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O Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB) aumentou o nível do Plano de Contingência de Inverno para a fase dois, na sequência de uma maior necessidade de internamento de doentes com gripe, informou hoje aquela unidade hospitalar.

"Como em alguns dos últimos dias a intensidade de internamento tem sido bastante superior, e antecipando a possibilidade de ser necessário envolver mais recursos para o tratamento de doentes com infecções respiratórias, estamos já a elevar o nível de contingência", afirmou Miguel Castelo Branco, presidente do Conselho de Administração do CHCB.

Este responsável adiantou que se trata de "uma medida de prevenção", que permitirá adiar as cirurgias não urgentes e programadas, o que só acontecerá em "caso de necessidade".

Na prática, tal significará um maior número de camas disponíveis para internamento e mais profissionais de saúde a dar resposta aos doentes com infecções respiratórias.

Segundo ressalvou, a capacidade de internamento do CHCB ainda não está esgotada, apesar de "as situações que requerem internamento" estarem a registar-se com "uma intensidade superior àquilo que aconteceu em outros episódios de gripe".

Miguel Castelo Branco lembrou ainda que esta "não é uma situação anómala ou de ruptura", nem diferente daquilo que está a acontecer noutros locais do país.

"Trata-se apenas de dar respostas adequadas em termos do sistema de saúde", especificou.

Esta unidade hospitalar também já tinha procedido ao reforço das equipas médicas no serviço de Urgência para as horas de maior procura.

De acordo com os serviços, os tempos de espera estão normalizados, havendo mesmo registo de alturas em que o atendimento foi imediato.

O CHCB integra o Hospital da Covilhã e o Hospital do Fundão, ambos no distrito de Castelo Branco.

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O capital social do Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB) vai ser reforçado em 13,4 milhões de euros, decisão da tutela que "contribuirá para o reequilíbrio financeiro" da instituição, afirmou o presidente do conselho de administração.

"Isto significa (…) o reconhecimento do Governo em relação à importância e papel fundamental que esta instituição desempenha socialmente e depois do ponto de vista contabilístico é algo muito positivo porque contribuirá para o reequilíbrio financeiro da própria contabilidade do CHCB", afirmou Miguel Castelo Branco.

Em despacho conjunto das secretarias de Estado do Tesouro e da Saúde, publicado na quinta-feira no Diário da República, dá-se conta que a operação terá como base o empréstimo cedido em 2008 através do Fundo de Apoio ao Sistema de Pagamentos do Serviço Nacional de Saúde.

"Tendo em atenção que a situação financeira dos hospitais EPE, devedores líquidos do Fundo não lhes permite reembolsar os empréstimos e respectivos juros que lhes foram concedidos pelo Fundo, proceder-se-á a aumentos de capital (...)", lê-se.

O documento também refere que o reforço do capital será subscrito pelo Estado através da entrega do número de unidades de participação deste Fundo, o que no caso do CHCB se traduz em 134 unidades, ou seja 13,4 milhões de euros, que assim ficam liquidados.

Contactado pela agência Lusa, o presidente do conselho de administração do CHCB classificou esta medida como "muito satisfatória e positiva", apesar de não se traduzir "na efectiva entrada de dinheiro" nos cofres daquela unidade.

"Sabemos que não vamos, por exemplo, poder fazer os pagamentos da despesa corrente com esse dinheiro e do ponto de vista do dia-a-dia tal não tem impacto significativo, mas independentemente disso temos um movimento contabilístico que nos permite, desde logo, reduzir o passivo, o que também é muito importante", indicou.

Miguel Castelo Branco ressalvou ainda que esta operação também deverá ter reflexo nos índices da capacidade financeira da instituição, os quais "ficam melhorados", já que são calculados com base no passivo e capital social de cada entidade.

Em nota enviada à Lusa, a Administração Regional de Saúde do Centro também considera que esta decisão "representa um apreciável e valioso contributo para a gestão do CHCB (…), com impacto a nível do equilíbrio financeiro e na qualidade dos cuidados de saúde que são prestados".

O CHCB integra os Hospitais da Covilhã e do Fundão e encerrou o ano de 2013 com um passivo de 50 milhões de euros.

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O Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB) pretende duplicar o número de apoios domiciliários que realiza, passando de seis mil para os 12 mil, anunciou hoje o presidente do conselho de administração, Miguel Castelo Branco.

"Já apresentámos a proposta à tutela e esta já faz parte do contrato/programa para 2015. Portanto, certamente que conseguiremos atingir esse número ou até ultrapassá-lo", especificou o responsável durante uma conferência de imprensa que teve como objectivo dar a conhecer o trabalho realizado nesse âmbito.

