terça-feira, 07 agosto 2018 17:29

CHTS vai colocar 14 bombas de insulina em doentes

O Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS) prevê colocar 14 bombas de insulina em doentes com diabetes tipo 1, até ao final do ano, no âmbito de uma candidatura aprovada pela Direção-Geral de Saúde.

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O Secretário de Estado do Tesouro, Álvaro Novo, assinou o despacho para o aumento do capital estatutário do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS), o que representa uma transferência de 4,6 milhões de euros para aquela instituição.

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O Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS), com unidades em Penafiel e Amarante, anunciou ontem que 82 médicos internos iniciaram a sua formação, esta semana, nos dois hospitais.

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O Conselho de Administração (CA) do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS) recebeu, na passada segunda feira, em Penafiel, os presidentes de Câmara ou seus representantes dos concelhos incluídos na área de influência do CHTS. No encontro, que marca a “vontade e disponibilidade” do CHTS para trabalhar em articulação com as autarquias, o presidente do CA, Carlos Alberto, garantiu um “esforço redobrado na humanização dos cuidados”.

Da partilha de opiniões ficou patente o esforço acrescido que é necessário por parte de todos para otimizar a rede de transportes existente entre os vários concelhos e os hospitais de Penafiel e de Amarante, por forma a garantir melhor mobilidade no acesso aos cuidados de saúde.

Na reunião, os autarcas deram conta de algumas medidas desenvolvidas nos seus Concelhos no sentido da fixação de médicos e demonstraram disponibilidade para trabalhar em conjunto com o CHTS procurando soluções alternativas para problemas antigos, como o combate à sobrelotação do Serviço de Urgência. “São muitos doentes e recursos escassos: a humanização é assim um desafio muito grande”, resumiu um dos autarcas presentes.

Apesar da constatação das recentes contratações de profissionais (especialmente médicos e enfermeiros), os autarcas manifestaram desejo de um maior esforço de articulação dos hospitais com os cuidados primários para melhoria da resposta às populações.

Maior ajuda em ações de formação e consultadoria por parte dos hospitais foram também alguns pedidos dos autarcas a que o CA deu bom acolhimento.

No final da reunião ficou patente a vontade de ambas as partes colaborarem em prol da melhoria dos cuidados de saúde das populações da região, para o que combinaram repetir estes encontros ou outros de âmbito mais restrito.

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Quinze novos médicos especialistas, de várias áreas, começaram ontem a trabalhar no Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS), anunciou fonte hospitalar.

Os 15 especialistas admitidos reforçam as áreas de Anestesiologia, Cardiologia, Endocrinologia, Gastroenterologia, Neurologia, Medicina Física e Reabilitação, Medicina Interna, Oftalmologia, Otorrinolaringologia e Pediatria.

De acordo com a mesma fonte, "com estas contratações dá-se cumprimento à estratégia do Governo de melhorar o acesso dos utentes aos cuidados a prestar no CHTS". Os contratos foram celebrados com os clínicos depois de o CHTS ter obtido autorização da tutela.

A administração do centro hospitalar tem-se queixado da insuficiência de médicos em algumas especialidades, situação que fica agora minorada com a contratação dos 15 novos clínicos.

O CHTS, através das unidades hospitalares de Penafiel e Amarante, serve cerca de 550.000 habitantes da região do Tâmega e Sousa.

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Os Hospitais Santa Maria Maior (Barcelos) e de Braga, os Centros Hospitalares Tâmega e Sousa e do Porto e a Unidade Local de Saúde (ULS) do Alto Minho apresentaram os melhores níveis de desempenho global em 2014.

Este top 5 foi escolhido pela IASIST, empresa multinacional dedicada à realização de estudos que incidem sobre a atividade clínica desenvolvida pelas organizações prestadoras de cuidados de saúde.

