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O secretário de Estado Adjunto e da Saúde inaugurou a segunda Unidade de Saúde Familiar (USF) do concelho da Lourinhã, que vai servir 9200 utentes.

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A Entidade Reguladora da Saúde está a analisar casos de doentes de estabelecimentos privados que chegam aos hospitais públicos, a meio de tratamentos, por terem esgotado os plafonds dos seguros, revelou hoje o secretário de Estado adjunto e da Saúde, Fernando Araújo.

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O secretário de Estado Adjunto e da Saúde anunciou um investimento de um milhão de euros para criar, até 2018, um total de 100 equipas especializadas de Cuidados Paliativos nos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES).

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Mais recursos humanos, a melhoria de infraestruturas e a criação de um novo edifício no valor de quatro milhões de euros, são os projetos que o Governo quer pôr em prática no Hospital de Santo Tirso. O anúncio foi feito pelo Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, numa visita à unidade hospitalar, acompanhado pelo Presidente da Câmara Municipal, Joaquim Couto.

“Um compromisso sério e claro a desenvolver em Santo Tirso”, foi a promessa feita pelo Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, na recente visita ao Hospital de Santo Tirso. Depois de uma reunião com vários profissionais de saúde, o governante garantiu o apoio na resolução das diferentes lacunas existentes na unidade hospitalar do concelho.

“É notável a falta de recursos humanos, fruto de uma paragem que nos últimos quatro anos houve nesta unidade. A partir daqui, há um compromisso sério do Ministério da Saúde com a Câmara e com o Serviço Nacional de Saúde, em dotar novamente o hospital com pessoas, condições de saúde e investimento, para conseguir que este centro hospitalar volte a ter a dignidade que tinha no passado”, sublinhou o responsável.

Do compromisso assumido, faz parte a criação de um novo edifício, candidato a fundos comunitários, que resultará num investimento de quatro milhões de euros. “Temos um plano sólido, de criação de um novo edifício com diferentes serviços, mas acima de tudo, vamos tentar colmatar algumas questões do dia-a-dia, de modo a que o hospital volte a dar a resposta que os utentes precisam. Ao nível dos recursos humanos, abrimos há muito pouco tempo 12 vagas nas áreas com mais lacunas neste Hospital, e esperamos conseguir cativar médicos para que venham para cá. O que faltava aqui, essencialmente, era um projeto, uma estratégia clara, e agora isso existe”, defendeu.

O investimento, contará ainda com o apoio e financiamento da Câmara Municipal, como explicou aos jornalistas o Presidente da Câmara, Joaquim Couto. “ A presença do secretário de Estado aqui é para nós muito importante, porque significa que agora há um projeto político do Ministério da Saúde para Santo Tirso. Já há comprometimento com recursos humanos, pequenos investimentos, e a Câmara contribuirá com 15% do necessário para ajudar à candidatura a fundos comunitários do novo edifício. Penso que, em conjunto, vamos conseguir resolver tudo isto, e devolver ao nosso Hospital a confiança e a qualidade que já teve, e que queremos recuperar”, afirmou o autarca.

O projeto do novo edifício, que albergará, entre outros, o serviço de medicina interna, já tinha sido aprovado em 2011, tendo entretanto sido suspenso pelo anterior Governo da coligação PSD/CDS-PP. Agora, volta de novo à ordem do dia, podendo vir a beneficiar cerca de 250 mil habitantes, pertencentes aos municípios da Trofa, Santo Tirso e Famalicão.

O presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Ave, António Barbosa, destacou a importância desta visita. “As principais preocupações do Centro Hospitalar do Médio Ave são sempre dar a melhor resposta às necessidades que os utentes procuram. A presença do Secretário de Estado é importantíssima para verificar in loco as dificuldades que temos e as possíveis soluções para esses problemas. O investimento de 4 milhões de euros já está projetado, e certamente que com este apoio tudo será feito para nos ajudar a realizar este objetivo o mais rapidamente possível”, concluiu.

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EstudoCSP

O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, anunciou ontem que o Governo pretende construir "17 novos centros de saúde até 2017".

"Queremos relançar de novo a reforma dos cuidados de saúde primários", disse Fernando Araújo, na cerimónia de assinatura do contrato-programa para a construção de nova unidade de saúde do Pinhal Novo, concelho de Palmela.

