O Hospital Distrital de Santarém (HDS) tem a decorrer “um processo urgente de contratação de médicos cardiologistas”, com o objetivo de assegurar o funcionamento da Unidade Coronária.

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A Entidade Reguladora da Saúde (ERS) detetou problemas no acesso a consultas de Cardiologia no Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental (CHLO), tendo verificado que existem utentes a esperar mais de um ano por consultas de seguimento.

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Idosos de Idanha-a-Nova receberam consultas de Cardiologia gratuitas, 18 no total, no âmbito de uma parceria entre a câmara municipal e a Fundação Álvaro Carvalho (FAC).

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segunda-feira, 30 julho 2018 10:44

CHBM adquire novos equipamentos para Cardiologia

O Centro Hospitalar Barreiro-Montijo (CHBM) adquiriu dois novos equipamentos para o serviço de Cardiologia, num investimento de cerca de 38 mil euros.

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O ministro da Saúde anunciou, na sexta-feira, a criação de uma Unidade de Cardiologia de Intervenção na Covilhã, estrutura que põe fim à “zona cinzenta” que existia nesta região na resposta a doentes cardíacos agudos.

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Idoso
Um em cada dez portugueses com mais de 65 anos sofre de arritmia cardíaca, potencialmente causadora de AVC, sendo que mais de um terço desconhece ter a doença e a grande maioria está mal medicada, revela um estudo.

Trata-se do Estudo SAFIRA (System of AF evaluation In Real world Ambulatory patients), que traça o mais recente retrato da prevalência e padrões de tratamento de fibrilhação auricular (FA) e risco cardiovascular na população portuguesa com mais de 65 anos.

Os resultados apontam para um grande subdiagnóstico, já que de entre os 9% dos casos em que se detetou FA (arritmia que pode provocar a oclusão do sangue na aurícula e consequente formação de coágulo, que se solta provocando AVC ou embolismo), 35,9% desconheciam ter a doença.

Por outro lado, 18,6% dos doentes não diagnosticados apresentavam um tipo de FA não detetável no eletrocardiograma, sendo identificada apenas por outros exames, “o que sublinha a importância de uma investigação mais prolongada dos sintomas, nomeadamente na população mais idosa”, revelam as conclusões do estudo.

A par do subdiagnóstico, existe também um subtratamento, pois mais de metade dos doentes (56,3%) não estavam anticoagulados e, dos que estavam, 74,2% estavam mal medicados.

O estudo identificou ainda um problema de polimedicação, já que o número mediano de fármacos prescritos a estes doentes é de 4,8, o que corresponde à toma de 6,7 comprimidos por dia.

Para Pedro Monteiro, coordenador do Estudo SAFIRA, “estes resultados mostram os enormes desafios ainda existentes na identificação e gestão da FA e risco cardiovascular e constituem um importante alerta para a otimização das estratégias de controlo da doença e promoção da saúde neste setor da população”.

O investigador considera da “maior importância” ter um conhecimento real dos padrões de prevalência da FA em Portugal, para se poderem criar e desenvolver “estratégias de diagnóstico, tratamento e controlo de risco realistas e eficazes”.

No que respeita à adesão terapêutica, quase metade dos doentes (45,1%) considera que o fator mais importante é a segurança, ao passo que 35,6% apontam a eficácia, 12,8% o custo e apenas 6,7% valorizam a comodidade posológica. Apenas 4,8% dos doentes medicados com novos anticoagulantes orais admitiram ter descontinuado o tratamento devido ao preço.

O estudo foi desenvolvido entre 2014 e 2015 e envolveu 7.500 portugueses com 65 ou mais anos.

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Medico

O Centro Hospitalar do Médio Ave (CHMA) vai ter mais seis médicos cardiologistas, indicou ontem o Bloco de Esquerda (BE), citando informações do Ministério da Saúde.

Em comunicado, o BE indica saber que "o processo da contratualização de cinco cardiologistas, em regime de prestação de serviço, para início de funções imediatas", bem como de mais um especialista "está em finalização".

Segundo dados da nota dos bloquistas o CHMA, que dispõe de uma unidade em Vila Nova de Famalicão e outra em Santo Tirso, dispõe atualmente de "apenas dois médicos cardiologistas e ainda de um médico de cardiologia pediátrica, em regime de prestação de serviços de quatro horas semanais".

O BE vinca que assim se pretende "ultrapassar os constrangimentos na falta de resposta desta especialidade".

