O 10.º Congresso Nacional de Senologia, organizado pela Sociedade Portuguesa de Senologia (SPS), decorre entre 11 e 13 de outubro, no Eurostars Oasis Plaza, na Figueira da Foz.

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A autarquia da Figueira da Foz vai investir 140 mil euros em apoios a instituições particulares de solidariedade social (IPSS), em programas de saúde oral e em medicamentos para carenciados.

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blurred figures wearing medical uniforms in hospital surgery corridor

A autarquia da Figueira da Foz vai investir mais de 850 mil euros na construção de uma nova unidade de saúde no norte do concelho, na freguesia de Alhadas, de acordo com um contrato-programa ontem assinado.

De acordo com os termos do documento, assinado entre o município e a Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC), o valor total de investimento camarário ascende a mais de 850 mil euros na construção e equipamento do novo edifício, cuja utilização será depois cedida à ARSC por um prazo de 20 anos, renovável.

A autarquia vai candidatar o investimento a fundos europeus do quadro Portugal 2020, que têm um teto máximo de 520 mil euros, sendo o restante coberto por fundos municipais.

Em declarações aos jornalistas, à margem da cerimónia, o presidente da Câmara Municipal, João Ataíde, justificou a decisão da autarquia em assumir os custos com a nova unidade para garantir a manutenção dos cuidados de saúde às populações.

"Não quero que haja uma quebra na prestação de serviços de cuidados de saúde primários às pessoas. É fundamental para nós acompanhar estas populações", afirmou.

Já José Tereso, presidente da ARSC, destacou os "benefícios" da criação de unidades de saúde familiar (USF), pela sua diferenciação (como ausência de listas de espera ou uma sala de estar cheia de utentes) e possibilidade de passarem a integrar um conjunto de serviços "de primeira linha" na prevenção da doença.

Apesar de, nesta fase, José Tereso não garantir a criação de uma USF na freguesia de Alhadas, argumentando que cabe aos profissionais - médicos, enfermeiros e pessoal auxiliar - a criação de equipas nesse âmbito, é intenção da tutela aumentar o número daquelas unidades no concelho.

Também à margem da sessão, António Morais, diretor executivo do Agrupamento de Centros de Saúde do Baixo Mondego, disse que a intenção é vir a criar mais três USF no município da Figueira da Foz (uma na cidade, outra na freguesia de Alhadas e outra em Lavos, a sul), a juntar às duas que já existem na zona urbana.

O projeto da nova unidade de saúde é camarário e será agora candidatado aos fundos europeus e objeto de concurso público de construção. Segundo João Ataíde, a obra deverá iniciar-se em setembro e estar concluída nove meses mais tarde, em finais de junho de 2017.

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A Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) anunciou hoje o alargamento do horário de atendimento nos centros de saúde de Coimbra e Buarcos, este na Figueira da Foz, no âmbito do Plano de Contingência para as Temperaturas Extremas Adversas.

Em comunicado, a ARSC informa que, a partir do dia 28, todos os centros de saúde de Coimbra prolongam o seu horário de funcionamento até às 22 horas, enquanto nos dias 24, 26, 31 e ainda a 2 de janeiro, vão estar abertos entre as nove e as 13 horas.

A partir de dia 26, o Centro de Saúde de Buarcos, na Figueira da Foz, vai estar aberto aos sábados, das 10 às 18 horas, para atendimento de situações de doença aguda.

Nos restantes centros de saúde que integram o Agrupamento de Centros de Saúde Baixo Mondego - Cantanhede, Condeixa, Mealhada, Mira, Montemor-o-Velho, Mortágua, Penacova e Soure - incluindo os de Coimbra, a ARSC vai proceder ao reforço de equipas no horário normal de atendimento.

"Estas medidas visam facilitar o acesso das populações aos cuidados de saúde primários para atendimento de situações agudas, como gripe e síndrome respiratório, de forma a evitar deslocações desnecessárias às urgências hospitalares", salienta a ARSC.

O alargamento do horário de atendimento insere-se no âmbito do Plano de Contingência para as Temperaturas Extremas Adversas - Módulo Frio, que se encontra em vigor desde 1 de novembro.

Lusa

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“Figueira Respira” é o nome do projeto inovador que tem como grande objetivo travar o avanço da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) na Figueira da Foz.

“Existem atualmente cerca de 4900 doentes identificados com DPOC na região da Figueira da Foz, mas estima-se, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística, que existam ainda cerca de 4000 doentes por diagnosticar” explica Lígia Fernandes, pneumologista do Hospital Distrital da Figueira da Foz.

“Com este projeto queremos melhorar a articulação de cuidados de saúde para uma identificação precoce e monitorização adequada da DPOC, aspetos estes determinantes na evolução da doença. Pretendemos identificar mais cedo factores de risco e/ou sinais e sintomas da doença, e aumentar a capacidade de resposta às espirometrias com o consequente aumento de diagnósticos de DPOC na nossa região. Vamos também apostar na formação dos profissionais de saúde e, muito importante, na sensibilização da população”, refere a pneumologista.

“Pretendemos continuar a promover campanhas de sensibilização junto dos utentes e comunidade para alertar para os riscos do tabagismo e complicações da DPOC. Queremos também diminuir o número de fumadores na região, com o recurso à consulta de cessação tabágica e estamos ainda a desenvolver um programa de melhoria de qualidade de vida e de alteração de comportamentos, dirigido aos doentes já identificados”, afirma Maria Pacheu, médica de família na USF S.Julião.