O novo equipamento do Pinhal Novo (onde já existe uma extensão de saúde) integra-se no Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) da Arrábida.

Segundo o governante, em junho vai ser aberto um concurso para 14 médicos neste ACES.

Fernando Araújo acredita que a contratação de novos médicos vai permitir reduzir em 30% a 40% o número de utentes sem médicos de família (cerca de 26% no ACES Arrábida) e lembrou que, a partir de junho, utentes e médicos de família vão poder escolher os hospitais onde querem receber tratamento.

Antes, a presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), Rosa Valente, tinha também referido a intenção de renovar/remodelar meia centena de unidades de saúde, para melhorar a prestação de cuidados.

De acordo com o contrato-programa que ontem foi assinado com a Câmara de Palmela, a nova unidade de saúde será construída pelo município, mas com financiamento da ARSLVT, num terreno com cerca de 3.000 metros quadrados.

O terreno é cedido pela autarquia, na zona sul do Pinhal Novo, e a obra tem um custo estimado de 1,184 milhões de euros.

Segundo o presidente da Câmara de Palmela, Álvaro Amaro, a nova unidade de Saúde do Pinhal Novo era uma reivindicação da população local com mais de duas décadas.

"No momento em que foi inaugurada a atual extensão de saúde, já os pinhalnovenses reclamavam a construção de uma outra unidade para fazer face às necessidades da população", disse o autarca, que prometeu tudo fazer para que a nova extensão de saúde seja concluída até final do próximo ano de 2017.

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dpoc

O Governo pretende que todos os agrupamentos dos centros de saúde realizem espirometrias, exame de diagnóstico essencial para a doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) que ainda é incipiente em Portugal.

Na sessão de apresentação do relatório sobre Doenças Respiratórias relativo a 2015, o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, disse que durante este primeiro semestre do ano ainda vão ser avaliadas as experiências das administrações regionais de saúde quanto às espirometrias.

A espirometria é um exame não invasivo e indolor que permite avaliar a função dos pulmões e a quantidade de ar que entra e sai.

O relatório da Direção-geral da Saúde refere como evidente a “muito baixa” taxa de utilização de espirometrias para o diagnóstico da DPOC.

O número de pessoas inscritas para realizar o diagnóstico teve um aumento de 280% entre 2011 e 2014, mas “o valor absoluto é ainda extremamente baixo”.

Estima-se que o número de doentes com DPOC em Portugal ronde os 700 mil, mas só cerca de 100 mil estarão diagnosticados.

Cristina Bárbara, responsável do Programa Nacional para as Doenças Respiratórias, frisa que a espirometria é um exame simples - embora tenha de ser executado por um técnico habilitado – e de baixo custo, estimando-se que cada espirometria custe seis euros. Já o custo total de um diagnóstico de DPOC rondará os 20 euros (já incluindo custos com recursos humanos, consumíveis e equipamentos).

Para o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, a generalização das espirometrias deve ser feita nos cuidados de saúde primários, embora em Portugal subsistam por enquanto três modelos: centrado nos centros de saúde, hospitalar ou convencionado.

Também Cristina Bárbara defende que a modalidade ideal é o doente realizar o exame no centro de saúde, aumentando a sua adesão e acessibilidade.

“Fazer no convencionado, por exemplo, é um fator limitativo de acessibilidade do doente ao exame. O que se defende portanto é que as espirometrias estejam in loco no centro de saúde”, justificou a responsável.

O Algarve apresenta os mais baixos níveis de recurso à espirometria para diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crónica, com as autoridades a considerarem preocupante a fraca capacidade de diagnóstico destas doenças respiratórias nas regiões algarvia e alentejana.

A fraca realização de espirometrias aponta para uma “enorme probabilidade” de internamentos evitáveis associados à DPOC, explica a Direção-geral da Saúde (DGS).

Em 2014, a percentagem de doentes com diagnóstico de DPOC confirmada por espirometria nos centros de saúde foi de 6,2% no Alentejo e de 3,5% no Algarve, bem abaixo dos 9,3% de média de Portugal Continental.

