O presidente da Cruz Vermelha Portuguesa e antigo diretor-geral da Saúde, Francisco George, mostrou-se preocupado com o efeito que o caso do médico afastado do INEM, António Peças, possa vir a ter na confiança dos portugueses nos serviços de emergência.

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A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) colocou a bandeira a meia-haste, no domingo, por “respeito às vítimas” do acidente com um helicóptero do INEM.

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A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) vai assumir a gestão da Escola Superior de Enfermagem de Chaves (ESEC), adiantou à agência Lusa uma fonte da Câmara Municipal.

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O Jornal Médico esteve presente na apresentação do serviço de teleassistência “Prosegur – Sempre Consigo”, que resulta de uma parceria entre a Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) e a Prosegur Portugal. Trata-se de um serviço de acompanhamento a pessoas idosas ou com doenças incapacitantes, disponível 24 horas por dia, sete dias por semana. O dispositivo, que funciona através de geolocalização, atua em caso de queda ou inatividade, contactando de imediato o cuidador ou familiar de contacto. Além disso, os beneficiários contam ainda com um acompanhamento quinzenal por parte da Central de Teleassistência. Com o objetivo de perceber qual é o papel da CVP, nomeadamente através do serviço de call-center, o Jornal Médico conversou com o ex-diretor-geral da Saúde e atual presidente da instituição, Francisco George.

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A Cruz Vermelha Portuguesa e a Missão Continente voltam a associar-se para promover uma recolha de alimentos, a realizar entre os dias 6 e 8 de abril, nas mais de 400 lojas Continente e Meu Super de todo o país.

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A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) vai criar no centro de Lisboa uma unidade de apoio a doentes crónicos, com 90 quartos e 160 camas, disse hoje o novo presidente da instituição, Francisco George.

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ACES-Algarve

Durante a primeira quinzena de julho foram registados um total de 1.547 atendimentos nos 32 Postos de Saúde de Praia, disponibilizados ao longo da costa algarvia, no âmbito do Plano de Verão 2016, pela Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, em colaboração com a Cruz Vermelha Portuguesa.

Os Postos de Saúde de Praia, com horário de atendimento entre as 10:30 e as 19:30 horas, têm como objetivo de assegurar cuidados de saúde de enfermagem e dar resposta a situações clínicas que possam ser tratadas no local, ou, em caso de necessidade, encaminhar o utente para uma unidade de saúde mais adequada e irão manter-se em funcionamento até ao próximo dia 18 de setembro.

De acordo com notícia avançada pelo website da ARS do Algarve, no total dos atendimentos efetuados foram realizados 668 tratamentos, 506 atendimentos devido a picadas de peixe-aranha e insetos, 256 medições de pressão arterial, 60 para administração de injeções e 57 para realização de testes de glicemia, tendo sido registados durante este período 19 encaminhamentos para outras unidades de saúde.

De salientar ainda que, do total de atendimentos registados nas duas primeiras semanas de julho, cerca de 71% dos cidadãos atendidos nos Postos de Saúde de Praia não são residentes na Região do Algarve (78% são residentes noutras regiões do país e 22% são estrangeiros) e os restantes 29% são residentes no distrito de Faro, percentagens que se justificam dado o elevado número de turistas, nacionais e estrangeiros, que se encontram na região algarvia durante esta época do ano.

Os Postos de Saúde de Praia com maior número de atendimentos registados durante este período foram os de Monte Gordo, Manta Rota, Armação de Pêra, Praia dos Tomates, Ilha da Culatra, Rocha Baixinha e Quarteira.

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COVID e não-COVID: Investimentos para resolver novos e velhos problemas
Editorial | Rui Nogueira, Médico de Família e presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
COVID e não-COVID: Investimentos para resolver novos e velhos problemas

Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. O estado de emergência terminou e o estado de calamidade passou, mas o problema de saúde mantem-se ativo. É urgente encontrar uma visão inovadora e adotar uma nova estratégia. As unidades de saúde precisam de encontrar respostas adequadas e seguras.

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