O serviço de Oftalmologia do Centro Hospitalar de São João é um dos serviços, a nível europeu, que participa no estudo LEROS

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A Unidade de Cuidados Paliativos do Centro Hospitalar de São João (CHSJ), no Porto, foi inaugurada hoje com 12 camas e mais profissionais dedicados ao serviço.

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O ministro das Finanças é hoje ouvido na comissão parlamentar de Saúde, a pedido do PSD, que agendou a audição para discutir dificuldades financeiras no setor, mas com o atendimento pediátrico no Centro Hospitalar de São João (CHSJ) a impor-se.

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O Centro Hospitalar de S. João (CHSJ), no Porto, mandou encerrar uma sala operatória do serviço de obstetrícia, devido ao aparecimento de piolho de pombo, mas a situação não colocou em risco qualquer utente, segundo informou hoje fonte hospitalar.

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A Associação Portuguesa de Podologia (APP) promove, em colaboração com o Centro Hospitalar do S. João (Pólo de Valongo) e com o ACES Grande Porto III, um rastreio das doenças dos pés nos próximos dias 26, 27 e 28 de junho e nos dias 3, 4 e 5 de Julho.

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O Ministério da Saúde reconheceu mais hospitais como centros de referências para as áreas do cancro do reto, do hepatobilio/pancreático e do esófago, as doenças hereditárias do metabolismo e o transplante de rim e do coração (em adultos). O objetivo desta classificação é o de “retomar e dar um novo impulso ao processo de reconhecimento pelo Ministério da Saúde” nos centros de referência.

Foi ainda durante o mandato de Paulo Macedo que foram divulgados os primeiros centros de referência, criados para as áreas da epilepsia refratária, da onco-oftalmologia, da paramiloidose familiar, do transplante pulmonar, do transplante do pâncreas e do transplante hepático.

No despacho em questão são indicados os centros de referência para as áreas de oncologia de adultos (cancro do reto, cancro hepatobilio/pancreático e cancro do esófago), doenças hereditárias do metabolismo, transplante de rim e de coração (adultos).

Na área de oncologia de adultos (cancro do reto) foram reconhecidos o Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga, o Hospital Professor Doutor Fernando da Fonseca, a Sociedade Gestora do Hospital de Loures (Hospital Beatriz Ângelo) e o Centro Hospitalar de Leiria.

O cancro do esófago passa a ter como centro de referência o Centro Hospitalar do Porto. Na área de doenças hereditárias do metabolismo foi reconhecido o Centro Hospitalar de Lisboa Central.

Na área do transplante do rim (adultos) foi destacado o Centro Hospitalar de Lisboa Norte; na área do transplante do coração passou a ser centro de referência o Centro Hospitalar de Lisboa Central, o Centro Hospitalar de São João e o Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental.

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O Hospital de São João, Porto, acusou hoje o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) de “violar todas as regras da ética profissional” ao anunciar ter realizado, em outubro, o primeiro transplante de tecido ovárico em Portugal.

Numa exposição enviada ao presidente do Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida, Eurico Reis, a administração do Centro Hospitalar de São João reivindica para si esse feito, afirmando ter efetuado a 8 de janeiro deste ano o primeiro transplante de tecido ovário em Portugal.

“Tratou-se de uma jovem a quem tinham sido retirados os ovários aos 18 anos de idade e a quem 10 anos depois este transplante permitiu restabelecer a função ovárica e inclusive a criopreservação de um blastocisto após a realização de um ciclo de fertilização 'in vitro'. O caso clínico foi recentemente aceite para publicação na prestigiada revista da especialidade Reproductive Biomedicine Online”, afirmam os responsáveis do Hospital de São João.

O texto é assinado pelo presidente do Conselho de Administração, António Ferreira, pelo diretor do Serviço Ginecologia e Obstetrícia, Nuno Montenegro, e pela responsável da Unidade de Medicina de Reprodução, Sónia Sousa, do Centro Hospitalar de São João.

“O procedimento efetuado constituiu um motivo de orgulho não apenas para a equipa da Unidade de Medicina da Reprodução que o levou a cabo mas também para a própria instituição Centro Hospitalar de São João. Orgulha-nos o serviço prestado à paciente bem como o impacto clínico do mesmo uma vez que, como anteriormente referido, foi efetuado pela primeira vez em Portugal”, lê-se na exposição.

