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Investigadores do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP) concluíram que apesar de a genética influenciar “bastante” os comportamentos alimentares das crianças, o ambiente em que se inserem pode moldar a sua predisposição quanto ao apetite.
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Um total de 306 mil pessoas, entre crianças, professores e funcionários escolares, foram vacinadas contra a COVID-19 entre 06 e 09 de janeiro, tendo os menores recebido a primeira dose e os adultos a dose de reforço.

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Cerca de 154 mil pedidos de agendamento para a vacinação contra a COVID-19 de crianças entre os 5 e os 11 anos, para os dias 6, 7, 8 e 9 de janeiro, foram realizados até às 07H00 desta quinta-feira.

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segunda-feira, 20 dezembro 2021 09:35

Mais de 88 mil crianças vacinadas no fim de semana

Até às 18h00 de dia 19 de dezembro, foram vacinadas contra a COVID-19 cerca de 18 mil e 800 crianças dos 9 aos 11 anos. Além das crianças agendadas para este fim de semana (cerca de 77 mil), no sábado à tarde, foi dada a oportunidade às crianças sem marcação, de serem vacinadas sem marcação nos centros de vacinação.

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A Direção-Geral da Saúde (DGS) recomendou hoje a vacinação universal das crianças e jovens entre os 12 e os 15 anos. A decisão surge depois de analisados “novos dados disponibilizados nos últimos dias”, em concreto os impactos registados nos “mais de 15 milhões adolescentes vacinados nos Estados Unidos e na União Europeia” que revelaram ser “extremamente raros” os casos de miocardites e pericardites.

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A Direção-Geral da Saúde (DGS) esclarece que as crianças com idades entre os 12 e os 15 anos que tenham cancro ativo, diabetes, obesidade ou insuficiência renal crónica estão entre as que devem ser vacinadas prioritariamente contra a COVID-19.

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A maioria das crianças que contrai COVID-19 recupera em menos de uma semana e apenas algumas ainda têm alguns dos sintomas mais comuns após um mês. A revelação é avançada pela revista The Lancet, ao publicar um estudo assinado por investigadores do King's College London.

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Unicef alertaram para o facto de cerca de 23 milhões de crianças terem ficado sem vacinas básicas em 2020 devido à pandemia, mais 3,7 milhões do que em 2019. As organizações temem o ressurgimento de várias doenças.

"Apesar de os países quererem pôr as mãos nas vacinas para a COVID-19, recuámos em outras vacinações, deixando as crianças em risco de doenças devastadoras que podem ser evitadas, como o sarampo, a poliomielite ou a meningite", afirmou o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus.

As agências da ONU recomendam que os programas de vacinação contra a COVID-19 tenham "planeamento e financiamento independentes" e que decorram "lado a lado e não com prejuízo dos serviços de vacinação infantil".

As maiores perturbações nos processos de vacinação em 2020, interrompidos por causa das restrições de movimento de populações e desvio de meios para atender às necessidades dos doentes com COVID-19, fizeram-se sentir nas zonas do sudeste asiático e Mediterrâneo oriental.

"A pandemia e as perturbações com ela relacionadas fizeram-nos perder terreno valioso e as consequências serão pagas em vidas e no bem-estar dos mais vulneráveis", assinalou a diretora executiva da Unicef, Henrietta Fore, notando que a COVID-19 "tornou pior uma situação que já era má".

Antes da pandemia, os níveis de vacinação global contra difteria, tétano, tosse convulsa, sarampo e poliomielite estavam, há vários anos, perto dos 86%. Um registo, ainda assim, abaixo dos 95% recomendados pela OMS para garantir proteção contra o sarampo, que é frequentemente a primeira doença a ressurgir quando as crianças não são vacinadas.

Avaliando o cenário atual, as organizações, numa mensagem dirigida a nível global, apelam aos países para que restabeleçam as campanhas e serviços de vacinação de forma a que as rotinas sejam retomadas.

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#sejamestrelas
Editorial | António Luz Pereira
#sejamestrelas

Ciclicamente as capas dos jornais são preenchidas com o número de novos médicos. Por instantes todos prestam atenção aos números. Sim, para muitos são apenas números. Para nós, são colegas que se decidiram pelo compromisso com os utentes nas mais diversas áreas. Por isso, queremos deixar a todos, mas especialmente aqueles que abraçaram este ano a melhor especialidade do Mundo uma mensagem: “Sejam Estrelas”.

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