terça-feira, 20 setembro 2016 11:13

Homossexuais podem dar sangue

Sangue 2

A dádiva de sangue por parte de homossexuais e bissexuais vai passar a ser permitida, embora condicionada a um período de suspensão de um ano, segundo uma norma de orientação clínica (NOC) da Direção-Geral da Saúde (DGS), publicada ontem.

Estas novas regras vêm pôr fim à proibição total de homens que têm sexo com homens (HSH) - homossexuais e bissexuais - (categoria utilizada anteriormente) poderem dar sangue, passando aquilo que é hoje considerado como “critério de suspensão definitiva” para “critério de suspensão temporária”.

Na prática, os HSH passam a poder ser dadores de sangue, estando sujeitos à aplicação de um período de suspensão temporária de 12 meses após o último contacto sexual, com avaliação analítica posterior.

O mesmo período de suspensão é aplicado a todos os dadores que tenham tido relações sexuais com trabalhadores do sexo e utilizadores de droga.

Estes grupos são descritos como “subpopulações com risco infecioso acrescido para agentes transmissíveis pelo sangue”, precisamente por serem considerados “subpopulações com elevada prevalência de infeção”.

A norma, publicada na página da DGS, vem também estabelecer um período de suspensão de 12 meses após o último contacto sexual para pessoas que tenham tido parceiros portadores de infeção por VIH, hepatite B e hepatite C.

Na mesma situação estão todos aqueles que tenham tido contacto sexual (em Portugal ou no estrangeiro) com pessoas originárias de países com epidemia generalizada de infeção por VIH, de que são exemplo vários países africanos, entre os quais os lusófonos Angola, Guiné-Bissau e Moçambique.

Já os homens e mulheres que tenham um novo parceiro sexual têm que esperar seis meses para serem avaliados quanto à possibilidade de darem sangue.

Mantêm-se “suspensos definitivamente”, ou seja, proibidos de dar sangue, todos os trabalhadores do sexo e utilizadores de drogas, por estarem “expostos a um elevado risco infecioso”.

O documento sustenta ainda que sendo os períodos de suspensão determinados pelo risco de transmissão associado aos comportamentos e havendo “poucos dados disponíveis sobre o risco infecioso nos indivíduos que descontinuam” aqueles comportamentos, “a eliminação da suspensão não é suportada pela evidência científica e poderia introduzir um risco inaceitável”.

A NOC sobre “Comportamentos de Risco com Impacte na Segurança do Sangue e na Gestão de Dadores: Critérios de Inclusão e Exclusão de Dadores por Comportamento Sexual” foi emitida pela DGS sob proposta conjunta do Departamento da Qualidade na Saúde, do Programa Nacional para a Infeção VIH/SIDA, do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) e da Ordem dos Médicos (OM).

O fim da proibição da dádiva de sangue por homossexuais e bissexuais já havia sido recomendado por um grupo de trabalho do IPST e aceite pelo Ministério da Saúde, em agosto de 2015.

Na altura, as recomendações apontavam para a possibilidade de os HSH poderem dar sangue ficando sujeitos à aplicação de um período de suspensão temporária que poderia ser de seis ou 12 meses.

O documento considerava que deveria “ser garantida a não discriminação dos dadores”, assumindo também como prioritário a garantia da segurança da transfusão.

O então secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde assinou o despacho que aceitava as recomendações e incumbiu a DGS de elaborar a respetiva NOC até ao final do mês de outubro de 2015.

Já em agosto deste ano, o Bloco de Esquerda questionou o Governo sobre o prazo para a elaboração e publicação da norma de orientação clínica para a dádiva de sangue, que acabe com a discriminação de homossexuais e bissexuais.

Esta NOC deverá entrar nos próximos dias em consulta pública.

ILGA Portugal congratula-se com fim de “exclusão arbitrária”

A Associação ILGA Portugal congratulou-se ontem com o fim da “exclusão arbitrária para 'homens que têm sexo com homens'” da doação de sangue, numa norma de orientação clínica da DGS.

“Foi divulgada pela Direção-Geral de Saúde a proposta de norma relativa à doação de sangue e aos critérios de exclusão que deverão aplicar-se. Desapareceu finalmente qualquer referência à categoria "homens que têm sexo com homens", que era até agora suficiente para a exclusão automática na doação de sangue de acordo com as instruções dadas pelo Instituto Português do Sangue e Transplantação”, referiu a associação em comunicado.

Esta norma vem pôr fim às regras atualmente vigentes, que proíbem os designados “homens que têm sexo com homens (HSH)” - homossexuais e bissexuais – de dar sangue, passando aquilo que é hoje um “critério de suspensão definitiva” a ser um “critério de suspensão temporária”.

