A Agência para a Prevenção do Trauma e da Violação dos Direitos Humanos do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) garantiu que, até ao final do ano letivo, haverá dados sobre a violência escolar no concelho.

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A Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro realçou os “bons resultados” das teleconsultas e teleassistência na região, anunciando que vai reforçar estes serviços ao longo do ano em curso.

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O programa Tele Via Verde AVC, coordenado pelo Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) e que agrega mais sete unidades da região Centro, é já uma referência europeia, avançou ontem a Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC).

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A avaliação do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) a doentes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) telemonitorizados mostrou uma redução de 50% de internamentos e de 30% de idas às urgências comparativamente a doentes não telemonitorizados.

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O Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) assinou, na passada sexta feira, com o lançamento do Programa TeleTrauma, um acordo de parceria com o Centro de Trauma da Universidade de Miami, um dos mais experientes e avançados centros americanos.

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O Ministério da Saúde deu autorização para o início da construção da nova maternidade de Coimbra, que vai fundir as duas já existentes na cidade, anunciou, no passado dia 24, o presidente do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC).

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O Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) bateu este ano o recorde de transplantes hepáticos, com 74 realizados, ultrapassando o registo de 71 transplantes efetuados em 2013.

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Um estudo de uma equipa de investigadores do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) concluiu que cerca de 65% da população portuguesa tem falta de vitamina D, embora no verão o valor baixe para 41%.

"Parece-nos um valor elevado para um país com tanto sol e grande exposição solar", comentou a investigadora Cátia Duarte à Agência Lusa, apontando como causas o facto de as pessoas não se exporem ao sol os "10 a 15 minutos recomendados". Segunda a médica do CHUC, o estudo realizado concluiu também que 15% da população apresenta deficiência grave daquela vitamina.

A investigadora salientou que as "percentagens variam consoante as estações do ano e as taxas de insolação, sendo que o inverno acentua, efetivamente, esta deficiência", e o verão melhora a produção de vitamina D.

O estudo revelou ainda que no género feminino e indivíduos não caucasianos existe uma maior tendência para níveis deficientes de vitamina D, sendo que a faixa etária mais deficitária se encontra entre os 46 e os 64 anos.

Os Açores são a zona do país mais deficitária, com uma taxa de 70%, enquanto a região do Algarve apresenta menos prevalência de falta daquela vitamina, com 42%.

Com uma amostra de cerca de 3.000 indivíduos de todo o país (continente e regiões autónomas) e com idades entre os 18 e os 64 anos, a investigação permitiu "pela primeira vez" obter dados representativos dos níveis de vitamina D na população portuguesa.

"O estudo permite-nos conhecer a realidade e definir estratégias de atuação na implementação de medidas e reforço de atitudes", sublinhou Cátia Duarte.

De acordo com a especialista, a falta de vitamina D está associada a maior risco de infeções, doenças autoimunes, oncológicas e cardiovasculares, manifestando-se através de sintomas como sensação de cansaço, falta de energia, dores musculares, pele e boca mais seca, entre outros.

O estudo "Deficiência de Vitamina D em Portugal: Um mito ou uma realidade?" é apresentado no sábado, em Coimbra, na segunda edição do Fórum D, com a participação de centena e meia de profissionais de saúde, entre médicos, enfermeiros e farmacêuticos.

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O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Editorial | Jornal Médico
O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. Encontrar uma nova visão e adotar uma nova estratégia útil na nossa prática clínica quotidiana. Valorizar as unidades de saúde por estarem a dar as respostas adequadas e seguras é o mínimo que se exige, mas é urgente e inevitável um plano de investimento nos centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.

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