O bastonário da Ordem dos Médicos (OM), Miguel Guimarães, considera que existem motivos que legitimam uma greve nacional de médicos e apelou ao ministro da Saúde para que crie o consenso necessário para evitar a paralisação.

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Os sindicatos médicos decidiram avançar para uma greve nacional nos dias 10 e 11 de maio.

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As organizações sindicais representativas dos médicos reúnem-se esta terça-feira para “concretizar formas de luta” pela ausência de medidas do Governo no setor, nomeadamente a reposição do pagamento das horas extraordinárias.

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O Governo comprometeu-se com os sindicatos médicos a repor 25% das horas extraordinárias a partir de abril a todos os profissionais de saúde e a negociar para que a reposição total ocorra até ao fim do ano.

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A Ordem dos Médicos (OM), a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) e o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) convocaram, para esta sexta feira, uma reunião alargada a todas as associações médicas com o objetivo de definir uma estratégia concertada de defesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e da dignidade dos médicos.

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A Ordem dos Médicos, a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) e o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) reúnem-se esta segunda-feira à tarde para decidirem uma estratégia comum de resposta ao Governo.

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quinta-feira, 25 agosto 2016 11:18

FNAM não quer mais ULS

FNAM

A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) manifestou-se ontem contra a criação de mais Unidades Locais de Saúde (ULS) e acusou o governo de não apresentar medidas concretas a nível do desenvolvimento da reforma dos cuidados de saúde primários (CSP).

De acordo com um comunicado, “as medidas concretas a nível do desenvolvimento da Reforma dos Cuidados de Saúde Primários (CSP) continuam a não existir e começam, inclusive, a surgir insistentes rumores sobre a preparação de um projeto visando generalizar a criação de ULS em todo o país”.

A FNAM apresentou o seu parecer desfavorável relativamente a este ponto por considerar que a criação das ULS “visou o objetivo fundamental de estender aos cuidados de saúde primários a mesma lógica de gestão empresarial aplicada aos hospitais”.

“As atuais ULS existentes não permitiram qualquer contributo para o desenvolvimento da acessibilidade aos cuidados de saúde nem se traduziram em qualquer melhoria efetiva da articulação dos níveis prestadores dos cuidados”, prosseguiu a FNAM.

Esta organização sindical considera ainda que, a confirmar-se, a opção pela generalização das ULS “será um passo decisivo para liquidar todo o processo de reforma dos cuidados de saúde primários”.

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FNAM
Foram ontem (16 de dezembro) apresentadas medidas desenvolvidas por três especialistas a quem o Ministério da Saúde pediu propostas para a reforma do Serviço Nacional de Saúde (SNS), que assentam em três áreas principais: cuidados de saúde primários, cuidados de saúde hospitalares e cuidados continuados integrados.

Hoje, em comunicado, a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) reagiu a esta notícia (que pode ver aqui), demonstrando apreensão em relação a uma das propostas no âmbito dos cuidados de saúde hospitalares.

A nota de imprensa do FNAM publicada na íntegra:

"A FNAM tomou conhecimento, através da comunicação social, que será intenção do recém-nomeado coordenador nacional para a reforma dos cuidados de saúde hospitalares institucionalizar a prática das chamadas equipas dedicadas ao serviço de urgência.

Torna-se urgente definir uma política nacional das urgências e não repetir a situação surgida ao longo dos últimos anos de serem adoptadas medidas pontuais em resposta à agudização de aspectos de funcionamento destes serviços.

Entendemos que é indispensável a definição de uma política que aclare o que são as urgências, qual a sua missão e qual o papel que devem desempenhar no contexto da
rede de prestação de cuidados de saúde.

Que defina também as medidas que permitirão desenvolver uma coordenação local e
regional eficaz entre a urgência e os outros segmentos assistências da rede de cuidados existente a nível da comunidade envolvente.

Uma política que defina, ainda, as acções específicas que permitam favorecer o relacionamento e a integração harmoniosa do serviço de urgência no âmbito do funcionamento de cada hospital.

Não podemos deixar de ter em conta que já hoje existe uma importante percentagem de médicos colocados nas equipas de urgência que são oriundos de empresas e que muitos deles, porque não são especialistas, não possuem qualquer formação específica.

Tratando-se de um assunto com fortes implicações laborais, a FNAM não prescinde do direito legalmente previsto de ser chamada à mesa de negociações para se encontrar
um consenso que, garantindo a qualidade de serviços prestados à população, dignifique o SNS e os médicos.

Estamos empenhados em contribuir decisivamente para a resolução dos graves
problemas existentes, mas não estamos dispostos, em circunstância alguma, a caucionar medidas ao sabor de círculos de interesses que nos suscitam as mais vivas apreensões."

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800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde
Editorial | Jornal Médico
800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde

Se não os tivéssemos seria bem pior! O reforço do Programa Operacional da Saúde com 800 milhões de euros pode ser entendido como sinal político de valorização do setor da saúde. Será uma viragem na política restritiva? O Serviço Nacional de Saúde (SNS) de 40 anos precisa de cuidados intensivos! Há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções. É urgente pensarmos na nova década com rigor e disponibilidade sincera.

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