O Centro Hospitalar do Oeste (CHO) anunciou recentemente que vai fazer o primeiro reforço de recursos humanos em 2019, com a contratação de 15 novos profissionais (enfermeiros e assistentes operacionais).

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O Centro Hospitalar do Oeste (CHO) vai usar os sete milhões de euros que recebeu ao tornar-se Entidade Pública Empresarial para pagar dívidas, que rondam no total os 35 milhões de euros.

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A preparação dos tratamentos de quimioterapia no Hospital de Torres Vedras foi suspensa pelo Infarmed, obrigando a que a medicação para os doentes oncológicos do Oeste tenha que ser preparada no Hospital de Santa Maria.

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Cerca de cento e oitenta trabalhadores subcontratados do Centro Hospitalar do Oeste (CHO) têm a remuneração correspondente ao mês de agosto em atraso e ameaçam entrar em greve já a partir de segunda feira, de acordo com a porta voz deste grupo de colaboradores.

A empresa de prestação de serviços Tónus Global, que contratou os 180 trabalhadores para exercerem funções de auxiliares, administrativos, técnicos de diagnóstico e enfermeiros nos três hospitais daquele centro hospitalar, "não tem forma de pagar o mês de agosto aos trabalhadores porque o CHO está a dever dinheiro à empresa", afirmou a auxiliar Carla Jorge, nomeada porta-voz pelo Sindicato da Função Pública.

O gerente da empresa, Nuno Silva, confirmou à Agência Lusa que, apesar de os atrasos de pagamento pelo CHO serem frequentes, esta é a primeira vez "a empresa está sem dinheiro para pagar os salários e comunicou o problema à administração” do centro hospitalar em tempo útil.

Em vez dos 60 dias, o CHO tem vindo a pagar a 180, deixando a empresa sem margem financeira, justificou.

Contactada pela Agência Lusa, a administração do CHO respondeu por escrito que "nos seus serviços financeiros não existe dívida vencida relativa aos serviços prestados pela empresa Tónus Global". Nuno Silva referiu que o CHO deve à Tónus Global 1,2 milhões de euros, mas “só” 800 mil euros são considerados "dívida vencida".

A empresa necessita ainda de 216 mil euros para conseguir pagar os salários de agosto.

O responsável afirmou ter obtido a garantia de que, na próxima terça feira, o CHO vai pagar parte da dívida vencida, o que iria permitir pagar os salários aos trabalhadores dentro de uma semana. Carla Jorge já avançou que há casos de funcionários que “nem para comer têm dinheiro".

Os trabalhadores deram um prazo até segunda feira para a empresa e a administração do CHO regularizarem os pagamentos, sob o risco de entrarem em greve.

Trabalhadores e empresa confirmaram que o CHO se recusa a autorizar que estes trabalhadores regressem às 35 horas semanais, um problema ao qual o centro hospitalar não deu resposta.

Em representação dos 180 trabalhadores, 30 concentraram-se ontem em protesto à porta do Hospital das Caldas da Rainha.

O Centro Hospitalar do Oeste integra os hospitais de Torres Vedras, Caldas da Rainha e Peniche e serve, para além destes concelhos, as populações de Óbidos, Bombarral, Cadaval, Lourinhã e parte dos concelhos de Alcobaça (freguesias de Alfeizerão, Benedita e São Martinho do Porto) e de Mafra (com exceção das freguesias de Malveira, Milharado, Santo Estevão das Galés e Venda do Pinheiro).

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O Centro Hospitalar do Oeste (CHO) quer, até ao final do ano, trabalhar com os centros de saúde da região, para reduzir a afluência às urgências de casos considerados não urgentes e as listas de espera das consultas.

A presidente do conselho de administração do CHO, Ana Paula Harfouche, disse ontem à agência Lusa que "a articulação com os Agrupamentos de Centros de Saúde Oeste Norte e Oeste Sul é um dos compromissos para cumprir até ao final do ano", no âmbito do contrato-programa assinado em abril.

A articulação com os ACES Oeste Norte e Oeste Sul vai passar, numa primeira fase, pelo cruzamento do historial clínico dos utentes e pelo reencaminhamento progressivo dos doentes para os centros de saúde, à medida que for resolvida a falta de médicos de família.

