A Câmara de Vila Velha de Ródão aderiu à Rede Solidária do Medicamento com o objetivo de minimizar as dificuldades dos munícipes no acesso aos medicamentos prescritos.

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A primeira Unidade de Saúde Familiar (USF) de Castelo Branco já foi criada e irá abranger cerca de 10 mil utentes, anunciou hoje o presidente da Unidade Local de Saúde (ULS), Vieira Pires.

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A Câmara Municipal (CM) e a Unidade Local de Saúde (ULS) de Castelo Branco estão a desenvolver um projeto que abrange crianças e jovens, cujo objetivo é promover hábitos alimentares saudáveis.

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O IPCB assinou um protocolo com a Comissão Nacional de Cuidados Paliativos no âmbito da formação pré-graduada e pós-graduada e, ainda, na investigação nesta área de prestação de cuidados de saúde.

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InemAmbulancia

A população de Oleiros vai passar a ser servida por duas unidades móveis de saúde, um investimento municipal de 100 mil euros, anunciou a Câmara daquele concelho do distrito de Castelo Branco.

O novo serviço municipal é apadrinhado na quarta-feira pelo secretário de Estado adjunto do ministro da Saúde, Fernando Leal da Costa.

As duas Unidades Móveis de Saúde destinam-se a apoiar a população do concelho de Oleiros, nomeadamente aquela que se encontra mais afastada da sede de concelho.

"Uma das unidades vai ter um enfermeiro a tempo inteiro para prestar serviços de saúde às pessoas que se encontram mais isoladas ou que precisem de cuidados de enfermagem. A outra conta com um psicólogo para apoio à população", disse hoje o presidente da Câmara de Oleiros, Fernando Marques Jorge, à agência Lusa.

O autarca explicou ainda que a Unidade Móvel de Saúde com o enfermeiro, além de fazer os tradicionais despistes de tensão arterial, diabetes e pensos, "vai fazer também uma triagem no terreno com vista à redução de consultas presenciais".

"Vamos ver se conseguimos também um médico para estas unidades", adiantou o presidente da Câmara de Oleiros.

Fernando Marques Jorge disse que o município fez um investimento de 100 mil euros nas duas unidades e adiantou que vão ser colocados em pontos estratégicos do concelho quatro desfibrilhadores.

A câmara vai também comprar pulseiras electrónicas para distribuir pelas pessoas do concelho que se encontram a viver em zonas isoladas e distantes de Oleiros.

O governante vai inaugurar na quarta-feira as duas Unidades Móveis de Saúde e visitar o Centro de Saúde de Oleiros.

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Informática

Os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) confirmam que o problema informático que afectou durante um mês os centros de saúde de Castelo Branco levou a perda de dados de utilizadores.

"A base de dados foi reposta e também toda a parte de infra-estruturas. Mas o problema foi grande e existem utilizadores que perderam dados" adiantou fonte oficial daquela estrutura.

Segundo a SPMS, estão ainda a tentar recuperar os dados perdidos por alguns dos utilizadores do sistema informático.

A mesma fonte esclareceu também que o problema não esteve relacionado com nenhum ataque de piratas informáticos.

"Posso garantir que o problema no sistema informático dos centros de saúde de Castelo Branco não teve a ver com 'hackers'. Aquilo que se passou foi um 'crash' na base de dados e não foi possível recuperar por corrupção de ‘data files’", referiu à agência Lusa a mesma fonte.

Garantiu ainda que se tratou de uma intervenção "complexa" no sistema informático, mas disse que da parte dos SPMS "está tudo regularizado".

O alegado ataque de piratas informáticos ao sistema chegou a ser falado na sessão pública da Câmara de Castelo Branco, realizada no dia 18 de Julho, por um vereador do PSD.

Os dois centros de saúde de Castelo Branco estiveram sem sistema informático quase um mês, situação que causou imensos transtornos, não só aos utentes como também aos profissionais de saúde.

A direcção distrital do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas emitiu também um comunicado, através do qual, além de várias críticas, manifestou preocupação com os dados clínicos dos utentes e lamentou o facto de ninguém esclarecer o assunto.

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segunda-feira, 10 fevereiro 2014 11:45

Futuro das IPSS passa por apoio domiciliário aos idosos

[caption id="attachment_6576" align="alignleft" width="300"]scmcastelobranco O coordenador do secretariado regional de Castelo Branco da União das Misericórdias Portuguesas falava durante o 1.º Encontro de Gerontologia da Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco, uma iniciativa integrada nas comemorações dos 500 anos da instituição[/caption]

O coordenador regional de Castelo Branco da União das Misericórdias defende que o futuro das instituições portuguesas de solidariedade social (IPSS) passa pela aposta no apoio domiciliário aos idosos.

"Temos um problema sobre a sustentabilidade das IPSS no futuro. Já não é possível responder às necessidades dos idosos, criando mais equipamentos. O envelhecimento da população vai continuar e as instituições têm que perceber, de uma vez por todas, que têm de apostar no apoio ao domiciliário aos idosos", referiu Joaquim Morão.