Miguel Castelo Branco esclareceu que a aposta no apoio domiciliário, no qual profissionais de saúde asseguram e acompanham a reabilitação de doentes nas próprias casas, "será cada vez maior", uma vez que traz um conjunto de mais-valias não só para o CHCB, mas principalmente para o doente.

"Conseguiremos reduzir o tempo de estadia dos doentes nos hospitais em relação àquele que seria o normal caso não existisse este tipo de acompanhamento e isso traduz-se em grandes benefícios, desde logo os que estão relacionados com a redução dos riscos relacionados com as infecções que estão associadas aos cuidados de saúde", apontou.

Entre as vantagens contam-se também a redução dos custos de internamento e o maior bem-estar obtido pelo doente, graças à possibilidade de poder fazer a recuperação no meio familiar.

Actualmente, o CHCB já presta este tipo de apoio em sete serviços distintos, designadamente Medicina I/Pneumologia, Medicina II, Imunohemeoterapia, Ortopedia, Psiquiatria, Paliativos (Fundão) e Cirurgia, este último desde o início de Outubro.

Para Janeiro de 2015 está perspectivada a entrada em funcionamento do serviço de apoio domiciliário em Obstetrícia/Ginecologia, no qual a equipa de enfermeiros deverá fazer o acompanhamento das mães e recém-nascidos, durante o primeiro mês de vida.

A associação do apoio domiciliário ao serviço de telemonitorização e a introdução de dispositivos inteligentes no apoio domiciliário (de modo a garantir melhor partilha de informação) também estão previstas para 2015.

O CHCB integra o Hospital da Covilhã e o Hospital do Fundão.

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O Hospital do Fundão passou a realizar exames complementares de diagnóstico, designadamente radiologias convencionais e eletrocardiogramas, que sejam prescritos por entidades externas, anunciou hoje em comunicado o Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB).

"Desde Setembro, os exames prescritos por médicos que não sejam do hospital, mas que sejam por exemplo do centro de saúde, podem ser feitos no Hospital do Fundão, bastando para isso entregar as respectivas credenciais", disse o presidente do Conselho de Administração do CHCB, Miguel Castelo Branco, citado no comunicado.

De acordo com a nota, a medida permite melhorar a resposta dada aos utentes do Fundão, "evitando deslocações desnecessárias", já que, até aqui, e quando as requisições eram feitas fora do hospital, os utentes tinham que recorrer a outros locais.

"Não havendo grandes soluções no Fundão, as pessoas deslocavam-se a outros concelhos para realizar os exames e o CHCB entendeu que, já que tem equipamento para isso, deveria disponibilizar essa solução para as pessoas da área do Fundão", apontou Miguel Castelo Branco.

Aquele responsável explicou ainda que foi contratada uma empresa que emite os relatórios que, obrigatoriamente, têm de acompanhar os exames.

"Neste momento, não temos médicos de radiologia suficientes para assegurarem essa tarefa [emissão de relatórios], mas temos equipamento e técnicos suficientes para a realização dos exames, pelo que lançámos um concurso para a contratação da empresa", explicou o presidente do Conselho de Administração do CHCB.

O CHCB também refere que o Hospital do Fundão já disponibilizava a realização de análises clínicas a utentes externos.

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O presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB), Miguel Castelo Branco, reiterou hoje a necessidade de o Governo adoptar medidas que contribuam para a fixação de médicos no interior.

"Acho que os hospitais e centros de saúde da região já fazem muito para criar dinâmicas que sejam, para os próprios profissionais, atractivas no sentido de as pessoas poderem vir, mas parece-me que faltam alguns aspectos de políticas nacionais que tenham a ver com o incentivo à fixação no interior", afirmou.

Miguel Castelo Branco falava à margem de um encontro público com alunos internacionais de medicina que, no último mês, realizaram estágio naquela unidade hospitalar ao abrigo de um protocolo com a Associação Internacional de Alunos de Medicina.

Questionado sobre as medidas que poderiam ser adotadas para resolver o problema da fixação de médicos, este responsável garantiu que o CHCB tem realizado várias acções com esse objectivo, mas assumiu que "são manifestamente insuficientes".

Para Miguel Castelo Branco, é "importante criar as condições que consigam fazer a diferença na decisão da pessoa", tais como a adopção de uma estratégia global que vise não só o próprio especialista, mas toda a família.

O presidente do Conselho de Administração informou, ainda, que foi entretanto aberto concurso para 18 novas vagas atribuídas ao CHCB, conforme despacho já publicado em Diário da República.