"Se o médico da urgência souber que o doente fez uma TAC [Tomografia Axial Computorizada] há dois dias ou há dois meses não irá pedir outra TAC", exemplificou, alertando para as poupanças económicas e para a redução das radiações provocadas no doente e nos profissionais aquando da realização do exame.

Com a articulação, o CHO pretende “desentupir” as urgências de Caldas da Rainha e Torres Vedras e reduzir as listas de espera das consultas externas hospitalares.

"Temos 530 episódios em média e só 20% são urgentes. Há um grande trabalho a fazer nos próximos anos", afirmou Ana Paula Harfouche.

Ir à urgência “por uma gripe já não se justifica quando o doente tem o centro de saúde que lhe dá resposta. Se a gripe se prolongar por mais de três dias, então deve recorrer à urgência", exemplificou a administradora.

O CHO, do qual fazem parte os hospitais de Caldas da Rainha, Torres Vedras e Peniche, serve 293 mil habitantes dos concelhos do Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Óbidos, Peniche, Torres Vedras e parte de Alcobaça e de Mafra.

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Uma petição subscrita por mais de cinco mil pessoas vai ser entregue na Assembleia da República a pedir ao Governo a construção de um novo hospital para o Centro Hospitalar do Oeste, informou ontem o promotor da iniciativa.

António Moreira, primeiro subscritor e promotor desta petição, disse à agência Lusa que, nos últimos quatro meses, foram recolhidas "mais de cinco mil assinaturas" de residentes e trabalhadores no concelho de Torres Vedras numa petição que vai entregar nos próximos dias à Assembleia da República, ao Governo, à Câmara e Assembleia Municipal.

O também advogado e deputado independente da Assembleia Municipal de Torres Vedras, justificou que a intenção era recolher mais de quatro mil assinaturas, objetivo que já foi conseguido, para o assunto ser discutido em plenário pela Assembleia da República.

No texto da petição, os subscritores defendem a construção de um novo hospital para o Centro Hospitalar do Oeste naquela cidade, para substituir as atuais instalações.

Além do atual edifício estar alugado ao Ministério da Saúde pela Santa Casa da Misericórdia de Torres Vedras, os subscritores justificam a necessidade de novas instalações com o facto de as atuais terem "décadas e estarem totalmente desadequadas e inaptas" para servir a população.

A petição refere que, após a reestruturação de serviços no Centro Hospitalar do Oeste (CHO), Torres Vedras deixou de ter os serviços de ginecologia/obstetrícia e pediatria/neonatologia, que passaram a estar concentrados no de Caldas da Rainha, obrigando a população de Torres Vedras a deslocar-se ao norte da região ou a procurar "outras ofertas".

Com a construção de um novo hospital, com todas as valências que tinha até 2013, os peticionários querem um "Serviço Nacional de Saúde universal e geral", garantindo com a infraestrutura um "acesso a todos os cidadãos, independentemente da sua condição económica, aos cuidados de medicina preventiva, curativa e de reabilitação".

Em janeiro, o ministro da Saúde, admitiu que a região Oeste, a par de Santarém e Setúbal, "é uma prioridade", mostrando-se disponível para começar a dialogar com os autarcas sobre o processo de construção de um novo hospital, lembrando-os contudo que, "num quadro de restrição financeira, é necessário definir prioridades".

Em março, numa reunião pedida pelos autarcas da Comunidade Intermunicipal do Oeste, Adalberto Campos Fernandes remeteu para a próxima legislatura a eventual construção de um novo hospital no Oeste, disse à Lusa o presidente da CIMOeste, Pedro Folgado.

Em meados de 2013, o serviço de ginecologia/obstetrícia e a maternidade, bem como a pediatria/neonatologia fecharam no hospital de Torres Vedras e concentraram-se apenas no de Caldas da Rainha que, por sua vez, viu a ortopedia fechar para passar a existir apenas em Torres Vedras.

O CHO serve hoje 293 mil habitantes dos concelhos do Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Óbidos, Peniche, Torres Vedras e parte de Alcobaça e de Mafra.

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 O ministro da Saúde nomeou Ana Paula Harfouche presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar do Oeste (CHO), cujo diretor clínico passa a ser António Curado, segundo despacho hoje publicado em Diário da República (DR).

