Os deputados do PSD eleitos pelo Algarve mostraram-se preocupados com o aumento da transferência de doentes para hospitais privados da região e a quebra de cirurgias no Centro Hospitalar do Algarve (CHA).

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O novo regulamento interno do Centro Hospitalar do Algarve (CHA) já prevê a separação das unidades hospitalares de Faro e Portimão, estabelecendo a criação de dois subdiretores clínicos.

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O CDS-PP pediu a audição parlamentar urgente dos diretores de departamento do Centro Hospitalar do Algarve (CHA), que pediram a demissão em dezembro, para que esclareçam os motivos do seu afastamento.

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O Centro Hospitalar do Algarve (CHA) considera de "extrema importância" o preenchimento das 46 vagas a concurso para a contratação de médicos para a região, de forma a resolver alguns dos principais constrangimentos sentidos nas especialidades mais carenciadas.

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A Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve considerou que a garantia de aprovação do plano de investimentos 2017/2019 do Centro Hospitalar da região, dada pelo Governo, permite adquirir equipamento urgente e melhorar a capacidade de resposta aos utentes da região.

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A Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve vai propor ao ministro da Saúde a separação do Centro Hospitalar do Algarve (CHA), decisão que deverá ser tomada até ao final do ano.

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A Ordem dos Médicos anunciou hoje a abertura de um processo disciplinar contra três ortopedistas do Hospital de Faro que, no passado dia 28 de julho, se ausentaram do Serviço de Urgência durante o turno deixando doentes por assistir. Caso se confirme que houve efetiva violação do Código Deontológico, situação poderá culminar com a suspensão ou expulsão daqueles ortopedistas da Ordem dos Médicos.

Os médicos em causa prestam serviços naquele hospital por via de contrato entre o Centro Hospitalar do Algarve e uma empresa intermediária.

Em esclarecimentos à Agência Lusa, a administração do Centro Hospitalar do Algarve (CHA) esclareceu que o caso está a ser avaliado internamente e diz respeito a uma situação “transitória de dificuldades de contacto com elementos da equipa de ortopedistas escalados para a madrugada do passado dia 28 de julho”.

O CHA admitiu que o inquérito irá permitir entender as responsabilidades da empresa responsável pela contratação naquele episódio e que, caso se justifique, poderá implicar consequências na relação contratual entre o CHA e a empresa.

“Para além de outras que possam vir a decorrer das responsabilidades apuradas no inquérito em curso, haverá certamente penalizações de ordem financeira relativas ao trabalho não prestado ou prestado sem a qualidade requerida”, esclareceu a administração do CHA, apesar de sublinhar que todos os doentes que deram entrada no Serviço de Urgência de Faro foram tratados.

A Ordem dos Médicos aponta responsabilidades ao Governo, considerando que “ainda não resolveu os problemas de base do Serviço Nacional de Saúde (SMS) e das urgências hospitalares, não obstante algumas medidas pontuais, até agora pouco eficazes”.

Contactado pela Agência Lusa acerca deste caso, o Ministério da Saúde remete esclarecimentos para as entidades competentes mais próximas: a administração do CHA.

Em comunicado, a Ordem dos Médicos aponta como “exagerado” o recurso a empresas intermediárias de mão-de-obra médica, sem que os problemas de gestão e investimento do SNS e a qualidade do atendimento aos utentes estejam a ser solucionados.

“O Governo e o Ministério da Saúde têm indesmentíveis culpas na situação ocorrida, bem como em muitas outras de teor semelhante” sublinhou a Ordem dos Médicos, observando que, não tendo competências para obrigar o Ministério da Saúde a respeitar o SNS, a dignidade dos médicos e os direitos dos doentes, vai atuar sobre os médicos em causa.

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SIM

O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) criticou ontem o Ministério da Saúde por contratar ortopedistas a empresas com remunerações superiores às do Serviço Nacional de Saúde e “persistir numa solução que diminui a qualidade” dos Serviços de Urgência, designadamente no Algarve.

“O Ministério da Saúde continua a preferir pagar às empresas apesar de, todos os dias, serem reportados falhas e problemas. A última delas ocorreu no Hospital de Faro, onde estão três ortopedistas contratados por empresas, ocorreram situações clínicas que necessitavam de cirurgia e não se realizaram, alegadamente por não ter sido possível contactá-los”, exemplificou a estrutura sindical, num comunicado através do qual exigiu ao Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Algarve um “inquérito rigoroso”, bem como uma resposta sobre “as medidas que vai tomar para evitar a repetição destas gravíssimas situações”, defendendo que a “segurança da população e a sanidade mental dos médicos têm de ser defendidas”.

O SIM denunciou o facto de os médicos contratados a empresas serem “pagos a 50 euros à hora para não estarem no hospital” e “entram mais tarde quando entram”, quando não “saem mais cedo porque têm que entrar noutro sítio logo de seguida”, exigindo responsabilidades.

“E recebem a totalidade da Urgência e não operam durante a noite, colocando os doentes na enfermaria para depois serem operados em cirurgia adicional”, lamentou ainda o sindicato acrescentando que exigiu “explicações ao Governo e ao Conselho de Administração sobre esta situação, que, a confirmar-se, é grave tanto pela degradação da qualidade dos serviços como pela utilização inadequada dos parcos meios disponíveis”, considerou o sindicato.

O sindicato referiu que nos serviços de urgência existe “revolta e desmotivação dos médicos perante a manutenção do corte a 50% na remuneração do trabalho suplementar dos médicos do Serviço Nacional de Saúde”.

Aquele organismo sublinhou ainda que “todos os dias aparecem propostas, de norte a sul do país, de pagamento a empresas três e quatro vezes mais que os médicos mais diferenciados” e, por isso, vê com “desagrado” o Ministério da Saúde a “persistir numa solução que diminui a qualidade e organização dos Serviços de Urgência”.

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DESconfinar sem DISconfinar: Um desafio para inovar e aproveitar a oportunidade
Editorial | Rui Nogueira, Médico de Família e presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
DESconfinar sem DISconfinar: Um desafio para inovar e aproveitar a oportunidade
Depois de três meses de confinamento é necessário aceitarmos a prudência de DES”confinar sem DISconfinar. Não vamos querer “morrer na praia”! As aprendizagens da pandemia Covid-19 são uma ótima oportunidade para acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. O estado de emergência e o estado de calamidade ensinaram-nos muito! É necessário desconfinar o centro de saúde com uma nova visão e reinventar o conceito com unidades de saúde aprendentes e inovadoras.

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