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Diretores de departamento e de serviço do Centro Hospitalar Lisboa Norte (CHLN) escreveram à ministra da Saúde a manifestar "profunda preocupação" com a não recondução do presidente da administração da instituição.

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O Governo vai substituir o presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar de Lisboa Norte (CHLN), Carlos Martins.

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terça-feira, 15 janeiro 2019 17:21

CHLN: Desvio nos heliportos não colocou vidas em risco

O presidente da administração do Centro Hospitalar Lisboa Norte (CHLN), Carlos Martins, assegura que não tem conhecimento de situações que tenham colocado os doentes em risco de vida ou com sequelas devido a desvios dos helicópteros do INEM por impedimento de aterrar no heliporto hospitalar à noite.

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HPV

Na sequência das “constantes preocupações” com o Hospital Pulido Valente (HPV), manifestadas pela Plataforma Lisboa em Defesa do SNS, o presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar Lisboa Norte (CHLN), Carlos das Neves Martins, anunciou ontem que o organismo será requalificado e transformado num parque de saúde, com o objetivo de “solucionar questões futuras e manter esta unidade operacional no quadro do SNS”.

De acordo com um comunicado do CHLN a que o nosso jornal teve acesso, “pretende-se retomar as obras paradas há cinco anos, assim como aumentar os serviços públicos no campus [do HPV], com “100% de ocupação ao serviço das pessoas e mais cuidados de saúde diferenciados em proximidade”, já que “apenas 60% da área se encontrava em atividade”. O HPV manter-se-á como “património público”, garantiu o responsável.

O plano de requalificação visa um aumento da oferta dos serviços de saúde, contemplando desde a medicina geral e familiar a cuidados hospitalares, passando ainda pelos cuidados paliativos e cuidados continuados.

No requalificado parque de saúde ficarão instalados serviços do Ministério da Saúde como a Central de Esterilização Partilhada e o Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências.

A Plataforma Lisboa em Defesa do SNS tem mostrado apreensão com o futuro do HPV, acusando a administração de “redução do número de camas e serviços no hospital”. A este respeito, Carlos Martins frisou que, “no futuro, vão ser aumentadas e que o parque de saúde passará a ter 274 camas”. Segundo o responsável, “na área dos cuidados paliativos e continuados será a Santa Casa da Misericórdia a pagar uma renda para a utilização do espaço”. O plano de requalificação contempla ainda a instalação da Unidade de Saúde Familiar (USF) do Lumiar.

No entender da Plataforma Lisboa em Defesa do SNS, a cedência de espaço para uma USF e a entrega dos cuidados continuados e paliativos à Santa Casa da Misericórdia “faz parte de uma estratégia de desmantelamento” do HPV.

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Hospital Santa Maria

Foi aprovada, a 31 de março de 2016, a Resolução do Conselho de Ministros que nomeou o novo conselho de administração do Centro Hospitalar Lisboa Norte, E.P.E., (CHLN).

Presidido pelo Dr. Carlos José das Neves Martins, que foi reconduzido na sua função gestionária, o novo órgão de administração do CHLN é ainda integrado pelos vogais executivos, Dr. Carlos Magno Fontes, Dr. Júlio Candeias Pedro, Dr.ª Maria Margarida Lucas (Diretora Clínica) e Enf.ª Catarina dos Santos Batuca (Diretora de Enfermagem), tendo sido estes três últimos gestores reconduzidos nas suas funções.

A idoneidade, experiência e competências destes profissionais para o desempenho dos cargos estão plasmadas nas respetivas sinopses curriculares:

