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A Immunethep, biotecnológica portuguesa, tem em desenvolvimento uma vacina injetável e um tratamento contra as infeções bacterianas resistentes a antibióticos, com base numa investigação desenvolvida na Universidade do Porto (UP). A vacina em desenvolvimento baseou-se numa investigação universitária “realmente única” ligada à própria criação da Immunethep, sediada em Cantanhede, no distrito de Coimbra.

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A biotecnológica portuguesa Immunethep tornou hoje público que os ensaios não clínicos da SIlba, a sua vacina contra o coronavírus, foram demonstrativos de “uma elevada segurança e eficácia”, numa infeção letal por SARS-CoV-2.

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A Immunethep, empresa de biotecnologia portuguesa, divulgou os resultados preliminares dos ensaios pré-clínicos da sua vacina SILBA (SARS-CoV-2 Inactivated for Lung B and T cell Activation), que demonstraram uma capacidade de produção robusta de anticorpos específicos contra o SARS-CoV-2.

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quarta-feira, 17 fevereiro 2021 15:48

Immunethep anuncia acordo de investigação com a MSD

A Immunethep, empresa de Biotecnologia, assinou um acordo de investigação com a MSD (Merck & Co., Inc., Kenilworth, NJ USA) para o desenvolvimento de imunoterapias para infeções bacterianas. O objetivo é avaliar o mecanismo de ação da GAPDH bacteriana em humanos e perceber se a presença de anticorpos circulantes anti-GAPDH constitui um fator de diagnóstico favorável em indivíduos pertencentes a grupos de risco para este tipo de infeções.

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Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.