"É um sinal positivo do Governo relativamente ao desinvestimento grande e cortes dos anteriores governos ao CHMA e o reconhecimento das propostas que o Bloco apresenta no sentido de impedir o atrofiamento deste centro hospitalar", refere o deputado Pedro Soares eleito pelo distrito de Braga.

A informação do Ministério da Saúde foi indicada na quarta-feira, dia em que a Comissão Parlamentar de Saúde discutiu um projeto de resolução do BE que recomendava "melhorias" e "mais investimento no CHMA", hospital que os bloquistas acreditam que "tem sofrido pela falta de recursos técnicos e humanos", bem como pelo "adiamento constante de obras de remodelação".

O BE relata que em meados do ano de 2015, dois cardiologistas saíram deste centro hospitalar não tendo sido substituídos e que desde então as consultas de Cardiologia foram repetidamente adiadas.

"Com este reforço na equipa médica para o serviço de cardiologia do CHMA, fica bem claro que houve desinvestimento e uma redução no número de consultas de ano para ano e, comparando os meses, essa redução é ainda mais significativa", lê-se na nota dos bloquistas.

Dados do BE apontam que em janeiro de 2014 foram feitas 412 consultas em Famalicão, um número que decresceu para 392 no mesmo mês de 2015 e para 78 este ano.

Já em Santo Tirso, unidade onde além deste concelho são atendidos utentes da Trofa, realizaram-se 240 consultas em janeiro de 2014, 284 em 2015 e 142 em 2016.

O CHMA dá resposta a mais de 200 mil pessoas, em referenciação direta e indireta.

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De acordo com dados do Programa Nacional das Doenças Cérebro-Cardiovasculares, a mortalidade por doenças cérebro-cardiovasculares atingiu em 2013 um valor de 29,5%, mantendo uma trajetória de descida nas últimas três décadas. De salientar que em 1988, Portugal registava um valor de 44,4%.

Contudo, e apesar desta evolução positiva, a Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) recorda que as doenças cérebro-cardiovasculares continuam a ocupar o 1.º lugar nas causas de morte dos portugueses com idade inferior a 70 anos, à frente dos tumores malignos que são responsáveis por cerca de 25% da mortalidade no mesmo grupo etário.

As doenças cérebro-cardiovasculares incluem as doenças cardiovasculares (doença cardíaca isquémica ou doença coronária) e as doenças cerebrovasculares (AVC isquémico ou trombótico). Em Portugal, ao contrário dos restantes países europeus, as doenças cerebrovasculares são responsáveis pela maior percentagem (2/3) da mortalidade.

Comparando as nossas estatísticas com as de outros países europeus, verificam-se das mais reduzidas taxas de mortalidade por cardiopatia isquémica e das mais elevadas por AVC. Esta disparidade em relação à Europa, pode ser explicada pelo deficiente controlo da hipertensão arterial na nossa população e, em menor grau, pelas baixas taxas de anticoagulação na fibrilhação auricular.

Em todo o caso, é assinalável o caminho percorrido em Portugal, uma vez que se conseguiu reduzir os valores de mortalidade cardiovascular nas últimas três décadas, muito graças aos esforços realizados com campanhas de prevenção, educação e consciencialização da população que foram sendo lançadas ao longo dos anos.

Estudos realizados nos países desenvolvidos, onde também se observou uma evolução positiva na mortalidade cardiovascular, concluíram que a redução da mortalidade foi condicionada pelas medidas preventivas em cerca de 50%, em 40% pelos tratamentos e em 10% por causas não identificadas, o que justifica a necessidade de investir na prevenção, numa mais ampla disponibilização dos tratamentos e no treino dos profissionais de Saúde.

Foram publicados recentemente estudos que concluem que a doença coronária é suscetível de prevenção em 80% dos casos por intervenção no estilo de vida, através da cessação tabágica, controlo dos fatores de risco cardiovasculares, aumento da atividade física e adoção de uma dieta saudável.

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2020: Linhas de provocação de uma nova década com novas obrigações para novos contextos
Editorial | Rui Nogueira
2020: Linhas de provocação de uma nova década com novas obrigações para novos contextos

Este ano está quase a terminar e uma nova década vai chegar. O habitual?! Veremos! Na saúde temos uma viragem em curso e tal como há 40 anos, quando foi fundado o Serviço Nacional de Saúde (SNS), há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções.

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