O Primeiro-Ministro, António Costa, e a Ministra da Saúde, Marta Temido, visitam hoje o Serviço de Medicina Física e de Reabilitação do Hospital de Santarém, que foi remodelado para se tornar num serviço mais moderno e eficiente, além de apto a receber mais utentes e a englobar novas valências.

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O Hospital Distrital de Santarém (HDS) tem a decorrer “um processo urgente de contratação de médicos cardiologistas”, com o objetivo de assegurar o funcionamento da Unidade Coronária.

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O Governo nomeou Ana Marília Barata Infante para presidir ao Conselho de Administração do Hospital Distrital de Santarém (HDS), liderado desde 2005 pelo economista José Rianço Josué.

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O Hospital de Santarém (HDS) anunciou que foi autorizado a contratar 60 trabalhadores, incluindo 27 enfermeiros e oito médicos, para colmatar as necessidades da passagem das 40 para as 35 horas de trabalho semanais.

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As obras no bloco operatório do Hospital de Santarém (HDS) devem ser retomadas “muito em breve”, considerando o reforço dos fundos disponíveis no valor do contrato para instalação do sistema de aquecimento, ventilação e ar condicionado, garantiu o Governo.

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O Hospital de Santarém vai recorrer ao Hospital de Torres Novas para a utilização de duas salas operatórias durante o processo de obras nos seus blocos operatórios, cujo início está previsto para os primeiros meses de 2017, empreendimento que deverá estar terminado no final do ano.

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enfermeiros

O Hospital de Santarém anunciou ontem que vai contratar 20 enfermeiros e 23 assistentes operacionais para os serviços de Internamento e de Urgências. Entidade demonstrou desejo de reforçar o internamento com 28 camas no Hospital de Torres Novas.

O presidente do Conselho de Administração, José Josué, afirmou que “está ainda em curso um processo de ativação de 28 camas no Hospital de Torres Novas [que, com as unidades de Tomar e de Abrantes, no distrito de Santarém, integra o Centro Hospitalar do Médio Tejo]”.

As condições em que será realizada a abertura daquele serviço deverão estar definidas “nas próximas semanas”.

Helena Jorge, da direção regional do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), assegurou que a contratação ontem anunciada, que se segue à admissão de 35 novos enfermeiros decorrida no mês anterior, ajudará a resolver a grave falta de profissionais no Hospital de Santarém.

Contudo, após reunião com a administração do hospital, o SEP exigiu, além do reforço dos profissionais no serviço de Medicina e em particular nas Urgências, a adoção de outras medidas, como a alteração do funcionamento e do horário da farmácia hospitalar (que atualmente encerra às 17:00), da higiene e limpeza e do controlo das visitas aos doentes que considera estar a contribuir para o aumento das infeções hospitalares.

De acordo com Helena Jorge, após a colocação de enfermeiros, será feita nova análise para perceber se ainda se justifica o reforço de profissionais, uma vez que foi referida a possibilidade de contratação de mais 24 profissionais, caso abra o serviço em Torres Novas.

“Exigimos a retirada das macas que entopem as Urgências. Foi-nos dito pela administração que não existe sítio no hospital para estes doentes. Vamos ver se o serviço de Medicina abre em Torres Novas”, concluiu.

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Bloco operatório

A autorização do Ministério da Saúde para a intervenção no Bloco Operatório do Hospital de Santarém, que tem duas salas fechadas há ano e meio, deve ser desbloqueada em breve, disse o administrador da unidade de saúde.

José Josué disse à Lusa que, numa reunião realizada na segunda-feira com o secretário de Estado da Saúde, ficou o compromisso de avançar, "dentro de uma a duas semanas", com um processo que deu entrada na Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) em 28 de janeiro de 2015 para tentar resolver uma situação que se arrasta há praticamente três anos.

O presidente do Conselho de Administração do Hospital Distrital de Santarém (HDS) negou que diretores e responsáveis de serviço tenham colocado o seu lugar à disposição, afirmando desconhecer a origem de tal informação.

Afirmou ser igualmente falso que tenham sido encerradas recentemente salas dos blocos operatórios.

“As dificuldades na atividade cirúrgica prendem-se fundamentalmente com a falta de anestesistas. É o que mais desconforto tem provocado. Podemos ter muitas salas, mas, se não tivermos anestesistas, as cirurgias não se fazem”, adiantou.

José Josué disse que o Hospital de Santarém conta atualmente com metade dos anestesistas previstos (nove em 18) e que os concursos para preenchimento de vagas têm ficado desertos.

Quanto às obras nos Blocos Operatórios - necessidade identificada no verão de 2013 devido ao deficiente funcionamento do sistema de aquecimento, ventilação e ar condicionado (AVAC), que data da altura da construção do hospital, em 1985 -, afirmou que apenas se aguarda a decisão das “instâncias superiores”.

Depois de, no verão de 2014, a situação do Bloco Operatório, com a lista de espera para cirurgias a crescer e a necessidade de transferir doentes para outros hospitais, ter suscitado forte contestação na opinião pública, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo anunciou, em setembro desse ano, que este serviço iria encerrar previsivelmente nos primeiros meses de 2015 para uma “intervenção profunda”.

No âmbito do processo entretanto desencadeado, o capital estatutário do Hospital de Santarém foi reforçado em setembro de 2015 em 1,8 milhões de euros exclusivamente para investimentos, “permitindo alavancar a totalidade do orçamento previsto para as obras dos blocos operatórios”.

José Josué disse que a obra, a candidatar a fundos comunitários, está orçada em 5,5 milhões de euros, havendo condições para avançar assim que haja aval da tutela.

Helena Jorge, da delegação de Santarém do Sindicato dos Enfermeiros, disse à Lusa que a intervenção nos Blocos Operatórios “peca por tardia” e que uma alegada tomada de posição dos responsáveis de serviço, que afirmou também desconhecer, surgia “fora de contexto”.

Em comunicado, o sindicato atribui a degradação dos serviços hospitalares ao corte de verbas feito no setor nos últimos quatro anos e apela a que sejam igualmente tomadas posições na exigência de mais profissionais, melhores condições de trabalho e de horários.

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2020: Linhas de provocação de uma nova década com novas obrigações para novos contextos
Editorial | Rui Nogueira
2020: Linhas de provocação de uma nova década com novas obrigações para novos contextos

Este ano está quase a terminar e uma nova década vai chegar. O habitual?! Veremos! Na saúde temos uma viragem em curso e tal como há 40 anos, quando foi fundado o Serviço Nacional de Saúde (SNS), há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções.

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