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Para assinalar o Dia Mundial da Diabetes, efeméride que ser assinala a 14 de novembro, o Centro Hospitalar Lisboa Norte (CHLN) e o Agrupamento de Centros de Saúde Lisboa Norte, promovem uma exposição de cartazes informativos dedicados a diferentes temas relacionados com a Diabetes, e várias atividades como workshops, consultas de rastreio e quizzes, com vista a sensibilizar a população para o problema da Diabetes e para a necessidade de ações concertadas para a prevenção e combate à doença.

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O Centro Hospitalar Barreiro Montijo (CHBM) assinou um protocolo de cooperação com o Centro Hospitalar de Lisboa Norte (CHLN), com o objetivo de otimizar a utilização dos recursos, foi hoje anunciado.

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O maior Centro de Simulação Avançada português, que funcionará no Centro Hospitalar de Lisboa Norte (CHLN), onde estudantes e profissionais de saúde poderão aperfeiçoar técnicas, obteve financiamento para o equipamento e deverá estar a funcionar no final de 2017.

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Hospital_generico

O Ministério da Saúde reconheceu mais hospitais como centros de referências para as áreas do cancro do reto, do hepatobilio/pancreático e do esófago, as doenças hereditárias do metabolismo e o transplante de rim e do coração (em adultos). O objetivo desta classificação é o de “retomar e dar um novo impulso ao processo de reconhecimento pelo Ministério da Saúde” nos centros de referência.

Foi ainda durante o mandato de Paulo Macedo que foram divulgados os primeiros centros de referência, criados para as áreas da epilepsia refratária, da onco-oftalmologia, da paramiloidose familiar, do transplante pulmonar, do transplante do pâncreas e do transplante hepático.

No despacho em questão são indicados os centros de referência para as áreas de oncologia de adultos (cancro do reto, cancro hepatobilio/pancreático e cancro do esófago), doenças hereditárias do metabolismo, transplante de rim e de coração (adultos).

Na área de oncologia de adultos (cancro do reto) foram reconhecidos o Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga, o Hospital Professor Doutor Fernando da Fonseca, a Sociedade Gestora do Hospital de Loures (Hospital Beatriz Ângelo) e o Centro Hospitalar de Leiria.

O cancro do esófago passa a ter como centro de referência o Centro Hospitalar do Porto. Na área de doenças hereditárias do metabolismo foi reconhecido o Centro Hospitalar de Lisboa Central.

Na área do transplante do rim (adultos) foi destacado o Centro Hospitalar de Lisboa Norte; na área do transplante do coração passou a ser centro de referência o Centro Hospitalar de Lisboa Central, o Centro Hospitalar de São João e o Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental.

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Os quatro grandes centros hospitalares da Área Metropolitana de Lisboa vão passar a assegurar, ao fim de semana, as urgências de aneurismas e AVC através de escalas rotativas, a partir de segunda-feira, anunciou hoje o Ministério da Saúde.

Durante a semana, as equipas serão fixas em cada centro hospitalar e, ao fim de semana, as equipas funcionarão rotativamente entre os Centros Hospitalares de Lisboa Norte (CHLN), Lisboa Central (CHLC), Lisboa Ocidental (CHLO) e Garcia de Orta (HGO).

O anúncio foi feito pelo secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, e pelo coordenador nacional para a reforma do Serviço Nacional de Saúde (SNS) na área dos Cuidados de Saúde Hospitalares, António Ferreira, que explicaram que o pagamento previsto não implica mais encargos para a tutela.

Os profissionais terão um pagamento base de prevenção. Se forem chamados deixam de receber o valor de prevenção e pagam a ser pagos por ato, para toda a equipa, ou seja, por produção adicional realizada no âmbito do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia (SIGIC).

Fernando Araújo explicou que esta solução foi encontrada pelos próprios profissionais e teve a supervisão do Ministério da Saúde.

Para o aneurisma da circulação cerebral, o modelo adotado será de colaboração entre as quatro instituições hospitalares para garantir assistência permanente, 24 horas sobre 24 horas: cobertura ininterrupta nos dias de semana, incluindo feriados, e escala rotativa ao fim de semana, com início, a 01 de fevereiro, no CHLO e seguida, em permanente rotação, pelo HGO, CHLN, CHLC.

No que respeita aos Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC) isquémico, cuja terapêutica não exija trombectomia, os quatro centros hospitalares garantem assistência aos doentes através da Via Verde do AVC.

Caso seja necessária esta intervenção clínica (que, aplicada em tempo adequado, permite que não fiquem sequelas do AVC), as quatro instituições hospitalares asseguram a intervenção do foro da neurorradiologia de intervenção em colaboração com a neurologia/medicina interna e neurocirurgia através de escalas rotativas.

Nos dias de semana, essas escalas são garantidas pelo CHLN, às terças e quartas-feiras, pelo CHLC, às segundas e quintas-feiras, e pelo HGO, às sextas-feiras.

Aos fins-de-semana, será o mesmo modelo de rotatividade das equipas que está definido para os aneurismas.