Carlos José das Neves Martins – Presidente - Natural de Portimão, Algarve onde nasceu em 1961. Licenciado em Relações Internacionais, Ramo Económico e Políticas pela Universidade do Minho, foi Presidente da sua Associação Académica na década de oitenta. Iniciou a sua vida profissional em 1985, no então Instituto Politécnico de Faro, após o que se seguiram vários cargos a nível regional, nacional e internacional, designadamente autarca no Município de Portimão - 1985 a 2001, Diretor Regional e Presidente do Instituto da Juventude - 1989 e 1991, Representante de Portugal no Comité de Peritos de Juventude da União Europeia e Perito de Politicas Locais no Conselho da Europa de 1990 a 1994, Presidente da Região de Saúde do Algarve e Coordenador do Gabinete de Relações Externas da Universidade do Algarve de 1996 a 1999. Em 1999, foi eleito Deputado à Assembleia da República pelo Círculo do Algarve, suspendendo as funções no período de 2002 a 2005 por posse sucessiva nos XV e XVI Governos Constitucionais, respetivamente, na qualidade de Secretário de Estado da Saúde e Secretário de Estado Adjunto do Ministro do Turismo. Em 2005 regressou ao seu lugar de Assessor do Quadro na Universidade do Algarve, pedindo no mesmo ano uma licença sem vencimento para poder exercer funções no setor empresarial privado e iniciar atividade de prestação de serviços de consultoria internacional. Foi Assessor do Ministro da Saúde para as áreas das Relações Internacionais e Cooperação e em Projetos Estratégicos Interministeriais, de maio de 2012 a 20 de fevereiro de 2013. É autor de vários artigos sobre desenvolvimento sustentável e poder local, economia social e cooperação internacional, turismo e saúde, destinos emergentes e internacionalização empresarial, temas que igualmente tem abordado na qualidade de orador em conferências de âmbito nacional e internacional. Em 1987 foi distinguido com um Louvor Militar por serviços prestados como Oficial Miliciano de Artilharia da Brigada Mista Independente, em 2000 recebeu um Louvor do Magnífico Reitor da Universidade do Algarve, publicado em Diário da República, em 2003 ganhou o Galardão de «Reconhecimento e Mérito pelo Desenvolvimento e Promoção do Algarve», em 2008 recebeu a «Medalha de Mérito Municipal de Portimão - Grau Ouro» e em 2009 foi agraciado publicamente pelo Conselho das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil «Pela sua relevante atuação económica e contribuição na promoção da amizade e dos negócios internacionais na língua portuguesa».

Carlos Magno Neves Fontes – Vogal Executivo - Licenciado em Organização e Gestão de Empresas pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), em 1978. Até à data, assumiu as funções de Diretor Financeiro do Hospital Fernando da Fonseca, cargo que assumiu desde junho de 2009. De dezembro de 2006 a maio de 2009 foi Diretor Coordenador das áreas financeira e de auditoria da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS). Em 2003 a 2006 assumiu funções junto da Portugal Telecom (PT), na qualidade de responsável pela Tesouraria da PT- Multimédia, empresa onde já tinha sido de 2002 a 2003 Diretor Financeiro. De 1999 a 2001 foi igualmente Diretor Financeiro da JAE Construção, S.A. – ICOR. Anteriormente, desde 1994 assumiu as funções de responsável pela Tesouraria da Transgás – Sociedade Portuguesa de Gás Natural, SA. Entre 1993 e 1994 assumiu as funções de Diretor Financeiro da Unifina (SFAC) e na Unilong (ALD). Esteve ao serviço da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), na qualidade de Inspetor, de 1990 a 1993 e entre 1984 e 1990 assumiu as funções de Inspetor Coordenador da Supervisão Bancária e de Seguros da Autoridade Monetária e Cambial de Macau. Foi ainda Auditor Coordenador dos Correios e Telecomunicações de Portugal (CTT), entre 1981 e 1984 e auditor da Arthur Young & Co entre 1978 a 1981.

Júlio Paulo Candeias Pedro – Vogal Executivo - Licenciado em Gestão de Recursos Humanos pela Universidade Lusófona, em 1999, possui uma Especialização em Administração Hospitalar pela Escola Nacional de Saúde Pública, em 2002, a que acresce o PADIS - Programa de Alta Direção de Instituições de Saúde na AESE - Escola de Direção e Negócios, feito em 2008. Em 2007, fez o Mastering Health Care Finance — International Executive Program, realizado pela Univertsité Lausanne/Harvard Medical School/Hospital Geral de Santo António. É Administrador Hospitalar de 4.º grau, vinculado ao quadro único de administradores hospitalares, desde 14 de novembro de 2007.Assumiu as funções de Vogal do Conselho de Administração do CHLN desde 2014 até à data. De 2010 a 2014 foi Vogal do Conselho Diretivo do INEM e de 2006 a 2010 foi Vogal Executivo do Conselho de Administração do Hospital do Litoral Alentejano.