Acrescenta que na devida altura este facto “foi devidamente divulgado pelos meios de comunicação social para além de ter sido igualmente comunicado publicamente em reuniões científicas perante colegas dedicados ao estudo e tratamento da infertilidade”.

“Apesar disso, em abril de 2015 foi divulgado pela diretora do Serviço de Medicina da Reprodução do Centro Hospitalar de Coimbra, Teresa Almeida Santos, através dos meios de comunicação social, a intenção de proceder a um suposto primeiro transplante de tecido ovárico em Portugal”, salientam os responsáveis do São João.

Sublinham que Teresa Almeida Santos, até porque é presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina da Reprodução, foi “publicamente e reiteradamente” informada do facto de nessa data já ter sido efetuado um transplante desse tipo no Porto.

“Para nosso espanto fomos esta semana confrontados com a notícia de que os responsáveis do Centro Hospital da Universidade de Coimbra, nomeadamente a diretora do Serviço de Medicina da Reprodução, divulgaram a realização de um suposto primeiro transplante de tecido ovárico em Portugal em outubro de 2015”, referem.

António Ferreira, Nuno Montenegro e Sónia Sousa consideram, por isso, que a atitude dos responsáveis pelo Centro Hospitalar de Coimbra “constitui um desrespeito para com os profissionais envolvidos na realização do primeiro transplante de tecido ovárico em Portugal, mas também para com todos os restantes profissionais aos quais, direta ou indiretamente o assunto diz respeito”.

“Perante os factos, o Centro Hospitalar de São João enviou uma exposição ao Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida para que possa proceder da forma que entenda adequada”, acrescentam.

A 23 de novembro, uma equipa do CHUC anunciou ter realizado, com êxito, o primeiro transplante em Portugal de tecido ovárico congelado, devolvendo a capacidade reprodutiva a uma doente oncológica.

“Trata-se de um grande avanço, que dá uma nova esperança aos nossos doentes oncológicos que ainda não têm o seu projeto familiar concluído e onde o nosso hospital dá um real contributo ao nosso país”, disse, na ocasião, o presidente do CHUC, José Martins Nunes, em conferência de imprensa.

O transplante numa doente de 28 anos foi efetuado no serviço de Medicina de Reprodução Humana do CHUC, dirigido pela professora Teresa Almeida Santos.

Em outubro, perante a “ausência de função ovárica”, sendo os valores hormonais de menopausa, o serviço e a doente tomaram a decisão de realizar transplante “com fragmentos do seu tecido ovárico que se encontrava crioconservado” no Centro de Preservação da Fertilidade do CHUC, disse, então, Teresa Almeida Santos aos jornalistas.

Para a chefe da equipa de médicos e biólogos que efetuou o transplante, este método, “utilizado pela primeira fez em Portugal, é uma nova esperança para os doentes oncológicos que ainda não têm o seu projeto familiar concluído”.

De acordo com uma nota distribuída na altura aos jornalistas, o Centro de Preservação da Fertilidade, inaugurado em 2014, é “o único centro nacional dotado de instalações próprias e equipa multidisciplinar dedicada”, promovendo as diferentes técnicas de preservação da fertilidade em homens e mulheres.

O CHUC realçava que a atividade clínica deste centro tem vindo a aumentar “graças à referenciação crescente, tendo sido preservado até ao momento tecido ovárico de 37 doentes e ovócitos de 81”.

Hospital de Coimbra nega ter violado ética profissional ao anunciar transplante

Por sua vez o CHUC negou ter violado regras da ética profissional na realização do transplante, refutando as acusações do Hospital de São João.

“O que nós fizemos foi a realização de um transplante de tecido ovárico criopreservado de uma doente oncológica antes de se submeter a um tratamento de quimioterapia”, disse à agência Lusa a diretora do serviço de Medicina de Reprodução Humana do CHUC, Teresa Almeida Santos.

