A Administração Regional de Saúde do Norte (ARSN) atualizou para 43 o número de casos positivos de Covid-19 no Centro Social Irmandade de São Torcato, em Guimarães. Em resposta enviada à Lusa, a ARSN refere que testaram positivo 33 funcionários e 10 idosos.

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O Ministério da Saúde e a Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP) vão estabelecer “um novo compromisso de cooperação” para os próximos cinco anos, consolidando, assim, a prestação de cuidados prestados pela APDP aos utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

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As Administrações Regionais de Saúde (ARS) vão passar a definir o número máximo de horas de prestação de serviços a contratar, assim como o respetivo encargo global com as mesmas, segundo um despacho do Ministério da Saúde.

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As unidades de saúde consideradas centros de referência vão receber mais pelas consultas e tratamentos nas áreas em que foram reconhecidas e aquelas sem esta classificação vão receber apenas metade pelos mesmos procedimentos, segundo a contratualização para 2018.

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As autoridades de saúde declararam ontem o fim da epidemia de sarampo em Portugal, apesar de manterem os níveis de alerta elevados devido à manutenção de surtos da Europa.

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O programa de rastreio do cancro da mama, que está a ser implementado na região Norte desde 2009, estendeu-se a 75 concelhos e abrangeu quase 25% da população feminina deste território, entre os 45 e 69 anos.

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A descentralização de competências da saúde para as autarquias deve realizar-se através de auto de transferência até 2021, mas a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) quer um levantamento do estado das infraestruturas e dos recursos humanos e materiais.

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prescrição eletronica

A Ordem dos Médicos alertou ontem para o aumento da possibilidade de erro devido às sucessivas falhas e enganos da Prescrição Eletrónica de Medicamentos (PEM), forçando os médicos a voltar à prescrição manual.

“Os médicos voltaram a ter de prescrever à mão, sem acesso ao histórico do doente e sem acesso a receitas triplas, agravando o trabalho e aumentado a possibilidade de erro”, afirmou a Ordem em comunicado.

Para a OM, “as sucessivas falhas e erros da PEM colocam em causa a segurança dos doentes no ato da emissão e renovação de receituário e, muitas vezes, impedem a sua dispensa na farmácia, obrigado os doentes ou os seus familiares a efetuarem mais deslocações e a perder tempo e dinheiro”.

“É inacreditável o número de dias em que a PEM não funciona convenientemente, provocando enormes perdas de tempo e contribuindo para a desmotivação e o desnecessário cansaço dos médicos”, adiantou a Ordem, esclarecendo que “os médicos apoiam a informatização da saúde, mas exigem que seja feita por gente competente e empenhada”.

Os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), responsável pela aplicação da PEM, não fazem, segundo a Ordem dos Médicos, “ideia do desastre que representa para uma consulta médica não ter acesso à informação anterior do doente”.

Associação Nacional de USF exige explicações

A Associação Nacional de Unidades de Saúde Familiar fez saber, através de comunicado enviado à redação do Jornal Médico, que “as falhas frequentes e a baixa velocidade a que a PEM tem vindo a funcionar tornam desesperante o desempenho dos médicos de família de todo o país”, exigindo que “o presidente dos SPMS esclareça publicamente o que se passa e aponte uma data para os problemas estarem resolvidos”.

E vai mais longe, afirmando que “o sistema tem falhado reiteradamente este mês de setembro”, perante a ausência de “explicações oficiais dos responsáveis nacionais, Serviços Partilhados do Ministério de Saúde (SPMS)”, uma situação que coloca “em causa o acesso dos portugueses aos medicamentos, atrasam, perturbam, bloqueiam e comprometem o trabalho e o cumprimento da carta de compromisso das Unidades de Saúde Familiar (USF), contratualizada anualmente com as ARS, estando a deixar os médicos de família em total stress profissional”.

Apesar de a legislação vigente não penalizar as USF em detrimento de incumprimentos decorrentes da falta de condições de trabalho, a Associação considera que “quem estão a ser prejudicados são os utentes e os profissionais na incapacidade de dar a resposta em tempo devido”.

ANF pede audiência ao presidente dos SPMS

Já na passada segunda feira a Associação Nacional das Farmácias havia manifestado, uma vez mais, aos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) a urgência de uma solução estrutural.

Em comunicado enviado à nossa publicação, este organismo defendeu que “os SPMS devem esclarecer se consideram ‘normais dores de crescimento’ estes problemas, que se arrastam há meses. As farmácias não aceitam a sua banalização, tendo em conta os danos causados aos portugueses no acesso ao medicamento, bem como os danos económicos e reputacionais à respetiva atividade”.

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O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Editorial | Jornal Médico
O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. Encontrar uma nova visão e adotar uma nova estratégia útil na nossa prática clínica quotidiana. Valorizar as unidades de saúde por estarem a dar as respostas adequadas e seguras é o mínimo que se exige, mas é urgente e inevitável um plano de investimento nos centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.

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