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O presidente do Governo Regional da Madeira, Miguel Albuquerque, inaugurou hoje o novo Centro de Saúde da Calheta, uma obra orçada em 3,4 milhões de euros, afirmando que é resultado da “vontade do povo” e da Santa Casa da Misericórdia da Calheta.

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[caption id="attachment_6088" align="alignleft" width="300"]calheta-madeira Confrontado com o facto de uma criança daquela idade ter sobrevivido sozinha durante três dias e três noites, supostamente ao relento, ao frio, na zona da ilha onde foi encontrada, o médio disse “não conhecer o local”, mas admitiu ser “intrigante” ter “chegado bem como chegou ao hospital”[/caption]

O director da Unidade de Neonatologia do Hospital do Funchal, que observou a criança de 18 meses que hoje foi encontrada após ter desaparecido na Calheta, no domingo, considerou “intrigante” que esta tenha sobrevivido sozinha durante este tempo.

José Luís Nunes, pediatra, disse aos jornalistas que a criança está bem, não apresenta lesões e “dorme calmamente”.

“À entrada [nas urgências hospitalares], a criança estava consciente, lúcida, ligeiramente fria, mas não apresentava lesões visíveis de maus tratos”, disse o médico em conferência de imprensa.

Segundo José Luís Nunes, o menino “apresentava sinais de frio, mas está clinicamente bem e, depois de ter tomado leite no Centro de Saúde da Calheta, voltou a tomar um copo de leite. Está acompanhado pela mãe e neste momento dorme calmamente”.

Confrontado com o facto de uma criança daquela idade ter sobrevivido sozinha durante três dias e três noites, supostamente ao relento, ao frio, na zona da ilha onde foi encontrada, o médio disse “não conhecer o local”, mas admitiu ser “intrigante” ter “chegado bem como chegou ao hospital”.

“É difícil, mas as crianças têm muita resistência. Mas sem comer e ao frio seria difícil”, acrescentou.

Quando questionado sobre se a criança trajava a mesma roupa que usava aquando do desaparecimento, o médico admitiu que, devido a apresentar hipotermia quando foi observado inicialmente no Centro de Saúde da Calheta, lhe possam ter vestido outras peças de vestuário.

Por seu turno, o presidente do Serviço de Saúde da Madeira, Miguel Ferreira, corroborou que a criança “está bem, com sinais de hipotermia, mas activa, consciente e reconhece perfeitamente a mãe”.

O responsável concluiu que “a criança vai passar o dia de hoje e a noite em observação no hospital como medida de prevenção, mas amanhã [quinta-feira] deverá regressar ao domicílio”.

O menino, que desapareceu no domingo quando se encontrava num encontro da família na casa do tio, no sítio dos Reis Acima, na zona alta do concelho da Calheta, foi encontrado esta manhã por um levadeiro (profissional responsável pela distribuição de água de rega na Madeira), entre as 07:00 e as 08:00.

e� mg��� �g seguradas pelo aumento das 35 para as 40 horas – mais horas de técnicos de saúde para prestar aos utentes.

Paulo Macedo sublinhou a descida das horas extraordinárias (menos três por cento) e a redução em três por cento em prestação de serviços.

“Quando se defende o SNS é com dados concretos, não é com retóricas, nem acusações de que vai desaparecer. E isto faz toda a diferença”, disse.

A deputada socialista Luísa Salgueiro acrescentou às críticas a alegada falta de profissionais para assegurar o funcionamento de Viatura Médicas de Emergência Rápida (VMER), as dúvidas sobre a concretização do anunciado alargamento do horário dos centros de saúde por causa da gripe, a falta de profissionais na área da oncologia.

A deputada questionou ainda Paulo Macedo sobre o “negociozinho entre amigos” que na sua opinião se apresenta a contratação da empresa do ex-presidente do INEM para elaborar um estudo sobre a reorganização hospitalar.

“O ministro preocupa-se muito com os números, mas esqueceu-se dos portugueses”, disse.

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Crónicas de uma pandemia anunciada
Editorial | Jornal Médico
Crónicas de uma pandemia anunciada

Era 11 de março de 2020, quando a Organização Mundial de Saúde declarou o estado de Pandemia por COVID-19 e a organização dos serviços saúde, como conhecíamos até então, mudou. Reorganizaram-se serviços, redefiniram-se prioridades, com um fim comum: combater o SARS-CoV-2 e evitar o colapso do Serviço Nacional de Saúde, que, sem pandemia, já vivia em constante sobrecarga.

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