Pelo menos um terço das urgências de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra) foram asseguradas por equipas sem o número mínimo de profissionais exigido, obrigando à transferência de grávidas.

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segunda-feira, 06 agosto 2018 12:10

OM visita Hospital Amadora-Sintra já amanhã

O bastonário da Ordem dos Médicos (OM), Miguel Guimarães, visita já amanhã, dia 7 de agosto, o Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra) na sequência da ameaça de demissão das chefes de equipa de Ginecologia e Obstetrícia.

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O Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra) foi autorizado a lançar um concurso para médicos tarefeiros para os blocos de parto, disse hoje fonte oficial da administração, na sequência da ameaça de demissão de chefes de equipa.

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quinta-feira, 02 agosto 2018 10:41

OM visita Amadora-Sintra já na próxima semana

A Ordem dos Médicos (OM) vai visitar o Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra) já na próxima semana, na sequência da ameaça de demissão das chefes de equipa de Obstetrícia.

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As chefes de equipa de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Amadora-Sintra ameaçam demitir-se dentro de duas semanas caso os problemas identificados não sejam resolvidos, como as condições de assistência na urgência.

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Os sindicatos médicos exigem a recomposição das equipas de Obstetrícia do Hospital Amadora-Sintra, na sequência da ameaça de demissão de chefes de equipa.

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[caption id="attachment_6105" align="alignleft" width="300"]ecografia No relatório de uma auditoria a propósito dos equipamentos de imagiologia em quatro hospitais portugueses, a IGAS diz que foram detectadas irregularidades no que respeita às acumulações de funções de profissionais de saúde dos serviços de radiologia/imagiologia. A auditoria, realizada no ano passado, abrangeu os centros hospitalares de São João, Universitário de Coimbra, de Lisboa Norte e o Hospital Fernando Fonseca[/caption]

A Inspecção-geral das Actividades em Saúde (IGAS) detectou situações de acumulação de funções de trabalhadores do Hospital Fernando da Fonseca (Amadora-Sintra) sem autorização e que levantam dúvidas quanto à veracidade de registos de assiduidade.

No relatório de uma auditoria a propósito dos equipamentos de imagiologia em quatro hospitais portugueses, a IGAS diz que foram detectadas irregularidades no que respeita às acumulações de funções de profissionais de saúde dos serviços de radiologia/imagiologia.

A auditoria, realizada no ano passado, abrangeu os centros hospitalares de São João, Universitário de Coimbra, de Lisboa Norte e o Hospital Fernando Fonseca.

À excepção do Centro Hospitalar de São João, nas outras unidades os processos individuais dos trabalhadores não mostravam os pedidos de acumulação de funções com exercício em entidades privadas, nem a respectiva autorização.

No Hospital Fernando Fonseca foram detectados três trabalhadores que acumulam funções no Centro Hospitalar de Lisboa Norte – CHLN (no Hospital Pulido Valente) “sem que tenham sido encontradas evidências dos pedidos de acumulação e da sua autorização”.

Do registo de assiduidade destes trabalhadores em maio e Junho do ano passado, a IGAS encontrou situações que suscitam dúvidas quanto à sua veracidade, bem como quanto à fiabilidade do trabalho efectivamente prestado.

No caso de um dos trabalhadores, os registos chegaram a mostrar que, num mesmo dia, marcou a saída do CHLN às 14:12 e deu entrada no Fernando da Fonseca às 14:04 e noutro dia diferente registou a saída de uma unidade às 15:00 e a entrada noutra às 14:04.

“Concluiu-se que o trabalhador apresenta períodos de trabalho coincidentes nos dois organismos, bem como o lapso temporal que medeia o registo de saída numa entidade e os de entrada na outra, é muito curto”, refere a IGAS no relatório a que a Lusa hoje teve acesso.

Uma outra trabalhadora com acumulação efectiva de funções não compareceu num dia no Hospital Pulido Valente por motivo de doença, mas registou a sua presença no Fernando da FoNseca, o que “suscita dúvidas quanto à veracidade da justificação”.

No terceiro caso reportado pela IGAS sobre profissionais em acumulação de funções, dá-se conta de outra trabalhadora que, pelos registos, desempenhou funções sem qualquer interrupção entre as 20:00 do dia 24 de Maio e as 14:00 do dia 26 de Maio, sem tempo de intervalo entre a saída de uma entidade e a entrada na outra.

“Dada a natureza das situações verificadas, estas serão objecto de informação autónoma”, refere o relatório.

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800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde
Editorial | Jornal Médico
800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde

Se não os tivéssemos seria bem pior! O reforço do Programa Operacional da Saúde com 800 milhões de euros pode ser entendido como sinal político de valorização do setor da saúde. Será uma viragem na política restritiva? O Serviço Nacional de Saúde (SNS) de 40 anos precisa de cuidados intensivos! Há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções. É urgente pensarmos na nova década com rigor e disponibilidade sincera.

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