O coordenador do secretariado regional de Castelo Branco da União das Misericórdias Portuguesas falava durante o 1.º Encontro de Gerontologia da Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco, uma iniciativa integrada nas comemorações dos 500 anos da instituição que se realizou na passada sexta-feira.

Joaquim Morão disse ainda que nos últimos 40 anos houve mudanças significativas na população portuguesa, onde havia "uma população activa e 40 anos depois existe um país de velhos".

Apesar das dificuldades que Portugal atravessa, Joaquim Morão explicou que "o país tem vindo a organizar-se para dar uma resposta ao envelhecimento da população".

"Se antes do 25 de Abril, praticamente eram as misericórdias a prestar um serviço de saúde e de assistência, nos últimos 25 anos surgiu uma nova realidade, as IPSS que se instalaram por todo o país".

O director distrital do Centro de Segurança Social de Castelo Branco tem a mesma opinião que Joaquim Morão e referiu que "o apoio domiciliário é o ideal".

Melo Bernardo disse que actualmente "parte das IPSS debate-se com grandes problemas", mas sublinhou que "a segurança social tem vindo a saber apoiar e ajudar" as instituições em geral.

"As dificuldades são muitas. Já há excesso de construção [de IPSS]. O que temos no distrito dá para responder às necessidades dos nossos idosos", disse.

O director distrital da Segurança Social explicou ainda que existem 158 IPSS no distrito de Castelo Branco, com 480 acordos de cooperação assinados, o que implica uma verba anual de 35,6 milhões de euros.

Melo Bernardo realçou a importância do sector social ao nível da empregabilidade no distrito de Castelo Branco, "onde existem cerca de 4 mil trabalhadores, grande parte deles altamente qualificados".

Para o futuro, o presidente distrital da segurança social não prevê que haja encerramento de IPSS, mas adianta que "muitas terão eventualmente que ser reconvertidas", nomeadamente "para responder às situações de demência".

O provedor da Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco referiu que actualmente "já só vão para a misericórdia pessoas, em média, com mais de 80 anos".

Cardoso Martins sublinhou ainda que nos próximos anos "vai entrar-se numa convulsão terrível das pessoas idosas com demência. Já é hoje uma realidade, mas tem tendência para crescer de forma vertiginosa".

O provedor da Misericórdia de Castelo Branco disse também que "muitas unidades a prestar serviço aos idosos terão tendência para ficar devolutas" e acrescentou que prevê que "o futuro vai ser muito difícil".

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[caption id="attachment_5256" align="alignleft" width="300"]csoleiros O presidente do Conselho Consultivo da ULS de Castelo Branco anunciou hoje a demissão do cargo na sequência do encerramento de urgências nos SAP de Idanha-a-Nova e Oleiros (na foto)[/caption]

O presidente do Conselho Consultivo da Unidade Local de Saúde (ULS) de Castelo Branco anunciou hoje à agência Lusa a demissão do cargo na sequência do encerramento de urgências nos Serviços de Atendimento Permanente (SAP) de Idanha-a-Nova e Oleiros.

“Não posso pactuar com esta situação. É completamente errada”, disse hoje à agência Lusa João Castel-Branco da Silveira.

O clínico queixa-se de ser “completamente ignorado em todo este processo” e disse que os encerramentos e a decisão são “uma ofensa aos elementos do Conselho Consultivo”.

Castel-Branco da Silveira enviou uma carta ao presidente do Conselho de Administração da ULS de Castelo Branco, Vieira Pires, e ao ministro da Saúde, Paulo Macedo, na qual refere os motivos da sua demissão do cargo e através da qual expressa que não pode aceitar estas atitudes.

“Não posso deixar de estar solidário com as populações que exigem estes cuidados”, diz.

A Lusa tentou obter uma reacção do presidente do Conselho de Administração da ULS de Castelo Branco à demissão de Castel-Branco da Silveira, mas ainda não foi possível.

Os serviços de atendimento permanente em Oleiros e Idanha-a-Nova encerraram a 01 de Dezembro e no domingo, respectivamente.

Castel-Branco da Silveira era o presidente do Conselho Consultivo da ULS de Castelo Branco por nomeação ministerial de 15 de Março de 2011.

O Conselho Consultivo é composto por sete elementos representativos da comunidade, sendo que neste momento dois desses elementos aguardam a sua substituição, uma vez que já não são autarcas.

Trata-se dos ex-presidentes das Câmaras de Castelo Branco e de Oleiros, Joaquim Morão e José Marques, respectivamente.

JM/Lusa

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800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde
Editorial | Jornal Médico
800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde

Se não os tivéssemos seria bem pior! O reforço do Programa Operacional da Saúde com 800 milhões de euros pode ser entendido como sinal político de valorização do setor da saúde. Será uma viragem na política restritiva? O Serviço Nacional de Saúde (SNS) de 40 anos precisa de cuidados intensivos! Há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções. É urgente pensarmos na nova década com rigor e disponibilidade sincera.

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