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quarta-feira, 21 julho 2021 14:53

SARS-CoV-2: INSA e Gulbenkian estendem cooperação

A Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), através do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), e o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) celebram hoje um protocolo de cooperação, com vista a desenvolver iniciativas no domínio da investigação científica e clínica.

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O município de Oeiras, no distrito de Lisboa, vai criar, em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian, um prémio para incentivar a investigação científica, através do financiamento de bolsas individuais, foi hoje oficializado.

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O Conselho Nacional de Saúde organiza, no próximo dia 7 de fevereiro, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, o Seminário Participação em Saúde – A Experiência dos Conselhos Nacionais de Saúde, com o objetivo de debater, com especialistas nacionais e internacionais, estratégias e ações para promover a participação dos cidadãos na definição das políticas de saúde em Portugal. 

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Um estudo da Fundação Calouste Gulbenkian conclui que o setor da saúde é "de longe" a principal área de aplicação de inovação na região Centro, seguindo-se as máquinas industriais, a indústria agroalimentar e a construção.

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“Stop Infeção Hospitalar!” é um programa que selecionou 12 hospitais públicos mediante concurso público, como exemplos de implementação de uma metodologia de melhoria contínua na prestação dos cuidados de saúde que procura reduzir em 50% a incidência das infeções hospitalares, num período de três anos.

Na sessão, o SEAS destacou e elogiou o empenho dos hospitais envolvidos no projeto, referindo como exemplo o Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB) pela sua “grande intervenção, trabalho diário e dedicação dos profissionais, na redução de 50% da infeção do trato urinário associado ao cateter vesical”, o que também mereceu reconhecimento por parte do presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, Artur Santos Silva.

As infeções adquiridas em meio hospitalar constituem um dos principais problemas de saúde pública, assumindo, em Portugal, nos últimos três anos, uma dimensão particularmente preocupante, com uma prevalência muito superior à média europeia. “Stop Infeção Hospitalar!” é uma causa, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, que pretende mobilizar as instituições, os profissionais e a sociedade, no sentido em que todos têm um papel a desempenhar.

As infeções preveníveis em ambiente hospitalar são uma ameaça à segurança dos doentes, pois aumentam a morbilidade e a mortalidade, prolongando a estadia nos hospitais, numa situação que acaba por causar impacto financeiro nas instituições e nos sistemas de saúde em geral. Os principais alvos do programa – objeto de intervenção, são as pneumonias, infeções associadas a cateteres e a algumas suturas.

O projeto conta com espaços privilegiados nos hospitais que recebem visitas para partilhar ideias, experiências e informação, facilitar a comunicação entre todos os participantes e criar uma aliança entre os profissionais, as organizações e os cidadãos, a fim de combater este problema de saúde pública.

Durante este ano, já foram realizadas duas sessões de visitas pelas duas equipas da Fundação e do instituto norte-americano Institute for Healthcare Improvement (IHI) aos 12 hospitais/centros hospitalares que integram o “Desafio Gulbenkian Stop Infeção Hospitalar!”

Cerca de duas centenas de profissionais de saúde, provenientes dos 12 hospitais públicos selecionados estão a receber formação num programa desenvolvido pelo IHI e o desafio está a ter o ritmo e evolução desejados, de acordo com os responsáveis. O projeto conta com a experiência e o know-how do IHI, que já desenvolveu iniciativas muito semelhantes na Escócia, (estudo de caso em toda a Europa, com reduções na ordem dos 70 a 80%), em Inglaterra e na Dinamarca.

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Os investigadores da Universidade de Coimbra (UC) João Calmeiro e João Vareda foram distinguidos pela Fundação Calouste Gulbenkian, com bolsas de estímulo à investigação, no valor de 12.500 euros cada um, anunciou hoje a UC.

João Calmeiro, do Centro de Neurociências e Biologia Celular, foi distinguido pelo trabalho que está a desenvolver sobre uma importante proteína – canalrodopsina-2 – que poderá ser “utilizada como ferramenta contra a cegueira causada por degeneração da retina, uma patologia que afeta mundialmente mais de 15 milhões de pessoas”, afirma a UC.

Algumas doenças provocam a cegueira através da “perda específica dos neurónios da retina que são sensíveis à luz”, mas outros neurónios, que “normalmente não respondem à luz, sobrevivem e podem recuperar a função da visão através de técnicas de optogenética”.

