O Sindicato dos Médicos da Zona Sul acusou hoje o conselho de administração do Hospital Garcia de Orta, em Almada, de gestão autocrática na sequência da demissão do diretor de Ginecologia e Obstetrícia e pediu a intervenção do Governo.

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No âmbito da sua nova rubrica “Portas Abertas” – que pretende divulgar projetos inovadores na área da Saúde – o Jornal Médico foi conhecer o rastreio de retinopatia diabética (RD) promovido pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT). No caso específico do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Almada-Seixal, esta iniciativa foi implementada em 2017, com a particularidade de decorrer em estreita colaboração com o serviço de Oftalmologia do Hospital Garcia de Orta (HGO).

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O Hospital Garcia de Orta (HGO), em Almada, vai contratar 52 novos profissionais de saúde para colmatar a passagem do horário das 40 para as 35 horas semanais.

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O Hospital Garcia de Orta (HGO) admitiu que algumas mulheres grávidas foram hoje encaminhadas para outras unidades hospitalares devido à falta de médicos na urgência de Obstetrícia.

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O Hospital Garcia de Orta (HGO) venceu o primeiro prémio na 10.ª Edição do Encontro do Prémio de Boas Práticas em Saúde, pela Unidade de Hospitalização Domiciliária (UHD) de doentes agudos, segundo notícia avançada durante o dia de ontem por aquela unidade hospitalar.

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Centro Saude Generico

A Câmara do Seixal defendeu ontem a construção do novo Centro de Saúde de Corroios, referindo que o atual equipamento não tem "o mínimo de condições" para os seus utentes.

Segundo uma tomada de posição aprovada pelo executivo municipal, liderado por Joaquim Santos (PCP), em Corroios, cerca de um terço dos utentes não tem médico de família, o que faz com que esta seja "uma das freguesias com maior percentagem de cidadãos sem médico de família a nível nacional".

"O atual Centro de Saúde de Corroios encontra-se a funcionar num edifício de habitação adaptado para o efeito com quatro andares, sem elevador e que apesar de ter sofrido sucessivas obras de requalificação, continua sem o mínimo de condições para assegurar a acessibilidade plena dos utentes", refere o documento.

A autarquia acrescenta que existe também "falta de condições" para que o Centro de Saúde receba novos médicos.

A Câmara Municipal do Seixal já disponibilizou há vários anos o terreno para a construção do novo Centro de Saúde, em Santa Marta do Pinhal.

"Num concelho com cerca de 160 mil habitantes, dos quais mais de 40.000 não têm médico de família, deixou de funcionar o único SAP, agora transformado em Serviço de Atendimento Complementar que encerra às 20h00 em dias úteis e às 17h00 aos fins de semana e feriados", afirmou Joaquim Santos.

O presidente da autarquia do Seixal salienta que esta medida obriga à deslocação da população para o Hospital Garcia de Orta (HGO) que se encontra sobrelotado.

"Tal situação origina uma afluência inusitada ao HGO, provocando uma situação de rotura na urgência e serviços complementares deste hospital", concluiu.

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idosos1

Pelo menos uma em cada dez pessoas que sofrem uma fratura no fémur morre no ano seguinte ao acidente, segundo uma investigação feita por especialistas do Hospital Garcia de Orta.

A apresentar hoje no XVIII Congresso de Reumatologia, que decorre em Vilamoura, este estudo analisou os doentes admitidos ao longo do ano de 2015 no Hospital Garcia de Orta, recorrendo aos registos clínicos para fazer uma avaliação.

De acordo com os dados parciais do estudo, são entre 10% a 20% os doentes que sofrem uma fratura no fémur, que é considerada a principal consequência de quem sofre de osteoporose, a morrer no ano seguinte ao episódio.

Os fatores que surgem associados àquela taxa de mortalidade são a idade avançada, a falta de diagnóstico da doença antes da fratura e a ausência de tratamento para a osteoporose.

Especialistas envolvidos no estudo salientam que as fraturas recorrentes aumentam o risco de vida dos doentes e reforçam que o diagnóstico e tratamento devem ser eficazes e iniciados o mais cedo possível.

Perto de 70% do total de doentes - dos 348 estudados - sofriam de uma ou duas patologias, sendo a hipertensão o problema mais reportado. As fraturas mais frequentes, em 60% das situações, envolveram a região do colo do fémur.

Apenas cerca de cinco por cento dos doentes com fraturas não necessitaram de cirurgia, cerca de um terço precisou de uma cirurgia de substituição articular e em 60% dos casos houve submissão a uma osteossíntese (junção dos fragmentos ósseos com ajuda de parafusos ou placas).