A lista de vencedores foi divulgada hoje, através de um comunicado, juntamente com a lista de nomeados onde também estão incluídos o Hospital Vila Franca de Xira, o Centro Hospitalar Povoa do Varzim/Vila do Conde, o Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga, o Hospital Beatriz Ângelo, o Centro Hospitalar Tondela, o Hospital Espírito Santo (Évora),  o Centro Hospitalar de São João, o Centro Hospitalar de Lisboa Norte, a ULS de Matosinhos e a ULS do Nordeste.

A IASIST atribui então cinco prémios, "um para cada tipologia de hospitais, de acordo com os critérios de classificação da ACSS" e a participação dos hospitais é voluntária, sendo que, de acordo com a empresa, “todos aceitaram a sua inclusão nesta iniciativa, iniciada no ano passado” e que conta com o patrocínio oficial do ministro da Saúde.

“A disponibilização de indicadores objetivos e rigorosos sobre o desempenho clínico hospitalar, utilizando como comparador os melhores resultados obtidos num conjunto de hospitais similares, é uma ferramenta fundamental para a gestão clinica”, refere a multinacional que, garante não ter como objetivo apresentar um ranking de hospitais, apenas “distinguir os que apresentam os melhores resultados” e fornecer mais tarde “de forma personalizada e confidencial, a cada hospital, um documento com o seu posicionamento global e a sua avaliação em cada um dos indicadores utilizados”.

Esta avaliação é feita através de vários indicies e números que dizem respeito a indicadores de qualidade e de eficiência e está limitada aos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) do Continente, incluindo as Parcerias Público Privadas (PPP).

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O director clínico do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS) disse ontem que está a ser garantida a qualidade dos cuidados, apesar do corte de mais de 6%, em dois anos, no orçamento imposto pela tutela.

"Tem havido muito cuidado e não tenho impedido nada do que seja necessário para o hospital, em termos de dispositivos, exames ou medicamentos necessários", afirmou Barros da Silva, em entrevista à agência Lusa.

Em cada um dos dois últimos anos, explicou, o corte no orçamento foi superior a 3%, mas tem havido "uma capacidade muito grande de envolvimento de todos os profissionais na procura e redução do desperdício".

Elogiando "o cuidado extremo de todos os profissionais", Barros da Silva vincou que aquele trabalho tem permitido ao centro hospitalar "manter as contas ao nível dos melhores do país", destacando-se o pagamento a fornecedores abaixo dos 60 dias.

Apesar dos cortes, o director insistiu não haver "qualquer tipo de constrangimento" e não ter ocorrido "nenhuma situação de falta de tratamento por insuficiência económica".

Contudo, admitiu o responsável, as limitações financeiras têm-se traduzido na menor renovação dos equipamentos, uma matéria que disse preocupá-lo, porque grande parte do material, sobretudo da unidade de Penafiel, tem mais de 10 anos.

"Gostaria de investir em algumas áreas, nomeadamente em equipamentos que vão ficando obsoletos", reforçou.

O CHTS, formado pelas unidades de Penafiel e Amarante, é o segundo maior do norte do país, servindo um universo superior a 550.000 pessoas, do território do Tâmega e Sousa.

Barros da Silva sublinha que aquele centro hospitalar apresenta em várias áreas alguns dos melhores indicadores nacionais, destacando-se o segundo lugar entre os hospitais do norte do país no tempo de permanência dos doentes na urgência, menor ou igual a quatro horas.

"Estes números significam que há qualidade na prestação, aferida por uma monitorização permanente do director da urgência", frisou.

Em média, no conjunto das urgências de Penafiel e de Amarante, são atendidas 16.900 pessoas mensalmente, o que corresponde a mais de 600 por dia.

Também são realizadas no CHTS mais de 1.100 consultas externas, por dia útil. Em 2013, foram feitos mais de dois milhões de exames ou análises. O CHTS realizou naquele ano 20.800 cirurgias.

