As declarações surgiram esta manhã na conferência de imprensa em que foi confirmada a morte de uma jovem de 17 anos, que não se encontrava imunizada, durante a madrugada de hoje, no Hospital Dona Estefânia, resultante “de uma situação clínica infeciosa com pneumonia bilateral - sarampo”.

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O diretor-geral da Saúde, Francisco George, afirmou ontem a existência de “uma grande preocupação” com os cinco casos de sarampo registados em Portugal, porque a doença estava eliminada do país “devido a um programa eficaz” de vacinação.

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O diretor-geral da Saúde afirmou ontem que a Lei de Saúde Pública, que será debatida quinta-feira no parlamento, vai “modernizar” esta área, ao reunir num só articulado a legislação que até agora estava dispersa.

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O ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, defendeu recentemente que a solução de que a sociedade atual necessita passa necessariamente por procurar acabar rapidamente com a pobreza e a indignidade.

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vacina bebe

A Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceu oficialmente a eliminação do sarampo e da rubéola em Portugal, mas o diretor-geral da Saúde alerta para a importância de se manter a vacinação contra estas doenças.

“A OMS certificou a eliminação do sarampo e da rubéola em Portugal. São grandes vitórias, grandes conquistas, feitos muito importantes, resultado do Programa de Vacinação, que conseguiu acabar com este risco”, afirmou ontem o diretor-geral da Saúde, Francisco George aos jornalistas, lembrando que o sarampo é uma doença especialmente grave em crianças.

O responsável admitiu ainda que a vacinação pode ser o “maior inimigo” da própria vacinação. Não "se vendo a doença", que foi eliminada pelas vacinas, corre-se o risco de não continuar a imunizar as crianças.

“As mães não sabem hoje em dia o que é o sarampo. Ele não existe, não circula. É fundamental continuar a vacinar, garantir a imunização de grupo”, sublinhou, reforçando a importância de assegurar que há uma barreira de proteção se um caso de sarampo vier eventualmente a ser importado (através de viajantes, de migrantes ou turistas).

“É preciso continuar a vacinar contra o sarampo e a rubéola apesar de não termos em Portugal a circulação dos vírus”, insistiu.

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preservativo

O Grupo de Ativistas em Tratamentos (GAT) denunciou que, dos 110 mil preservativos que solicitaram para distribuição mensal, só receberam 25 mil, uma situação que dura há algum tempo, mas que o diretor-geral da Saúde garantiu estar resolvida.

O presidente do GAT, Luís Mendão, disse à agência Lusa que o racionamento de preservativos externos (masculinos) e internos (femininos), bem como as embalagens de gel lubrificante, começou em 2011.

A situação terá mesmo agravado em 2015 e, este ano, o número de embalagens fornecidas ao GAT para distribuição, como prevenção do VIH, ficou muito aquém das necessidades.

“O que acontece é que os últimos preservativos de 2015 só chegaram agora, em agosto de 2016”, e ainda assim, muito menos do que os necessários.

Luís Mendão referiu que, em 2015, o GAT distribuiu 1,2 milhões preservativos, apesar de ter a capacidade de distribuir 1,5 milhões. “Precisamos pelo menos de mais 100 mil”, disse.

O responsável avançou ainda que foram solicitados 110 mil preservativos por mês, mas que apenas 25 mil unidades foram entregues.

A situação ainda é pior no caso da distribuição de gel lubrificante: “Devíamos receber 75 mil embalagens e recebemos cerca de 2000”, sublinhou.

Em entrevista à Agência Lusa, o diretor-geral da Saúde, Francisco George, afirmou que “a situação já foi desbloqueada” e que, “muito em breve os concursos para aquisição de novos lotes de preservativo serão lançados”.

Para o GAT, “o acesso ao material de prevenção sexual é um dos pilares mais básicos e mais barato de qualquer estratégia de prevenção”.

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Francisco George 35 anos SNS

O diretor-geral da Saúde (DGS), Francisco George, afirmou ontem, em Coimbra, esperar que, brevemente, haja medicina e farmácia tradicionais chinesas nos hospitais de Portugal.

As declarações surgem inseridas na inauguração do Instituto Confúcio da Universidade de Coimbra, que tem como objetivo principal ser um espaço para a promoção da medicina tradicional chinesa, além da promoção da língua e da cultura chinesas. Marcaram presença no evento o reitor da Universidade de Coimbra, João Gabriel Silva, Feng Pei, da Universidade de Estudos Internacionais de Pequim, Fang Ziangiao, da Universidade de Medicina Chinesa de Zheijiang, e o embaixador da China em Portugal, Cai Run.