De acordo com o DR, o conselho de administração para os próximos três anos de mandato é composto por Ana Paula Harfouche (presidente), Maria Filomena Leal Cabeça (vogal executiva) e Idalécio Lourenço (vogal executivo), sendo o novo diretor clínico António Curado e a enfermeira-diretora Maria de Lurdes Ponciano.

A nova presidente do conselho de administração foi administradora do Instituto Português de Oncologia de Lisboa entre 1997 e 2004 e entre 2005 e 2008 passou pelo gabinete do secretário de Estado da Saúde e entre 2004 e 2005 foi administradora da Agência de Contratualização e Acompanhamento, da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.

Com 51 anos, é professora auxiliar do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa.

No seu percurso académico, conta-se um doutoramento em ciências sociais na especialidade de administração, mestrado em gestão e administração pública e licenciatura em gestão de empresas.

À exceção do primeiro e do terceiro elementos do conselho de administração, os restantes são quadros do CHO.

O novo diretor clínico, António Curado, era até agora diretor do serviço de gastrenterologia desde 1997 e foi desde 2012 membro da comissão de utentes que lutou contra a reestruturação de serviços do Centro Hospitalar do Oeste.

O CHO serve 293 mil habitantes dos concelhos do Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Óbidos, Peniche, Torres Vedras e parte de Alcobaça e de Mafra.

Lusa

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O Centro Hospitalar do Oeste (CHO) anunciou hoje a aprovação de uma candidatura a fundos europeus para investir na modernização administrativa dos três hospitais que o integram.

O projeto agora aprovado “representa um investimento de cerca de 1.043 milhões de euros, cofinanciado em 85% pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e os restantes cerca de 209 mil euros pelo orçamento próprio do CHO”, divulgou hoje a instituição em nota de imprensa.

A candidatura, submetida em setembro de 2015 ao Sistema de Apoio à Modernização e Capacitação da Administração Pública, foi aprovada no início deste mês e permitirá “implementar novas ferramentas que facilitem e poupem tempo ao utente quando este tem de interagir com o CHO”.

Na prática possibilitará, por exemplo, que os utentes dos três hospitais (Caldas da Rainha, Torres Vedras e Peniche) passem a “receber um SMS a relembrar as suas marcações ou remarcações de consultas, evitando assim deslocações aos respetivos hospitais”, explicou o administrador, Carlos Sá, à Lusa, aquando do lançamento do projeto.

Outra das melhorias será o facto de “através do Portal do Utente passar a ser possível ao utilizador monitorizar os seus dados de saúde de forma integrada e ter acesso fácil e rápido aos serviços disponibilizados online”, explicou ainda a administração, exemplificando com situações concretas como “a marcação de consultas, pedidos ou renovações de medicação ou a consulta dos registos clínicos, entre outros”.

De acordo com a informação divulgada pelo CHO, será possível aceder ao portal através de computadores fixos e portáteis, smartphones e tablets.

A candidatura prevê ainda a criação de quiosques eletrónicos que “possibilitarão a efetivação de consultas, marcação de exames, acesso aos resultados dos exames, ou pagamento das taxas moderadoras através do cartão de multibanco”, evitando assim, segundo a administração do CHO, "filas de espera”.

A digitalização e desmaterialização dos processos administrativos e assistenciais é outra das vertentes da candidatura, o que, segundo a administração, “facilita a partilha de informação clínica com as restantes entidades de saúde”, que a ela poderão aceder por via eletrónica (com autorização do doente), deixando “ de haver a necessidade de os processos clínicos terem existência em papel”.

O projeto contempla ainda a implementação de uma plataforma de Telemedicina e de Telerradiologia, solução que permitirá a prestações de cuidados de saúde à distância.

O Centro Hospitalar do Oeste abrange uma população direta de cerca de 295 mil pessoas dos concelhos de Caldas da Rainha, Óbidos, Peniche, Bombarral, Torres Vedras, Cadaval e Lourinhã e de parte dos concelhos de Alcobaça e de Mafra.

Lusa

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800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde
Editorial | Jornal Médico
800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde

Se não os tivéssemos seria bem pior! O reforço do Programa Operacional da Saúde com 800 milhões de euros pode ser entendido como sinal político de valorização do setor da saúde. Será uma viragem na política restritiva? O Serviço Nacional de Saúde (SNS) de 40 anos precisa de cuidados intensivos! Há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções. É urgente pensarmos na nova década com rigor e disponibilidade sincera.

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