As exportações na área da Saúde atingiram os 377 milhões de euros, no primeiro trimestre deste ano, representando uma subida de 8,8%, face ao período homólogo de 2019, destaca o Health Cluster Portugal (HCP).

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A mortalidade infantil até ao primeiro ano de idade aumentou em Portugal no ano de 2018, divulga a Direção Geral de Saúde (DGS). Os dados ainda não foram validados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

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A Conta Satélite da Saúde divulgada, hoje, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) revela que a despesa com Saúde aumentou 3% em 2017, equivalente a 17,3 mil milhões de euros, o que representa uma redução face aos dois anos anteriores.

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terça-feira, 26 junho 2018 11:48

INE: Despesa com Saúde aumentou 3% em 2017

A despesa com a Saúde cresceu 3% em 2017, o que significa uma redução em relação aos dois anos anteriores, tendo atingindo os 17,3 milhões de euros (ME), divulgou o Instituto Nacional de Estatística (INE).

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Em 2016, as doenças do aparelho circulatório e tumores malignos foram responsáveis por mais de metade das 110.970 mortes registadas em Portugal, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

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No último ano, Portugal registou o valor mais baixo desde que há registo de óbitos de crianças com menos de 1 ano, segundo as “Estatísticas Vitais” do Instituto Nacional de Estatística (INE), hoje divulgadas.

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Na sequência da habitual publicação do Instituto Nacional de Estatística (INE) alusiva ao Dia Mundial da Saúde, a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP) “destaca o contributo significativo e crescente dos hospitais privados para o sistema português de saúde e interpreta-o como um sinal claro da preferência dos portugueses”.

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Dinheiro & saúde 02

Os dados da Conta Satélite da Saúde do INE revelam que “em 2014, a despesa corrente das famílias cresceu 2,7% devido, principalmente, ao aumento da despesa em hospitais privados (10,3%), em outras vendas de bens médicos (7,1%) e em prestadores privados de cuidados em ambulatório (2,1%)”.

“Em 2013 e 2014, em média, 89,6% da despesa corrente em saúde das famílias centrou-se no financiamento em prestadores privados de cuidados de saúde em ambulatório, em farmácias, em hospitais privados e em todas as outras vendas de bens médicos”, especifica o INE.

Em 2014, e face ao período de 2000 a 2003, destacou-se o aumento do peso relativo da despesa em hospitais privados e em prestadores privados de cuidados em ambulatório. Por outro lado, observou-se uma diminuição do peso da despesa das famílias em farmácias.

No âmbito dos prestadores de cuidados de saúde, em 2013 e 2014, ao nível dos principais prestadores, registou-se a diminuição da importância relativa da despesa em hospitais públicos (32,0% em 2013 e 31,3% em 2014) e em farmácias (15,5% em 2013 e 15,3% em 2014).

Por outro lado, registou-se um aumento do peso da despesa em prestadores privados de cuidados de saúde em ambulatório (19,4% em 2013 e 19,5% em 2014), em hospitais privados (10,2% em 2013 e 10,7% em 2014), em prestadores privados de cuidados auxiliares (4,2% em 2013 e 4,3% em 2014) e em todas as outras vendas de bens médicos (4,1% em 2013 e 4,2% em 2014).

Os dados da Conta Satélite da Saúde do INE indicam ainda que, globalmente, a despesa corrente em saúde aumentou 2% em 2015, sendo que o peso deste crescimento no PIB foi o mais baixo desde 2003, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) hoje divulgados. Os dados da Conta Satélite da Saúde do INE mostram que a despesa corrente em saúde aumentou 2% no ano passado, ainda assim, uma taxa de crescimento inferior à do PIB (3,4%).

No entanto, o peso relativo da despesa corrente em saúde no PIB continua a diminuir, representando 8,9% em 2015, o valor mais baixo desde 2003. O INE revela ainda que já em 2014 se tinha verificado um aumento da despesa corrente em saúde de 0,7%, invertendo a tendência de decréscimo que se registava desde 2011.

“Em 2013, a despesa corrente em saúde diminuiu 1,7%, atingindo 15.476,7 milhões de euros, correspondendo a 9,1% do PIB e a 1.479,99 euros per capita”, revelou fonte do INE.

A partir desse ano, a despesa corrente em saúde tem vindo a inverter a tendência de decréscimo que se registava desde 2011, tendo aumentado 0,7% em 2014, fixando-se em 15.582,7 milhões de euros (9% do PIB e 1.498,18 euros por pessoa). O aumento de 2% da despesa corrente em saúde verificado em 2015, traduz-se num total de 15.887,7 milhões de euros (8,9% do PIB e 1.533,85 euros por pessoa).

“Em 2014 e 2015, a importância relativa da despesa corrente pública face à despesa privada voltou a baixar (66,2% em 2014 e 66% em 2015)”, acrescenta o INE.

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DESconfinar sem DISconfinar: Um desafio para inovar e aproveitar a oportunidade
Editorial | Rui Nogueira, Médico de Família e presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
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Depois de três meses de confinamento é necessário aceitarmos a prudência de DES”confinar sem DISconfinar. Não vamos querer “morrer na praia”! As aprendizagens da pandemia Covid-19 são uma ótima oportunidade para acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. O estado de emergência e o estado de calamidade ensinaram-nos muito! É necessário desconfinar o centro de saúde com uma nova visão e reinventar o conceito com unidades de saúde aprendentes e inovadoras.

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