A ILGA recorda que, em sucessivas reuniões e contactos com a DGS, deixou claro que entre “os pontos principais” que “deveriam nortear a nova norma”, “a categoria ‘homens que têm sexo com homens’ não especifica comportamentos de risco (que podem acontecer nesta subpopulação tal como noutras), que devem ser o enfoque dos questionários de triagem”.

“A categoria ‘homens que têm sexo com homens’, ao contrário de outras subpopulações definidas enquanto categorias epidemiológicas, contribui para a estigmatização de um grupo social que é alvo de discriminação, sendo que a discriminação com base na orientação sexual é, até, explicitamente proibida pela Constituição da República Portuguesa”, sublinhou.

A nova proposta garante, pelo contrário, a ausência de qualquer menção da categoria "homens que têm sexo com homens", desaparecendo a exclusão deste grupo enquanto tal (permanente ou temporária).

“Desaparece assim a generalização abusiva de comportamentos de uma população com uma enorme diversidade de práticas, permitindo um enfoque nos comportamentos de risco e não só mantendo, como, na realidade, reforçando a preocupação com a qualidade do sangue recolhido”, acrescentou.

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Sangue 2

O presidente do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) apelou hoje à dádiva de sangue, particularmente dos tipos mais raros (O e A negativos), mas garantiu que a situação “é normal para a época”.

As declarações do responsável daquela instituição, Hélder Trindade, surgem a propósito do anúncio de várias sessões de colheitas que a Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro (ADASCA) agendou para setembro, tendo em conta as reservas de sangue dos tipos mais raros.

Nas palavras de  Hélder Trindade existem, atualmente, reservas destes tipos de sangue para cinco dias, o que “é normal para a época” de férias, em que se costuma registar uma quebra nas dádivas.

Sendo o conta consumo diário de cerca de 42 unidades, e existindo 300 unidades em armazém, estima-se que as reservas sejam suficientes para apenas cinco a seis dias, quando a situação ideal, e que deverá registar-se em breve, é de seis a sete dias.

Tendo em conta as quebras habituais desta época do ano, o presidente do IPST apela aos dadores, nomeadamente os que não são regulares, para doarem o seu sangue e assim garantirem que as reservas não baixam, sublinhando que as reservas são maiores (para 17 dias) se for contemplado o sangue que consta dos hospitais, que efetuam as suas próprias colheitas.

“Não estamos numa situação dramática”, afirmou Hélder Trindade que confia no altruísmo dos dadores para garantirem que os níveis das reservas deste tipo de sangue, bem como dos outros, não diminuem.

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IPST

O Presidente do Instituto Português do Sangue e Transplantação (IPST), Hélder Trindade, apelou hoje aos portugueses com tipo de sangue 0- e A- para fazerem as suas dádivas, contribuindo para que doentes e hospitais tenham um verão tranquilo.

Hélder Trindade ressalvou que, "neste momento, quer em termos nacionais, quer em termos do IPST", as reservas de sangue estão "estáveis" e "são confortáveis", com "mais de sete a 10 dias, para a maior parte dos grupos" sanguíneos, em declarações que surgem no final de uma visita ao Centro de Transplantação do Hospital Curry Cabral, em Lisboa, na qual esteve presente o secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado.

Contudo, como "o mês de agosto é complicado para a colheita", "aproveito para deixar este alerta aos dadores que são A- e 0-", que são os dois grupos problemáticos,

O apelo aos dadores não regulares, para que "aproveitem esta época de verão para fazer as suas dádivas, permitirá que os doentes tenham o verão com a sua doença, mas sem correr mais riscos, [e] o ISPT esteja tranquilo", assim como os hospitais.

"Diria que estamos bem - acrescentou Hélder Trindade -, mas, no sangue, temos de manter sistematicamente este alerta e, sobretudo, em relação a estes dois grupos", concluiu.

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A Sociedade Portuguesa de Transplantação (SPT) alerta para o défice de transplantações em Portugal, pois apesar de no ano passado ter havido um aumento no número de transplantes, ainda não se recuperou a quebra registada entre 2011 e 2012.

As causas para esta insuficiência são diversas, desde a falta de meios do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) para coordenar esta atividade, até ao atraso no arranque do transplante em paragem cardiocirculatória, passando pelas discrepâncias regionais e pelo pouco aproveitamento que é feito dos rins recolhidos.

A SPT considera que os números mais recentes das transplantações dão “positivos”, mas que “Portugal continua aquém do seu potencial de colheita e transplantação”.