Entre as especialidades com vagas naquela unidade hospitalar estão as de Anestesiologia, Cirurgia Geral, Gastrenterologia, Hematologia Clínica, Medicina Física e de Reabilitação, Medicina Interna, Neurologia, Oftalmologia, Oncologia Médica, Otorrinolaringologista, Psiquiatria, Psiquiatria da Infância e da Adolescência, Radiologia e Reumatologia.

O CHCB integra os hospitais da Covilhã e do Fundão.

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Hospital CovilhãO Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB) quer criar uma Unidade de Cardiologia de Intervenção, a primeira da região, que permitirá dar resposta aos doentes "em tempo útil", disse hoje o presidente do conselho de administração.

Em declarações à agência Lusa, Miguel Castelo Branco explicou que esta unidade "permitirá tratar localmente e em tempo útil todos os doentes com enfarte agudo do miocárdio", além de inserir a região na rede de referenciação para tratamento destas situações" e de contribuir para "garantir equidade no acesso a esta terapêutica".

Este responsável adiantou que a proposta para a criação da Unidade de Cardiologia de Intervenção da Beira Interior (UCIBI) já foi enviada ao Ministério da Saúde e que surge depois de o CHCB ter assegurado a contratação de mais dois cardiologistas, o que permitiu aumentar para quatro o número de médicos especialistas nesta área.

A proposta ressalva ainda o facto de esta unidade poder dar resposta aos doentes dos distritos da Guarda e de Castelo Branco, que actualmente são servidos pelos hospitais de Coimbra, Viseu e Lisboa, unidades que estão a uma distância superior a uma hora e meia que é apontada pelas normas internacionais como o intervalo de tempo indicado para a realização do procedimento.

Segundo informação do CHCB, a UCIBI "deve dispor de equipamento de imagem e equipamentos de avaliação cardíaca que permitam efectuar o diagnóstico através de exames de angiografia e intervenção através de cateterismo cardíaco".

O investimento está avaliado em cerca de 1,5 milhões de euros, o equivalente ao valor que foi pago em 2011 pelo CHCB para a realização de 338 procedimentos de cardiologia de intervenção, em Coimbra.

O projecto, para o qual estão identificadas eventuais parcerias, prevê a realização de obras de adaptação, aquisição de equipamento e disponibilização de uma equipa altamente diferenciada.

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[caption id="attachment_6644" align="alignleft" width="300"]centrohospitalardacovadabeira "Queremos dar a possibilidade ao cidadão que tem vida activa profissional de não ter de estar a utilizar o seu tempo de trabalho para vir fazer as respectivas análises quando necessita de as fazer", explicou o presidente do conselho de Administração do CHCB, Miguel Castelo Branco[/caption]

O laboratório de análises do Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB) vai passar a estar aberto ao sábado de manhã como forma de facilitar o acesso ao serviço por parte dos utentes, anunciou hoje aquela unidade hospitalar.

"Queremos dar a possibilidade ao cidadão que tem vida activa profissional de não ter de estar a utilizar o seu tempo de trabalho para vir fazer as respectivas análises quando necessita de as fazer", explicou o presidente do conselho de Administração do CHCB, Miguel Castelo Branco.

Este responsável adiantou que o alargamento de horário foi sugerido pelo próprio serviço, na sequência de um inquérito de satisfação realizado junto dos utentes.

"Nós vamos tentando saber quais são as necessidades que os utentes e potenciais utilizadores do serviço de saúde vão sentindo e, no caso, o que foi dito pelos inquiridos é que achavam que seria boa ideia que o serviço funcionasse ao sábado. Portanto, o serviço predispôs-se a fazer isso e avançámos", acrescentou.

Miguel Castelo Branco esclareceu ainda que o processo não implica a contratação de mais profissionais e que "do ponto de vista organizativo não é muito complicado visto que depende da essencialmente boa vontade dos profissionais envolvidos", já demonstrada pelos mesmos. O novo horário passa a entrar em vigor já no sábado.

De acordo com o CHCB, o inquérito que deu origem a esta alteração foi realizado naquele serviço em maio de 2013 e revelou um grau de satisfação global de 96%.

Responderam ao inquérito 504 utentes, 314 do sexo feminino e 175 do sexo masculino.

 

 

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É urgente desburocratizar os Cuidados de Saúde Primários
Editorial | Jornal Médico
É urgente desburocratizar os Cuidados de Saúde Primários

Neste momento os CSP encontram-se sobrecarregados de processos burocráticos inúteis, duplicados, desnecessários, que comprometem a relação médico-doente e que retiram tempo para a atividade assistencial.