Segundo o coordenador nacional para a reforma do SNS, são “centros fixos que respondem à procura, mas podem ser também equipas mistas que vão ao sítio onde está o doente, dependendo das características da especialidade envolvida e dos equipamentos necessários”.

Fernando Araújo sublinhou que este modelo centralizado é “muito robusto”, mas que é fundamental que todos saibam onde estão a funcionar as equipas em cada dia.

“Começando pelo INEM e acabando nos centros de saúde, todos têm de saber onde está a funcionar a resposta. É fundamental”, afirmou.

O governante mostrou “confiança em que a resposta nesta área fica assegurada”, de tal forma que se irá “de imediato iniciar a discussão de um programa para outras áreas críticas”.

António Ferreira explicou que foram os próprios diretores clínicos dos quatro centros hospitalares a identificar as necessidades mais prementes e as três áreas em que vale a pena intervir, ou porque têm muita procura ou porque os recursos são escassos: gastroenterologia, radiologia de intervenção e cirurgia plástica e maxilo-facial na península de Setúbal.

Quanto às soluções para estas áreas, o Ministério da Saúde vai “deixar os profissionais encontrar as melhores formas, que nuns sítios será com equipas de prevenção, noutros em rotação e noutros equipas fixas”, depende das necessidades de recursos humanos.

Esta é, de resto, a forma de trabalhar que os responsáveis consideram ser a melhor e a mais eficaz: pôr os próprios profissionais, que estão no terreno e conhecem as necessidades, a encontrar as melhores práticas, cabendo à tutela o papel de “ajudar”.

Lusa

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Hospital Litoral Alentejano

O Hospital do Litoral Alentejano (HLA), no concelho de Santiago do Cacém, vai contar com médicos provenientes do Centro Hospitalar de Lisboa Norte, no qual se inclui o Hospital de Santa Maria, para colmatar as carências existentes.

A especialidade de Imuno-hemoterapia, que se dedica ao tratamento de doenças através da utilização de sangue ou derivados, é a primeira a ser beneficiada pela colaboração entre a Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano (ULSLA) e o Centro Hospitalar de Lisboa Norte (CHLN), entidades que assinaram ontem um memorando de entendimento no HLA, sediado em Santiago do Cacém, no distrito de Setúbal.

De acordo com o presidente da ULSLA, Jorge Sanches, "este era o caso mais premente" a atender, uma vez que o único especialista de Imuno-hemoterapia do hospital local, Carlos Aldeia, passou a acumular, recentemente, a função de médico com a de director clínico dos cuidados de saúde hospitalares da instituição.

Jorge Sanches, que falava aos jornalistas à margem da cerimónia de assinatura do protocolo, indicou que "alguns profissionais" do Hospital de Santa Maria já se encontram no HLA para "iniciarem" serviço.

"A lógica é que eles possam, através de uma mobilidade parcial, ocupar uma parte da sua semana aqui", explicou o presidente da ULSLA, que iniciou funções há cerca de um mês.

Para o responsável, este é um "bom modelo", que poderá permitir a fixação de novos médicos nos serviços de saúde da costa alentejana.

A colaboração entre as duas instituições, disse, poderá estender-se a outras especialidades médicas, entre as quais a Psiquiatria.

No HLA "há um conjunto de especialidades que tem apenas um médico", referiu Jorge Sanches, o que compromete a prestação dos serviços em caso de "imprevistos".

"Nós não queremos estar tão dependentes assim dessas questões. Precisamos de ter alternativas, não só para melhorar o serviço, mas também para garantir que, a qualquer momento, não possa haver uma rutura", realçou.

Segundo o presidente do CHLN, Carlos Martins, a parceria com a ULSLA insere-se na missão de "proximidade" com as populações que a instituição prossegue e que se estende por alguns serviços de saúde nacionais.

Neste âmbito, exemplificou, o CHLN assegura, quatro dias por semana, as consultas de Psicologia e de Psiquiatria do Centro Hospitalar das Caldas da Rainha, no distrito de Leiria.

Para José Robalo, presidente da Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo, o memorando de entendimento pode "fazer a diferença" para ultrapassar as carências de profissionais de saúde existentes na ULSLA, uma vez que as vagas que têm sido abertas nos concursos de colocação "ficam por ocupar".

Prestar no HLA um serviço "com a dignidade a que as pessoas têm direito" e evitar que os doentes "tenham de se deslocar" para receber assistência médica, bem como atribuir médico de família a todos os utentes, são os objectivos da ARS enunciados por José Robalo.

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Preparados para o Futuro? // Preparar o Futuro
Editorial | Conceição Outeirinho
Preparados para o Futuro? // Preparar o Futuro

O início da segunda década deste século, foram anos de testagem. Prova intensa, e avassaladora aos serviços de saúde e aos seus profissionais, determinada pelo contexto pandémico. As fragilidades do sistema de saúde revelaram-se de modo mais acentuado, mas por outro lado, deu a conhecer o nível de capacidade de resposta, nomeadamente dos seus profissionais.