Maria Margarida Barreira Lucas – Vogal Executiva- Diretora Clínica - Licenciada em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa desde 1977 e obteve o título de Especialista em Medicina Interna em 1988, tendo efetuado as provas de aptidão pedagógica e capacidade científica pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, em 1991. Desde 2008 a 2016 exerceu as funções de Diretora do Serviço de Urgência Central do CHLN, com a responsabilidade pela gestão estratégica do serviço e a negociação dos respetivos contratos-programa, destacando-se do seu currículo os cargos de Adjunta da Direção Clínica do CHLN, no período 2008-2013, para a área das Urgências, acompanhando a reestruturação do Centro Hospitalar, de Coordenadora da Equipa de Gestão de Altas do CHLN, desde 2009, de Assistente Graduada Sénior de Medicina Interna, de Coordenadora de Setor e Adjunta do Diretor de Serviço de Medicina Interna do CHLN desde 2000, assumindo ainda as funções de preleção da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa desde 1983, na qualidade de Assistente Convidada.

Catarina das Dores Praça dos Santos Batuca – Vogal Executiva - Enfermeira Diretora. Licenciada em Enfermagem pela Escola Técnica de Enfermeiras, mais tarde designada Escola Superior de Enfermagem Francisco Gentil. Iniciou a sua vida profissional em 1980 no Hospital de Pulido Valente, na prestação direta de Cuidados no Serviço de Recobro Anestésico, onde permaneceu até 1986. Nesta data, frequentou o Curso em Enfermagem de Reabilitação na Escola do Serviço de Saúde Militar. Regressou ao Hospital de Pulido Valente em outubro de 1988, na qualidade de Enfermeira Especialista exercendo funções no Departamento de Reeducação Funcional Respiratória e em 1991, no Serviço de Cirurgia Torácica. Em março de 1993 foi convidada para exercer as funções de Enfermeira Chefe do Serviço de Bloco Operatório, atividade que interrompeu em 1997 para ingressar no C.E.S.E. em Administração dos Serviços de Enfermagem na Escola Superior de Enfermagem Maria Fernanda Resende, após o que, a convite do Conselho de Administração foi exercer funções na qualidade de Enfermeira Supervisora, na Direção de Enfermagem. Em 2005 foi nomeada Enfermeira Diretora do Hospital de Pulido Valente. Com a criação do Centro Hospitalar Lisboa Norte foi convidada a integrar como Vogal o Conselho de Administração exercendo funções de Enfermeira Diretora até à presente data.

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Hospital Santa Maria
O presidente de Santa Maria garantiu hoje que o seu hospital nunca foi contactado por São José para receber o jovem que morreu com um aneurisma, apesar de inicialmente ter tido a informação de que recusou ajuda que lhe foi pedida.

Ouvido hoje na comissão parlamentar de Saúde, a pedido do PCP, Carlos Martins explicou que pôs imediatamente o lugar à disposição porque foi contactado pelo ministro que lhe disse que “o presidente da Administração Regional de Saúde [ARS] se demitiu e que havia outras duas pessoas na mesma situação” [os presidentes dos hospitais de Santa Maria e São José].

O caso de David Duarte, que morreu na madrugada de 14 de dezembro após ter dado entrada no São José com um aneurisma roto, está hoje a ser apreciado na comissão parlamentar de saúde.

O presidente do conselho de administração do Hospital de Santa Maria entendeu então deixar total liberdade ao ministro para tomar as medidas que entendesse necessárias.

Até porque, acrescentou, nesse dia [22 de dezembro] “ao final de tarde, os dados disponíveis pelo ministro eram de que Santa Maria tinha sido acionado e não tinha respondido”.

Carlos Martins terá tomado por boa essa informação, mas à noite (nesse mesmo dia), o diretor de serviço disse-lhe “que Santa Maria não tinha disso acionado”, facto de que o presidente do Conselho de Administração disse ter provas.

O responsável deu ainda a entender que teria tido resposta para o jovem se tivesse sido contactado, já que desde 2008 aquele hospital dispõe de um sistema que funcionou sempre e que consiste numa “escala voluntária”, em que os profissionais sabem que podem ser chamados para comparecer no hospital e que têm um pagamento percentual estipulado

“De acordo com o relatório que solicitei, não temos nenhum registo de falha neste período de tempo, nenhum registo de morte ou recusa de qualquer profissional de comparecer no hospital em caso de necessidade. É essa a prática, diria que quase corrente, em Santa Maria”, afirmou.

O responsável sublinhou que “até prova em contrário, o sistema montado desde 2008 funcionou: prevenções para resposta quando necessário”.

Lusa

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Adalberto_Campos_Fernandes
O PS e o PCP aprovaram hoje um requerimento para ouvir o ministro da Saúde e os dirigentes da saúde demissionários na sequência da morte de um jovem com um aneurisma roto no Hospital de São José, em Lisboa.

O requerimento do PCP foi aprovado na Comissão Parlamentar de Saúde, com as abstenções do PSD e do CDS, disse fonte do grupo parlamentar comunista, acrescentando que o Bloco de Esquerda não estava presente.