O estudo “procura conferir capacidade de resposta à luz aos neurónios da retina que não têm essa capacidade naturalmente”, explica João Peça, orientador da investigação, citado pela UC.

Pretende-se “alterar as propriedades de absorção de luz da proteína canalrodopsina-2, que naturalmente responde apenas à luz de cor azul, e criar novas variantes que absorvem e respondem à luz de outras cores”, sintetiza João Calmeiro.

A investigação de João Vareda, em curso no Centro de Investigação dos Processos Químicos e Produtos da Floresta, foca-se no desenvolvimento de “um aerogel à base de sílica para remediação de solos contaminados com metais pesados”.

O Programa Estímulo à Investigação da Fundação Gulbenkian distingue anualmente propostas de investigação em matemática, física, química e ciências da terra e do espaço, apoiando a sua execução em centros de investigação portugueses.

O prémio destina-se a investigadores com idade inferior a 26 anos, contemplando o investigador e a instituição onde o projeto é realizado.

Lusa/Jornal Médico

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O ministro da Saúde, Paulo Macedo, avisou ontem que é necessário baixar os custos por cada doente diabético tratado, uma vez que a prevalência da diabetes vai continuar a crescer e mais pessoas vão precisar de tratamento.

Na sessão de apresentação do projeto “Não à Diabetes” promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian, Paulo Macedo revelou que, no primeiro semestre deste ano, os medicamentos para a diabetes, excluindo as insulinas, aumentaram 5,5% em termos de embalagens vendidas, enquanto cresceram cerca de 15% em termos de custos.

“Esta relação é totalmente impossível de manter face aos crescimentos previstos [da doença]. Se sabemos que vamos ter mais pessoas a tratar é preciso que, por tratamento, se consiga ter menores custos”, declarou o ministro.

Já em resposta aos jornalistas no final da sessão, Paulo Macedo frisou que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) está disponível para tratar mais doentes, mas os custos só serão comportáveis caso haja uma redução do preço por tratamento: “De certeza que no futuro vamos ter de tratar bastantes mais pessoas e queremos tratá-las desde já. Se estamos numa doença com a maior prevalência, e sabemos que vai aumentar, temos de ter a certeza que, embora possamos gastar mais em termos absolutos, por doente devíamos gastar menos. Porque senão será incomportável. Estamos disponíveis para ter maiores custos, o que não podemos é ter custos exponenciais porque a inovação é sistematicamente muito mais cara”, afirmou, relembrando o acordo recente com a indústria farmacêutica para tratar os doentes com hepatite C.

O tratamento da diabetes e das suas complicações representa 10% da despesa de saúde em Portugal, o que corresponde a cerca de 1% do Produto Interno Bruto (PIB).

Segundo dados da Gulbenkian, num cenário em que nada seja feito para inverter a situação, os gastos diretos com a diabetes podem chegar aos três mil milhões de euros, representando 15% da despesa de saúde dentro de duas décadas.

Neste mesmo “cenário negativo”, o número de casos de diabetes diagnosticados pode duplicar em 10 anos, passando dos atuais 60 mil novos casos para os 120 mil.

“Os serviços de saúde não terão capacidade para atender, acompanhar e tratar com qualidade um número tão elevado de doentes. Os custos com medicamentos poderão ser incomportáveis para o SNS”, refere o documento da Gulbenkian sobre o projeto “Não à Diabetes”.

Esta iniciativa, que vai envolver municípios, empresas e sociedade civil, pretende evitar que 50 mil pessoas pré-diabéticas desenvolvam a doença no prazo de cinco anos. O outro objetivo é identificar no mesmo período de tempo 50 mil pessoas diabéticas mas que desconhecem ser portadoras da doença.

Segundo João Raposo, da Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal, existem cerca de dois milhões de portugueses com pré-diabetes que é importante identificar para evitar que desenvolvam a doença.

Lusa/Jornal Médico

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MGF 2020-30: Desafios e oportunidades
Editorial | Gil Correia
MGF 2020-30: Desafios e oportunidades

Em março de 2020 vivemos a ilusão de que algumas semanas de confinamento nos libertariam para um futuro sem Covid-19. No resto do ano acreditámos que em 2021 a realidade voltaria. Mas, por definição, a crise é uma mudança de paradigma. O normal mudou. Importa que a Medicina Geral e Familiar se adapte e aproveite as oportunidades criadas. A Telemedicina, a desburocratização e um ambiente de informação, amigável flexível e unificado são áreas que me parecem fulcrais na projeção da MGF no futuro.

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