Segundo dados do IPST, em 2015 o número de transplantes aumentou 11% e número de dadores aumentou 9,5%, tendo-se realizado 830 transplantes de um total de 381 dadores.

“Se se tivesse mantido a tendência crescente de 2009 e 2010 seguramente estaríamos melhor, mas uma discutível reformulação das responsabilidades da tutela na transplantação e algum desinvestimento em 2011 e 2012 fizeram parar e perder muito do trabalho que já estava feito pela antiga Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação (ASST)”, afirma em comunicado Fernando Macário, presidente da SPT.

Segundo o responsável “ainda hoje não são completamente claras as fronteiras entre as responsabilidades da Direção Geral de Saúde (DGS) e do IPST”, sendo que o instituto “reconhece que não tem os meios adequados para coordenar efetivamente este campo de atividade”.

Na opinião de Fernando Macário, os números poderiam ser melhores “se o transplante em paragem cardiocirculatória não tivesse demorado tantos anos a arrancar”.

Fernando Macário refere também as discrepâncias regionais existentes no que se refere ao transplante de cadáver, pois há unidades hospitalares que não detetam todos os potenciais dadores e colhem órgãos muito aquém do que deveriam.

O presidente do SPT defende também a necessidade de repensar a rede de coordenação da colheita, considerando que as estruturas oficiais não têm capacidade para auditar e vigiar esta atividade, os registos da atividade ainda são arcaicos e a informação não circula entre os profissionais da área.

O desaproveitamento de órgãos é outro dos problemas identificados, já que continua a haver uma média de 130 órgãos, principalmente rins, que são colhidos mas não são aproveitados, devido sobretudo à elevada idade média e morbilidade dos dadores.

Acresce a isto que a zona de Lisboa, onde está a maioria das unidades de transplantação, não tem capacidade de resposta para a realização de biópsias do enxerto renal sempre que necessário, sublinhou.

“Assim, alguns dos rins de dadores mais idosos ou com patologias que poderiam ser aproveitados são rejeitados”, explica Fernando Macário.

O responsável aponta ainda a necessidade de apostar na formação de recursos humanos na área da transplantação e na melhoria das condições de algumas unidades de transplantação.

Lusa

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IPST
Portugal assume este ano a comemoração do Dia Europeu de Doação e Transplantação, apresentando hoje os resultados da doação cadáver, em vida e da transplantação no país, no contexto Europeu e Mundial.

De acordo com o Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST), serão ainda abordados os dados nacionais atuais relativos ao transplante do rim, fígado, coração, pâncreas e pulmão.

A iniciativa insere-se na celebração do 17.º Dia Europeu da Doação de Órgãos, promovida anualmente pelo Conselho da Europa, que decorre hoje e sábado, em Lisboa.

Portugal ganhou este ano a candidatura à celebração deste dia, cujo objetivo é encorajar os diferentes Estados-membros ao debate e promoção de informação sobre doação e transplantação de órgãos, abordando os aspetos legais e médicos.

Assim, Portugal vai receber representantes de vários países, num total de 47 delegações, que compõem o Comité de Peritos para a Transplantação de Órgãos do Conselho da Europa.

A organização dos eventos está a cargo do IPST com a colaboração da Sociedade Portuguesa de Transplantação e estão planeadas várias ações de caracter científico, cultural e público.

Só na União Europeia, em 2013, cerca de 70 mil pessoas aguardavam por um órgão e diariamente cerca de 12 pessoas morrem em lista de espera.

Segundo o IPST, Portugal encontra-se em 4.º lugar a nível europeu e no 6.º lugar a nível mundial em doação cadáver, sendo de salientar que “já ocupou o 2.º lugar a nível mundial, em doação cadáver, e tem agora de reconquistar essa posição”.

No final do ano passado, 2.196 doentes portugueses aguardavam um transplante de órgão e a taxa de doação situava-se nos 27,7 dadores por milhão de habitantes (em 2012, a taxa de doação por milhão de habitante foi de 23,9).

Os resultados apurados para os primeiros seis meses de 2015, relativamente ao número de dadores, apontam para o “maior recorde de sempre”(162), de acordo com a coordenadora nacional na área da transplantação, Ana França.

Segundo dados do IPST, de 01 de janeiro a 30 de junho, foram registados 162 dadores, mais cinco do que em igual período de 2014 (157).

Lusa

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 IPST
O número de dadores de órgãos registou nos primeiros seis meses deste ano o “maior recorde de sempre”(162), disse à agência Lusa a coordenadora nacional na área da transplantação, Ana França.

De acordo com dados publicados na página da Internet do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST), entre 1 de janeiro e 30 de junho foram registados 162 dadores, mais cinco do que em igual período de 2014 (157).