Além de se situarem abaixo da média, o Alentejo e o Algarve tiveram redução de percentagens de diagnósticos por espirometria entre 2012 e 2014. Já nas regiões Norte, Centro e de Lisboa e Vale do Tejo tem havido um aumento, apesar de “muito discreto”.

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oncologia

O número de doentes oncológicos operados além do tempo máximo de resposta garantido subiu 4,6% em 2014, dado que preocupa o Ministério da Saúde que admite o recurso a privados em casos pontuais.

“Interessa-nos acima de tudo o bem-estar dos doentes. Se verificarmos que nalguns casos o Serviço Nacional de Saúde não consegue dar uma resposta em tempo útil, que ponha em causa a vida dos doentes, teremos abertura para contratualizar com os privados nesses locais e nessas situações”, afirmou o secretário de Estado Adjunto e da Saúde.

No relatório sobre doenças oncológicas ontem apresentado em Lisboa, percebe-se que a percentagem de operados a neoplasias malignas que ultrapassam o tempo máximo de resposta garantido (TMRG) aumentou 4,6% de 2013 para 2014 e tem registado aumentos constantes desde 2010.

Também a percentagem de doentes prioritários com cancro operados além do TMRG aumentou 6,3% de 2013 para 2014.

“Nós estamos preocupados porque houve um aumento dos casos operados fora do TMRG. Com cada um dos hospitais vamos perceber as razões. Não é possível nem desejável, que o SNS não responda a estes casos prioritários do ponto de vista oncológico a tempo e horas”, afirmou o secretário de Estado Fernando Araújo.

O governante acredita que os cortes orçamentais não explicam totalmente esta subida de cirurgias fora do tempo, dando o exemplo do Hospital de São João, onde também houve cortes e a unidade conseguiu cumprir com eficácia os tempos máximos de resposta.

Quanto ao aumento de encargos do SNS com medicamentos oncológicos, como foi sublinhado no relatório, Fernando Araújo indica estar em discussões com a indústria farmacêutica para que os doentes continuem a ter acesso aos melhores tratamentos inovadores mas com valores sustentáveis para o Estado.

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Farmácia 2

O Ministério da Saúde prevê que, durante este ano, grande parte dos doentes crónicos já consiga levantar a sua medicação na farmácia, sem necessidade de se deslocar ao centro de saúde.

“Uma das vantagens e objetivos da desmaterialização da receita é os médicos poderem, no sistema informático, prescrever a receita, e o utente com patologia crónica dirigir-se à farmácia e poder aviar as receitas, sem ser necessária consulta no centro de saúde”, afirmou ontem o secretário de Estado Adjunto e da Saúde.

Fernando Araújo, que falava durante a sessão de apresentação do Plano Estratégico da Reforma dos Cuidados de Saúde Primários, adiantou que há já algumas farmácias em que a experiência está a decorrer, com sucesso.

O objetivo do Ministério é alargar este projeto, que é direcionado, sobretudo, a quem faz medicação para doenças crónicas, mas o governante não descartou a possibilidade de abranger outras patologias: “O objetivo é facilitar o acesso à medicação, sem pôr em causa a segurança de todo o processo”.

Para o Ministério, esta renovação do receituário sem necessidade de deslocação ao centro de saúde pode ser útil sobretudo para a população mais idosa e com dificuldades de acesso ou mobilidade.

“Durante o ano de 2016, se calhar até já no final do primeiro semestre, grande parte dos locais vão estar a utilizar esta metodologia”, estimou o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, em declarações aos jornalistas.

Entre as reformas apresentadas para a área dos cuidados de saúde primários, pretende-se nomeadamente dar mais médicos de família aos utentes, avançar com consultas de saúde oral e de oftalmologia nos centros de saúde.

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Crónicas de uma pandemia anunciada
Editorial | Jornal Médico
Crónicas de uma pandemia anunciada

Era 11 de março de 2020, quando a Organização Mundial de Saúde declarou o estado de Pandemia por COVID-19 e a organização dos serviços saúde, como conhecíamos até então, mudou. Reorganizaram-se serviços, redefiniram-se prioridades, com um fim comum: combater o SARS-CoV-2 e evitar o colapso do Serviço Nacional de Saúde, que, sem pandemia, já vivia em constante sobrecarga.

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