Esta iniciativa conta com o apoio da Administração Regional de Saúde do Centro, Hospital Distrital da Figueira da Foz, Agrupamento de Centros de Saúde Baixo Mondego e Unidades de Saúde Familiares São Julião e Buarcos e Câmara Municipal da Figueira da Foz.

O projeto “Figueira Respira” integra-se no programa “Boas Práticas de Governação”, uma iniciativa da Novartis em parceria com a Universidade Nova de Lisboa. Ao longo do programa os participantes tiveram a acesso a um plano curricular desenvolvido pela Universidade e que lhes garantiu as bases teóricas e o acompanhamento necessário ao desenvolvimento do projeto.

Este ano sob o tema “Caminhos para a Humanização”, o programa “Boas Práticas de Governação” teve como objetivo principal a implementação de projetos inovadores que fomentem uma maior articulação entre cuidados de saúde primários e hospitalares, que possam trazer melhorias efetivas para o doente.

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O presidente da Câmara da Figueira da Foz, João Ataíde, congratulou-se hoje com a manutenção do serviço de urgência médico-cirúrgica no hospital local, de acordo com um despacho, nesse sentido, do ministro da Saúde.

"O hospital da Figueira mantém a urgência médico-cirúrgica. É a consagração dos esforços da atual e anterior administração [hospitalar] e também de algum empenho da nossa parte", disse o autarca daquele município do distrito de Coimbra, durante a reunião do executivo.

João Ataíde adiantou que com o despacho assinado pelo ministro Leal da Costa, que define e classifica os serviços de urgência incluídos na Rede de Urgência/Emergência, "estão afastadas as dúvidas" sobre a manutenção do serviço de urgência médico-cirúrgica no hospital distrital da Figueira da Foz (HDFF).

No verão de 2012, um relatório da Comissão para a Reavaliação da Rede Nacional de Emergência e Urgência propunha a desclassificação do HDFF de serviço de urgência médico-cirúrgica para urgência básica, proposta que foi contestada, na altura e por unanimidade, pelo executivo municipal.

Lusa

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No âmbito do programa “Boas Práticas de Governação Clínica”, promovido pela Novartis em parceria com a Universidade Nova de Lisboa, foi desenvolvido o projeto “Figueira Respira” que tem como objetivo alterar o panorama da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) na Figueira da Foz.

A assinatura do protocolo de colaboração entre as entidades envolvidas nesta iniciativa está agendada para dia 22 de julho, no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz. A cerimónia contará com a presença de João Ataíde, presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, José Tereso, presidente do Conselho de Administração da ARS Centro, Pedro Beja Afonso, presidente do Conselho de Administração do Hospital Distrital da Figueira da Foz e Cristina Campos, presidente do grupo Novartis em Portugal.

De acordo com dados recentes do Instituto Nacional de Estatística, cerca de 80 por cento dos doentes com DPOC na Figueira da Foz não estão diagnosticados.

Neste sendido, a Administração Regional de Saúde do Centro, o Hospital Distrital da Figueira da Foz, o Município da Figueira da Foz e a Novartis, pretendem implementar um conjunto de iniciativas articuladas de forma a evitar a progressão da DPOC, sensibilizar a comunidade para a doença, promover a alteração de estilos de vida saudável, aumentar o diagnóstico e melhorar o tratamento dos doentes com DPOC.

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O Hospital Distrital da Figueira da Foz (HDFF) e o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) celebraram hoje um protocolo com vista à implementação da Via Verde AVC, que será operacionalizada através da utilização da Telemedicina.

O presidente do conselho de administração do HDFF, Pedro Beja Afonso, referiu que este é um projecto inovador que “abrirá uma janela de oportunidades para que as duas instituições consolidem a sua articulação”.

“A implementação da Via Verde do AVC no HDFF, com o apoio do CHUC, permite oferecer aos doentes uma oportunidade terapêutica e de recuperação dos défices neurológicos instalados de que actualmente não dispõem”, frisou.

Na sua opinião, cabe aos hospitais do Serviço Nacional de Saúde “cooperarem entre si, articularem-se e criarem as sinergias necessárias, de modo a rentabilizar os meios disponíveis”, tal como acontece nesta parceria.

O presidente do conselho de administração do CHUC, José Martins Nunes, realçou que “a região Centro é a que tem, a nível nacional, maior experiência em Telemedicina”, iniciada há cerca de 20 anos.

Segundo Martins Nunes, a ligação do CHUC ao HDFF para a Via Verde AVC “é a primeira experiencia a nível nacional”.

“O CHUC participa num projecto inovador de grande alcance e que é mais um contributo para a saúde dos nossos doentes e um reforço da capacidade do Serviço Nacional de Saúde. Com este projecto vamos salvar vidas humanas e diminuir de forma eficaz as consequências nefastas do AVC”, afirmou.

No âmbito do protocolo celebrado, ficam definidos os procedimentos a ter com os doentes encaminhados para a Via Verde AVC no HDFF.

O documento refere, por exemplo, que após a triagem do doente para a Via Verde AVC o médico internista do serviço de Urgência do HDFF tem de contactar o serviço de Neurologia do CHUC pelo telemóvel ou telefone fixo “para alertar que irá ser desencadeada uma teleconsulta” e depois fornece os dados do doente necessários ao registo da consulta de Telemedicina no CHUC.

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O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Editorial | Jornal Médico
O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. Encontrar uma nova visão e adotar uma nova estratégia útil na nossa prática clínica quotidiana. Valorizar as unidades de saúde por estarem a dar as respostas adequadas e seguras é o mínimo que se exige, mas é urgente e inevitável um plano de investimento nos centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.

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