Perspetivando a tecnologia como oportunidade para enfrentar os atuais desafios atuais de sustentabilidade no setor da saúde, o diretor geral da Sanofi Portugal, Francisco Del Val, destaca a necessidade de criar uma cultura de diálogo e de sinergias para acelerar inovação. No sentido de contribuir ativamente para esse processo e salientando o papel das farmacêuticas nesta evolução, a Sanofi promove o Prémio Saúde Sustentável. 

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A Google anunciou ontem que está a trabalhar no desenvolvimento de nanopartículas que possibilitem o diagnóstico precoce de cancro, ataques de coração e outras doenças, através de identificação de alterações bioquímicas no corpo que dêem sinais de alerta.

A empresa, com sede em Mountain View (Califórnia), admitiu que as nanopartículas, a serem ingeridas através de uma cápsula, podem transmitir informação sobre células doentes para um computador equipado com sensores.

O gigante tecnológico recordou ontem, em comunicado, que as taxas de sobrevivência do cancro dependem em grande medida do diagnóstico precoce e lamentou que, em muitos casos, como nos tumores do pâncreas, esses diagnósticos avançados não estejam disponíveis.

A GoogleX, o departamento da Google que desenvolve automóveis autodirigíveis, óculos inteligentes e balões para levar internet a comunidades remotas trabalha também no projecto das nanopartículas.

"A GoogleX está a explorar se partículas diminutas (nanopartículas) no fluxo sanguíneo e um dispositivo equipado com sensores especiais podem ajudar os médicos a detectar a doença quando esta se começa a desenvolver", referiu a empresa.

Todavia, o projecto está na sua fase inicial e os especialistas calculam que podem ser necessários cinco a sete anos para que se complete. Ainda assim, a Google acredita que a tecnologia poderá ter muitos potenciais usos.

A empresa explicou ainda que pode ser possível desenvolver um teste para detectar enzimas geradas por placas nas artérias que estejam prestes a explodir e a causar um ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral.

As nanopartículas identificariam as células malignas e transmitiriam informação para dispositivos.

A Google destacou que tecnologias desenvolvidas nos últimos anos como sensores diminutos e poderosos microscópios aumentaram a esperança de novos sistemas de diagnóstico.

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O Novo Livro Azul tem um passado e um futuro a defender e a promover num novo ciclo
Editorial | Jornal Médico
O Novo Livro Azul tem um passado e um futuro a defender e a promover num novo ciclo

O Novo Livro Azul da APMGF é um desejo e uma necessidade. Volvidos 30 anos é fácil constatar que todos os princípios e valores defendidos no Livro Azul se mantêm incrivelmente atuais, apesar da pertinência do rejuvenescimento que a passagem dos anos aconselha. É necessário pensar, idealizar e projetar a visão sobre os novos centros de saúde, tendo em conta a realidade atual e as exigências e necessidades sentidas no futuro que é já hoje. Estamos a iniciar um novo ciclo!

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