Essa intervenção numa doente, de 28 anos, visou “preservar a sua fertilidade futura” e foi realizada, no início de novembro, no âmbito do programa de preservação da fertilidade iniciado, em 2010, naquele serviço do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, acrescentou.

“Trata-se de um mal-entendido”, disse Teresa Almeida Santos, que é também presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina da Reprodução. “Tanto quanto sei, o transplante realizado no Hospital de São João não foi realizado numa doente oncológica, nem no âmbito de um programa de preservação da fertilidade”, afirmou hoje à Lusa.

Tendo tomado conhecimento da posição assumida pelo hospital do Porto junto do Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida, Teresa Almeida Santos revelou ter enviado de imediato o seu esclarecimento ao presidente do organismo, Eurico Reis.

Lusa/Jornal Médico

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A apresentação de candidaturas conjuntas para a constituição de centros de referência ou de excelência e o intercâmbio de profissionais são objetivos de um acordo hoje assinado entre os centros hospitalares de São João, Porto, e de Gaia/Espinho.

“Este protocolo, que decorreu de uma série de trabalhos prévios entre os dois centros hospitalares, visa partilhar recursos e capacidades que temos em várias áreas”, sublinhou o presidente da administração do “São João”.

Em declarações à Lusa, António Ferreira considerou que “há uma série de áreas onde se podem não só gerir melhor os recursos, como acrescentar valor”, sublinhando que “já há trabalho no terreno, nomeadamente ao nível de formação de cardiologistas do São João no Hospital de Gaia”.

Silvério Cordeiro, presidente da administração do Hospital de Gaia/Espinho, disse que o acordo hoje assinado “vem reforçar o que já se ia fazendo informalmente”.

“Vem dar mais valor, quer para efeitos de candidaturas a centros de referência quer para candidaturas a fundos comunitários na área da formação avançada e pós-graduada quer para melhor servir a população em áreas onde uns são mais diferenciados, outros são menos. Fazemos aqui uma junção”, sustentou.

Em seu entender, o protocolo traduz “um comportamento de aceitação mútua, destinado a criar uma estratégia coerente que proporcione os contextos mais favoráveis à prática clínica, à formação de profissionais de saúde e à investigação”.

“O SNS é algo de que todos nos orgulhamos, sendo certo que deve evoluir, por forma a garantirmos a sua sustentabilidade e competitividade, para assegurar que a nossa razão de ser, o ‘serviço à população’, é continuamente melhorado em qualidade, acessibilidade e desempenho assistencial”, acrescentou Silvério Cordeiro.

O presidente do São João disse ainda que foi criada uma comissão permanente, constituída por dois elementos de cada hospital, que irá “avaliar as áreas em que pode haver partilha de recursos”.

Os outorgantes comprometeram-se a colaborar mutuamente na discussão bilateral dos problemas que se colocam ou vierem a ser colocados, no que diz respeito à atividade assistencial nas respetivas áreas de referência, à criação de centros de excelência ou de referência, às questões logísticas e de aquisição de bens e serviços e aos sistemas de informação em saúde, entre outras.

Comprometeram-se também a desenvolver todos os esforços necessários para, no respeito pela lei, permitir intercâmbio de profissionais que possam colmatar deficiências em áreas específicas de outro, de acordo com a vontade e concordância dos mesmos profissionais.

Os dois centros hospitalares irão também a colaborar na formação dos seus profissionais, disponibilizando os seus recursos humanos e estruturais e estruturais para o efeito e assegurando as mobilidades necessárias a essa formação.

“O desenvolvimento de competências impõe a necessidade de intensificarmos a cooperação através da criação de parcerias que dinamizem redes efetivas de articulação de recursos e capacidades, potenciando o conhecimento, a qualidade e a inovação”, acrescentou Silvério Cordeiro.

Lusa

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800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde
Editorial | Jornal Médico
800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde

Se não os tivéssemos seria bem pior! O reforço do Programa Operacional da Saúde com 800 milhões de euros pode ser entendido como sinal político de valorização do setor da saúde. Será uma viragem na política restritiva? O Serviço Nacional de Saúde (SNS) de 40 anos precisa de cuidados intensivos! Há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções. É urgente pensarmos na nova década com rigor e disponibilidade sincera.

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