[caption id="attachment_5136" align="alignleft" width="300"]georgefrancisco “Foram enviadas orientações às administrações regionais de saúde (ARS) e a todos os CS no sentido de, em função das disponibilidades de cada unidade, poder ser alargada a vacinação gratuita sobretudo a doentes com indicação médica para fazer a protecção contra a gripe”, tal como já sucedeu no ano passado, afirmou o director-geral da Saúde, Francisco George[/caption]

A taxa de cobertura da vacinação contra a gripe é superior em 40% à registada em período homólogo do ano passado na população idosa, adiantou o director-geral da Saúde, Francisco George.

Indicando que a grande maioria das pessoas com mais de 65 anos já estarão vacinadas, o responsável da Direcção-Geral da Saúde (DGS) indicou que os centros de saúde (CS) poderão, a partir de agora, alargar as vacinas gratuitas também à restante população de risco, como os doentes crónicos.

“Foram enviadas orientações às administrações regionais de saúde (ARS) e a todos os CS no sentido de, em função das disponibilidades de cada unidade, poder ser alargada a vacinação gratuita sobretudo a doentes com indicação médica para fazer a protecção contra a gripe”, tal como já sucedeu no ano passado, afirmou o director-geral da Saúde.

Segundo Francisco George, este procedimento não é inovador e ocorre quando as autoridades começam a identificar uma descida da vacinação na população idosa, alargando a gratuitidade a quem mais precisa de ser imunizado. Aliás, o responsável está convicto de que a maioria dos idosos já foi vacinada, com a taxa de cobertura a ser superior em 40% à do ano passado na mesma altura para este grupo que tem vacinas gratuitas nos centros de saúde.

“Houve mais procura durante o mês de Outubro e durante as primeiras semanas do mês de Novembro”, indicou, acrescentando que ainda não há actividade gripal em Portugal.

Este ano, o Estado adquiriu cerca de 1,1 milhões de vacinas contra a gripe destinadas a serem administradas nos CS, a acrescentar às mais de 500 mil que foram distribuídas pelas farmácias para poderem ser compradas mediante receita médica.

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O Novo Livro Azul tem um passado e um futuro a defender e a promover num novo ciclo
Editorial | Jornal Médico
O Novo Livro Azul tem um passado e um futuro a defender e a promover num novo ciclo

O Novo Livro Azul da APMGF é um desejo e uma necessidade. Volvidos 30 anos é fácil constatar que todos os princípios e valores defendidos no Livro Azul se mantêm incrivelmente atuais, apesar da pertinência do rejuvenescimento que a passagem dos anos aconselha. É necessário pensar, idealizar e projetar a visão sobre os novos centros de saúde, tendo em conta a realidade atual e as exigências e necessidades sentidas no futuro que é já hoje. Estamos a iniciar um novo ciclo!

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