Nas palavras de Francisco George, estamos no “tempo certo" para avançar com as "práticas tradicionais, incluindo a farmácia tradicional chinesa", nos hospitais portugueses.

"Temos mente aberta", e não se podem "ignorar os efeitos benéficos" que este tipo de medicina e farmácia "pode ter para a população", sublinhou o responsável.

Dirigindo-se a uma plateia composta essencialmente por público chinês, Francisco George recordou que, desde 2005, há uma lei que enquadra as chamadas terapêuticas não convencionais, onde está incluída a medicina tradicional chinesa, estando essa lei
“finalmente regulamentada". "Ultrapassada a fase do quadro legal, que está afinado", há que avançar com o processo educativo e assegurar a integração destas terapêuticas no sistema de saúde. Em Portugal, "é tempo agora de trabalhar no sentido de formar médicos para praticarem medicina tradicional", esperando que as duas terapêuticas possam conviver "um dia" nos hospitais nacionais.

"Não é possível ignorar os sucessos alcançados", realçou Francisco George, considerando que a regulamentação é fundamental para "distinguir a má prática da boa prática", sendo necessário trabalhar no sentido de formar médicos para praticarem medicina tradicional", esperando que as duas terapêuticas possam conviver "um dia" nos hospitais nacionais mediante regulamentação, o que é fundamental para "distinguir a má prática da boa prática".

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Sol

O diretor-geral da Saúde, Francisco George, aconselhou os portugueses que vão para a praia ou para a serra a adotarem medidas de proteção máxima para reduzir os efeitos nocivos da radiação ultravioleta (UV) na saúde.

A recomendação de Francisco George surge na sequência da informação do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), segundo a qual as regiões do interior centro e sul do país e o município da Calheta, na Madeira, estão sob risco extremo de exposição à radiação ultravioleta.

As restantes regiões de Portugal continental, à exceção de Viana do Castelo e Braga, apresentam risco muito alto de exposição à radiação ultravioleta.

Em declarações à agência Lusa, o diretor-geral da Saúde afirmou que “é absolutamente essencial” ter em conta “a proteção em relação a riscos que podem ser reduzidos com o nosso comportamento”.

Para prevenir esses riscos, Francisco George recomendou o uso de “vestuário adequado, sobretudo muito claro, branco de preferência, e a utilização criteriosa de protetores solares”.

“A utilização de óculos escuros é recomendada”, assim como a utilização de chapéu de abas largas, mas o principal é “evitar a exposição ao sol durante o período mais preocupante”, entre o meio-dia e as 15 horas”, sublinhou.

Para quem pretende ir à praia ou passear na serra, Francisco George deixou um conselho: adotar “as precauções máximas em relação a este risco que é máximo”.

Apesar dos portugueses já estarem bem alertados para os efeitos nocivos da radiação solar, Francisco George explicou que a preocupação das autoridades de saúde é, sobretudo, informar sobre “os riscos da exposição quando o corpo não está devidamente protegido”.

“Antes de mais nada temos o problema do aumento - que também é preocupante - dos casos novos de cancro da pele, que é um problema que em Portugal está a ser vigiado muito de perto porque tem havido um aumento significativo e, por outro lado, as questões da proteção ocular”, adiantou.

A incidência dos vários tipos de cancros da pele tem vindo a aumentar em todo o mundo, estimando-se que em Portugal, em 2016, sejam diagnosticados mais de 12.000 novos casos de cancros da pele e cerca de 1.000 serão novos casos de melanoma.

Os cancros da pele mais frequentes são o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma.

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O Novo Livro Azul tem um passado e um futuro a defender e a promover num novo ciclo
Editorial | Jornal Médico
O Novo Livro Azul tem um passado e um futuro a defender e a promover num novo ciclo

O Novo Livro Azul da APMGF é um desejo e uma necessidade. Volvidos 30 anos é fácil constatar que todos os princípios e valores defendidos no Livro Azul se mantêm incrivelmente atuais, apesar da pertinência do rejuvenescimento que a passagem dos anos aconselha. É necessário pensar, idealizar e projetar a visão sobre os novos centros de saúde, tendo em conta a realidade atual e as exigências e necessidades sentidas no futuro que é já hoje. Estamos a iniciar um novo ciclo!

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