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Os quatro grandes centros hospitalares da Área Metropolitana de Lisboa vão passar a assegurar, ao fim de semana, as urgências de aneurismas e AVC através de escalas rotativas, a partir de segunda-feira, anunciou hoje o Ministério da Saúde.

Durante a semana, as equipas serão fixas em cada centro hospitalar e, ao fim de semana, as equipas funcionarão rotativamente entre os Centros Hospitalares de Lisboa Norte (CHLN), Lisboa Central (CHLC), Lisboa Ocidental (CHLO) e Garcia de Orta (HGO).

O anúncio foi feito pelo secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, e pelo coordenador nacional para a reforma do Serviço Nacional de Saúde (SNS) na área dos Cuidados de Saúde Hospitalares, António Ferreira, que explicaram que o pagamento previsto não implica mais encargos para a tutela.

Os profissionais terão um pagamento base de prevenção. Se forem chamados deixam de receber o valor de prevenção e pagam a ser pagos por ato, para toda a equipa, ou seja, por produção adicional realizada no âmbito do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia (SIGIC).

Fernando Araújo explicou que esta solução foi encontrada pelos próprios profissionais e teve a supervisão do Ministério da Saúde.

Para o aneurisma da circulação cerebral, o modelo adotado será de colaboração entre as quatro instituições hospitalares para garantir assistência permanente, 24 horas sobre 24 horas: cobertura ininterrupta nos dias de semana, incluindo feriados, e escala rotativa ao fim de semana, com início, a 01 de fevereiro, no CHLO e seguida, em permanente rotação, pelo HGO, CHLN, CHLC.

No que respeita aos Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC) isquémico, cuja terapêutica não exija trombectomia, os quatro centros hospitalares garantem assistência aos doentes através da Via Verde do AVC.

Caso seja necessária esta intervenção clínica (que, aplicada em tempo adequado, permite que não fiquem sequelas do AVC), as quatro instituições hospitalares asseguram a intervenção do foro da neurorradiologia de intervenção em colaboração com a neurologia/medicina interna e neurocirurgia através de escalas rotativas.

Nos dias de semana, essas escalas são garantidas pelo CHLN, às terças e quartas-feiras, pelo CHLC, às segundas e quintas-feiras, e pelo HGO, às sextas-feiras.

Aos fins-de-semana, será o mesmo modelo de rotatividade das equipas que está definido para os aneurismas.

Segundo o coordenador nacional para a reforma do SNS, são “centros fixos que respondem à procura, mas podem ser também equipas mistas que vão ao sítio onde está o doente, dependendo das características da especialidade envolvida e dos equipamentos necessários”.

Fernando Araújo sublinhou que este modelo centralizado é “muito robusto”, mas que é fundamental que todos saibam onde estão a funcionar as equipas em cada dia.

“Começando pelo INEM e acabando nos centros de saúde, todos têm de saber onde está a funcionar a resposta. É fundamental”, afirmou.

O governante mostrou “confiança em que a resposta nesta área fica assegurada”, de tal forma que se irá “de imediato iniciar a discussão de um programa para outras áreas críticas”.

António Ferreira explicou que foram os próprios diretores clínicos dos quatro centros hospitalares a identificar as necessidades mais prementes e as três áreas em que vale a pena intervir, ou porque têm muita procura ou porque os recursos são escassos: gastroenterologia, radiologia de intervenção e cirurgia plástica e maxilo-facial na península de Setúbal.

Quanto às soluções para estas áreas, o Ministério da Saúde vai “deixar os profissionais encontrar as melhores formas, que nuns sítios será com equipas de prevenção, noutros em rotação e noutros equipas fixas”, depende das necessidades de recursos humanos.

Esta é, de resto, a forma de trabalhar que os responsáveis consideram ser a melhor e a mais eficaz: pôr os próprios profissionais, que estão no terreno e conhecem as necessidades, a encontrar as melhores práticas, cabendo à tutela o papel de “ajudar”.

Lusa

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COVID e não-COVID: Investimentos para resolver novos e velhos problemas
Editorial | Rui Nogueira, Médico de Família e presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
COVID e não-COVID: Investimentos para resolver novos e velhos problemas

Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. O estado de emergência terminou e o estado de calamidade passou, mas o problema de saúde mantem-se ativo. É urgente encontrar uma visão inovadora e adotar uma nova estratégia. As unidades de saúde precisam de encontrar respostas adequadas e seguras.

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