Segundo os mesmos dados, citados na edição de hoje do Diário de Notícias e publicados na página do IPST, no primeiro semestre deste ano houve um aumento do número de dadores cadáver e de órgãos colhidos para níveis superiores aos de 2009, ano em que Portugal atingiu valores recorde.

Até junho deste ano foram colhidos 459 órgãos, número idêntico ao de 2014, indica o IPST.

Em declarações à agência Lusa, hoje, a coordenadora nacional na área da transplantação do IPST, Ana França, disse que os dados “são os melhores de sempre”.

“Estes dados fazem-nos animar. Animam-nos a prosseguir. É importante transmitir à população que estamos a trabalhar para minimizar os tempos de espera. Quanto mais cedo os doentes forem transplantados, melhor qualidade de vida terão, e é para isso que nós lutamos”, salientou.

Ana França adiantou que Portugal atingiu no primeiro semestre deste ano os 15,5 dadores por milhão de habitantes, acima dos 14,8 de 2009.

De acordo com os dados do IPST, foram realizados 392 transplantes até junho de 2015, tendo sido registado um aumento do renal e do número de dadores vivos de rim, transplante hepático e cardíacos para níveis superiores aos de 2012.

Os dados indicam ainda que 80% dos dadores morrem por causa médica, sendo a principal o Acidente Vascular Cerebral (AVC).

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segunda-feira, 06 julho 2015 18:58

Dádivas de sangue no MAR Shopping

calendário

Data: 13 de agosto

Local: MAR Shopping, Matosinhos

A Unidade Móvel do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) estará no parque exterior, junto à entrada MAR (porta giratória) do MAR Shopping, na próxima quinta-feira, dia 13, entre as 14h00 e as 19h00, para fazer colheitas de sangue.

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Sangue 2

O plasma português vai começar a ser totalmente utilizado a partir do próximo ano, através de um programa que permitirá, pela primeira vez, a transformação deste produto em medicamentos, anunciou o Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST).

O presidente do IPST, Hélder Trindade, disse à agência Lusa que este programa é “o corolário do trabalho que este instituto fez ao longo dos últimos anos” e que o mesmo se segue à inactivação do plasma português para transfusões, que já é feita.

Faltava ainda o tratamento do plasma remanescente como matéria-prima para a produção de medicamentos derivados do plasma.

Para tal, foi lançado um concurso que está a correr, do qual deverá resultar uma empresa que irá fraccionar o plasma, a começar pelos 30 mil litros que o IPST tem colhidos e conservados.

Em 2013, Portugal gastou 39.740.469 euros na aquisição de derivados do plasma (imunoglobulina, factor VIII, albumina, factor IX, factor von Willebrand).

Hélder Trindade não avança com o valor da poupança que deverá resultar do tratamento do plasma português para medicamentos, embora reconheça que deverão ser “alguns milhões”.

O presidente do IPST sublinha, no entanto, a importância de todo o plasma resultante da colheita de sangue de dadores em Portugal poder ser, desta forma, aproveitado.

A empresa vencedora do concurso deverá ser escolhida até Setembro, estando previsto que, a partir de Março, a transformação do plasma português em medicamentos avance.

Em 2013, foram colhidas 362 mil unidades de sangue em Portugal, das quais 214 mil através do IPST e as restantes pelos serviços de sangue hospitalares.

Para transfusão, o IPST tem capacidade para garantir todo o plasma, o qual é inactivado por dois métodos diferentes: um efectuado pelo próprio instituto depois de comprado o reagente (amotosaleno) e outro (solvente reagente) por prestação de serviços da Octapharma.

O restante plasma destina-se ao fraccionamento para obter os medicamentos derivados deste produto necessários aos doentes.

De acordo com o Programa Estratégico Nacional de Fraccionamento de Plasma Humano, ontem apresentado em conferência de imprensa, em 2016 serão iniciadas as diligências para que o mesmo contemple a entrada dos serviços de sangue hospitalares como fornecedores de plasma.

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DESconfinar sem DISconfinar: Um desafio para inovar e aproveitar a oportunidade
Editorial | Rui Nogueira, Médico de Família e presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
DESconfinar sem DISconfinar: Um desafio para inovar e aproveitar a oportunidade
Depois de três meses de confinamento é necessário aceitarmos a prudência de DES”confinar sem DISconfinar. Não vamos querer “morrer na praia”! As aprendizagens da pandemia Covid-19 são uma ótima oportunidade para acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. O estado de emergência e o estado de calamidade ensinaram-nos muito! É necessário desconfinar o centro de saúde com uma nova visão e reinventar o conceito com unidades de saúde aprendentes e inovadoras.

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