Outro indicador que, segundo o director clínico, confirma os avanços alcançados por aquele centro hospitalar é a entrada em funcionamento de novas especialidades médicas que não existiam, como oncologia, em fase de concurso, e nefrologia, já em funcionamento.

Segundo Barros da Silva, foram também reforçadas as quatro especialidades mais carenciadas (pneumologia, otorrinolaringologia, urologia e cardiologia) com a contratação de mais médicos, em curso ou já realizada.

"É um trabalho que se vai acentuar nos próximos anos, porque é estratégico para o desenvolvimento do centro hospitalar", previu.

Em termos de cirurgias, há duas especialidades com listas de espera mais prolongadas, que são urologia e otorrinolaringologia, situação que o CHTS espera poder evoluir positivamente com a contratação de mais especialistas.

Já em curso está o processo de certificação da qualidade de todos os serviços do CHTS, acompanhada pela Direcção-geral de Saúde. "Queremos certificar a qualidade e provar que fazemos com qualidade", realçou. A pensar na qualidade, a formação contínua, acrescentou, é outra prioridade da actual administração, para permitir a todos os profissionais, adquirem competências a todos os níveis".

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Hospital Vale do Sousa
O quadro de médicos do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa vai ser reforçado no próximo ano com 17 clínicos, de várias especialidades, avançou ontem à Lusa o presidente do conselho de administração.

Carlos Vaz explicou que as vagas vão ser atribuídas pela tutela e dão sequência ao que ocorreu nos últimos dois anos, durante os quais o quadro de clínicos foi reforçado com 30 profissionais.

O Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, repartido pelos hospitais de Penafiel e Amarante, serve 520.000 habitantes, dos concelhos do Vale do Sousa e do Baixo Tâmega.

Carlos Vaz explicou que as vagas constituem uma mais-valia para a qualidade do serviço prestado aos doentes, em especialidades que apresentavam carências.

Nos últimos dois anos, disse, entraram novos clínicos nas áreas de anestesiologia, ortopedia, cirurgia, medicina interna, neurologia, urologia e oftalmologia.

"Iremos fazer uma cobertura muito mais capaz aos doentes que nos procuram na região", prometeu.

Recordando, por outro lado, as recentes iniciativas que o centro hospitalar organizou para assinalar os 35 anos do Serviço Nacional de Saúde, que abordaram os cuidados de saúde integrados, Carlos Vaz sublinhou o diálogo que se tem estabelecido com os centros de saúde da região.

O resultado mais palpável desse trabalho é o aumento no número de consultas externas realizadas nos dois hospitais.

Para Carlos Vaz, a articulação entre os cuidados de saúde primários e os hospitalares beneficiam os doentes e os profissionais do sector.

As reuniões sectoriais regulares realizadas entre médicos de Medicina Familiar e os clínicos dos hospitais têm permitido, observou, uma melhor "informação e articulação funcional entre ambas as partes".

"Só com essa discussão e análise é que se consegue atingir o objectivo, que é tratar cada vez mais e melhor os doentes", disse, concluindo: "essa articulação tem mais-valias enormes, cria sinergias e é o caminho fundamental para a manutenção e crescimento na modernidade do Serviço Nacional de Saúde.

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O Novo Livro Azul tem um passado e um futuro a defender e a promover num novo ciclo
Editorial | Jornal Médico
O Novo Livro Azul tem um passado e um futuro a defender e a promover num novo ciclo

O Novo Livro Azul da APMGF é um desejo e uma necessidade. Volvidos 30 anos é fácil constatar que todos os princípios e valores defendidos no Livro Azul se mantêm incrivelmente atuais, apesar da pertinência do rejuvenescimento que a passagem dos anos aconselha. É necessário pensar, idealizar e projetar a visão sobre os novos centros de saúde, tendo em conta a realidade atual e as exigências e necessidades sentidas no futuro que é já hoje. Estamos a iniciar um novo ciclo!

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