: Maus comportamentos aumentam cancro da pele

Os maus comportamentos humanos são responsáveis pelo aumento do cancro da pele, que mata anualmente 250 portugueses, revelou o presidente da Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC), Osvaldo Correia.

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A Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC) inicia já este sábado, no Porto, uma campanha de alerta sobre cuidados a ter com o sol em férias e no trabalho, que inclui um roteiro itinerante por todo o país.

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O presidente da Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC), Osvaldo Correia, considera que os solários são um “cancerígeno completo”, apelando para o reforço da fiscalização, enquanto não podem ser encerrados definitivamente.

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Os custos associados ao tratamento do cancro de pele em hospitais públicos portugueses, entre 2011 e 2015, atingiram os 140 milhões de euros (M€). Os dados são de um estudo da Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC), que será divulgado hoje, em Lisboa, no âmbito da celebração do Dia do Euromelanoma.

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A Associação Portuguesa do Cancro Cutâneo (APCC) apelou ontem à população para estar atenta à qualidade dos protetores solares, alertando que as “loções bronzeadoras” são uma “falsa proteção” e podem ser prejudiciais para a saúde.

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A Associação Portuguesa do Cancro Cutâneo (APCC) alertou hoje para a importância de conhecer os sinais para tornar mais eficaz o autoexame ao cancro de pele, no dia em que o rastreio nacional arranca em 42 serviços de Dermatologia, data em que se assinala o Dia do Euromelanoma.

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A Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC) apelou hoje para a criação, em cada Unidade de Saúde Familiar, de equipas especializadas e preparadas para despistar através da Teledermatologia suspeitas de cancro de pele.

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A Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC) considerou tratar-se de “um erro grosseiro” aumentar a exposição solar pensando que a pele vai produzir mais vitamina D e lembrou que 20 minutos bastam para as necessidades diárias.

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COVID e não-COVID: Investimentos para resolver novos e velhos problemas
Editorial | Rui Nogueira, Médico de Família e presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
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Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. O estado de emergência terminou e o estado de calamidade passou, mas o problema de saúde mantem-se ativo. É urgente encontrar uma visão inovadora e adotar uma nova estratégia. As unidades de saúde precisam de encontrar respostas adequadas e seguras.

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