O requerimento solicitava a audição urgente do ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, e dos demissionários presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa, Cunha Ribeiro, e presidentes dos conselhos de administração dos centros hospitalares de Lisboa Norte (CHLC), Carlos Martins, e de Lisboa Central (CHLC), que inclui o hospital de São José, Teresa Sustelo.

Em causa está a morte de David Duarte, de 29 anos, que deu entrada no hospital de São José numa sexta-feira a necessitar de “uma intervenção da área da neurocirugia", tendo acabado por não ser "intervencionado porque a equipa especializada neste tipo de intervenção, ao invés de estar ao serviço no hospital, como as boas práticas clínicas assim o exigiram, encontrava-se em situação de prevenção”.

O PCP lamenta que “apesar desta situação ser conhecida das várias entidades” só depois da morte do rapaz e da notoriedade adquirida pelo acontecimento é que os responsáveis “apresentaram a demissão”, tendo também posto o cargo à disposição o “Presidente do Conselho de Administração do centro Hospitalar de Lisboa Norte, que inclui o hospital de Santa Maria, por ter os mesmo problemas e as mesmas limitações”.

Para os comunistas, “esta situação não se desliga do desinvestimento no Serviço Nacional de Saúde”, da “retração da sua capacidade de resposta”, da “desvalorização dos profissionais de saúde e das suas carreiras”.

O requerimento do grupo parlamentar do PCP foi assim justificado com a “gravidade da situação, que contraria plenamente todo o discurso propagandístico do anterior executivo quanto à capacidade de resposta do SNS,” e com a necessidade de debater as “consequências da política e das opções do anterior executivo”.

Lusa

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hospitalsjosé
Os presidentes da ARSLVT, do centro Hospitalar de Lisboa Central e do Centro Hospitalar Lisboa Norte demitiram-se ontem (22 de dezembro), na sequência da morte de um homem no Hospital de São José, em Lisboa, por falta de um neurocirurgião.

A demissão dos responsáveis da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), Luís Cunha Ribeiro, do Centro Hospitalar Lisboa Central, Teresa Sustelo, e do Centro Hospitalar de Lisboa Norte, Carlos Martins, foi anunciada ontem ao princípio da noite, no Ministério da Saúde, numa comunicação dos três responsáveis sem direito a perguntas dos jornalistas.

O jornal Correio da Manhã noticiou ontem que David Duarte, de 29 anos, foi transferido de urgência para o Hospital de São José, devido a uma hemorragia cerebral resultante de um aneurisma, com indicação para ser operado de imediato, mas não o foi porque aquela unidade hospitalar não tinha um neurocirurgião disponível.

Na comunicação, Luís Cunha Ribeiro adiantou que "foram tomadas medidas" para que situações análogas não voltem a acontecer.

"A partir de agora, foi autorizado que passe a haver resposta para situações deste género. Hoje, doentes em situações semelhantes não terão o mesmo destino do que ocorreu há uma semana", declarou.

Luís Cunha Ribeiro, que lamentou o ocorrido e endereçou condolências à família do jovem que morreu, disse que a ARSLVT solicitou ao conselho de administração do Centro Hospitalar Lisboa Central a instauração de um inquérito, o mesmo fazendo junto da Inspeção-Geral da Saúde.

"Enquanto presidente da ARS e com responsabilidade em todos os hospitais [da ARS de Lisboa e Vale do Tejo] acabei de apresentar a minha demissão ao ministro da Saúde", disse a seguir, na curta declaração, explicando que não responderia a perguntas dos jornalistas por o caso estar a ser alvo de um inquérito.

Os presidentes dos centros hospitalares Lisboa Central e Lisboa Norte, que também se demitiram e estavam presentes, não fizeram qualquer declaração.

Cunha Ribeiro lamentou que, "nos últimos anos", não tivesse havido recursos humanos de forma a impedir a morte de pessoas por falta de assistência.

Lusa/Jornal Médico

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Preparados para o Futuro? // Preparar o Futuro
Editorial | Conceição Outeirinho
Preparados para o Futuro? // Preparar o Futuro

O início da segunda década deste século, foram anos de testagem. Prova intensa, e avassaladora aos serviços de saúde e aos seus profissionais, determinada pelo contexto pandémico. As fragilidades do sistema de saúde revelaram-se de modo mais acentuado, mas por outro lado, deu a conhecer o nível de capacidade de resposta, nomeadamente dos seus profissionais.