A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) vai criar no centro de Lisboa uma unidade de apoio a doentes crónicos, com 90 quartos e 160 camas, disse hoje o novo presidente da instituição, Francisco George.

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ACES-Algarve

Durante a primeira quinzena de julho foram registados um total de 1.547 atendimentos nos 32 Postos de Saúde de Praia, disponibilizados ao longo da costa algarvia, no âmbito do Plano de Verão 2016, pela Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, em colaboração com a Cruz Vermelha Portuguesa.

Os Postos de Saúde de Praia, com horário de atendimento entre as 10:30 e as 19:30 horas, têm como objetivo de assegurar cuidados de saúde de enfermagem e dar resposta a situações clínicas que possam ser tratadas no local, ou, em caso de necessidade, encaminhar o utente para uma unidade de saúde mais adequada e irão manter-se em funcionamento até ao próximo dia 18 de setembro.

De acordo com notícia avançada pelo website da ARS do Algarve, no total dos atendimentos efetuados foram realizados 668 tratamentos, 506 atendimentos devido a picadas de peixe-aranha e insetos, 256 medições de pressão arterial, 60 para administração de injeções e 57 para realização de testes de glicemia, tendo sido registados durante este período 19 encaminhamentos para outras unidades de saúde.

De salientar ainda que, do total de atendimentos registados nas duas primeiras semanas de julho, cerca de 71% dos cidadãos atendidos nos Postos de Saúde de Praia não são residentes na Região do Algarve (78% são residentes noutras regiões do país e 22% são estrangeiros) e os restantes 29% são residentes no distrito de Faro, percentagens que se justificam dado o elevado número de turistas, nacionais e estrangeiros, que se encontram na região algarvia durante esta época do ano.

Os Postos de Saúde de Praia com maior número de atendimentos registados durante este período foram os de Monte Gordo, Manta Rota, Armação de Pêra, Praia dos Tomates, Ilha da Culatra, Rocha Baixinha e Quarteira.

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A mudança necessária
Editorial | Jornal Médico
A mudança necessária

Os últimos meses foram vividos por todos nós num contexto absolutamente anormal e inusitado.

Atravessamos tempos difíceis, onde a nossa resistência é colocada à prova em cada dia, realidade que é ainda mais vincada no caso dos médicos e restantes profissionais de saúde. Neste âmbito, os médicos de família merecem certamente uma palavra de especial apreço e reconhecimento, dado o papel absolutamente preponderante que têm vindo a desempenhar no combate à pandemia Covid-19: a esmagadora maioria dos doentes e casos suspeitos está connosco e é seguida por nós.

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