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Displaying items by tag: Health at a Glance 2019

O relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) na área da saúde, divulgado hoje, mostrou que o consumo de álcool diminuiu em Portugal, embora continue a ser um dos países com níveis de ingestão mais elevados, bem como os hábitos de tabagismo. Já o excesso de peso e obesidade são realidades cada vez mais preocupantes. O documento destaca ainda o papel da poluição atmosférica, que foi responsável por 2.800 mortes em Portugal em 2016.

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O relatório “Health at a Glance”, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), divulgado hoje, conclui que os médicos portugueses são dos poucos entre os países da OCDE que viram os seus salários reduzidos entre 2010 e 2017 e que os enfermeiros nacionais estão entre os que menos recebem. A OCDE verifica ainda que as famílias gastaram mais dinheiro na saúde e que 27% dos portugueses recorre a seguros privados.

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Portugal é um dos quatro países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) com maior prevalência de casos de demência entre a população: ligeiramente acima de 20 casos por cada mil habitantes, comparativamente com a média de 15 per capita na OCDE. A informação é do relatório divulgado hoje “Health at a Glance 2019”, da OCDE, que prevê uma duplicação dos casos em 2050.

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Em 2017, Portugal estava entre os 10 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (ODCE) com maiores taxas de cesarianas. Dos partos, 32,5% tinham sido cesarianas, valor acima da média de 28% dos 34 países analisados pelo relatório “Health at a Glance 2019”, da OCDE.

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Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.