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Investigação Coimbra

O vice-presidente da Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) disse ontem, em Coimbra, que se registou um ligeiro aumento nos ensaios clínicos em Portugal em 2014, mas que existe potencial para um maior crescimento.

Hélder Mota Filipe, que falava no seminário "Investigação e Ensaios Clínicos", organizado pelo hospital privado Idealmed, adiantou ainda que o número de ensaios nacionais está abaixo da média europeia.

Em 2014, segundo foi revelado no seminário, foram autorizados 119 novos ensaios clínicos, a esmagadora maioria nas áreas da oncologia, infeciologia e reumatologia, o que representou um ligeiro crescimento, enquanto no primeiro trimestre deste ano foram já autorizados 33.

No final do seminário, o presidente do conselho de administração do hospital Idealmed anunciou a criação de um Centro de Ensaios Clínicos, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do conhecimento em Portugal.

"Temos equipas clínicas de excelência, reconhecidas por todos e que têm na sua prática e na sua ambição procurar o desenvolvimento do conhecimento e investigar", frisou José Alexandre Cunha.

O Centro de Ensaios Clínicos vai funcionar dentro do Idealmed Institute, que resulta do conhecimento produzido na Universidade de Coimbra, Coimbra Business School, Coimbra Health School e na Fundação Bissaya Barreto, numa parceria com a Associação para a Investigação Biomédica e Inovação em Luz e Imagem.

"O que motiva as instituições a procurar a Idealmed para fazer investigação é, acima de tudo, o reconhecimento da competência dos seus profissionais e das suas equipas médicas, pelo que decidimos abraçar este projeto, porque é uma possibilidade de contribuirmos para o desenvolvimento do conhecimento", sublinhou José Alexandre Cunha.

Salientando que os ensaios clínicos em Portugal precisam de ter um "crescimento significativo" nos próximos anos, o administrador da Idealmed considerou que, participar nos ensaios e integrar as redes de referenciação internacionais, "significa estar na vanguarda da produção do conhecimento e estar na paridade com as instituições mais evoluídas que produzem saúde e oferecem os melhores cuidados".

Segundo José Alexandre Cunha, neste Centro de Ensaios Clínicos vão estar envolvidos os profissionais da Idealmed e os parceiros, através de sinergias entre instituições de Coimbra, com vantagens mútuas, para "que todos possamos beneficiar e catalisar aquilo que a cidade sabe fazer".

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Roche_logo
A farmacêutica Roche, que desenvolve atualmente mais de 50 ensaios clínicos em Portugal, anunciou hoje que vai investir nesta área mais 20 milhões de euros, em dois anos.

Em comunicado, a empresa refere que os 50 ensaios clínicos decorrem em 30 hospitais, 143 centros de ensaio, envolvendo 400 doentes em tratamento e mais de 500 profissionais de saúde, em 16 áreas terapêuticas.

“Os ensaios clínicos representam apenas uma fase em todo o processo de criação de um medicamento, já que desde a fase da descoberta da molécula até ao dia em que um novo fármaco chega aos doentes passam-se, em média, 12 anos, que correspondem a sete milhões de horas de trabalho, 6.585 experiências e ao envolvimento de uma equipa de 423 investigadores”, lê-se no comunicado.

O anúncio do investimento de 20 milhões de euros em Portugal foi feito hoje, no dia em que a Roche realiza uma conferência que pretende “promover o debate e apontar novos caminhos para a investigação clínica desenvolvida em Portugal”.

A conferência sobre novos caminhos da investigação clínica em Portugal contará com a presença do secretário de Estado Adjunto do ministro da Saúde, Fernando Leal da Costa, e da secretária de Estado da Ciência, Leonor Parreira.

O organismo que regula o setor do medicamento revelou à Lusa, em maio, que estão atualmente a decorrer em Portugal 353 ensaios clínicos.

A Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) adiantou que “a grande maioria destes ensaios clínicos decorrem em hospitais e centros de ensaios” e que “as principais áreas terapêuticas de investigação destes ensaios clínicos são a oncologia, doenças do sistema nervoso e doenças infeciosas”.

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medicamentos

A Cooperativa dos Proprietários de Farmácia – Cooprofar anunciou hoje o lançamento de uma campanha com o objectivo de combater “um dos maiores flagelos de saúde pública da sociedade global da actualidade”: a venda de medicamentos ilegais.

Com o lema “A compra de medicamentos on-line  pode matar. Quer arriscar?”, esta campanha, que vai ser divulgada nas farmácias, pretende “alertar as pessoas para os elevados perigos para a sua saúde e incentivar a compra de medicamentos nas farmácias”.

Em comunicado, a Cooprofar esclarece que a campanha dá um enfoque à venda de medicamentos pela Internet, uma vez que é “um veículo facilitador de comércio à escala global, mas que muitas vezes é difícil de controlar pelas autoridades, pelo que a consciencialização das pessoas é muito importante”.

“Estes medicamentos são produzidos em laboratórios clandestinos, por organizações criminosas e muitas vezes fabricados graças à exploração laboral. Não são alvo de qualquer controlo por parte das entidades reguladoras, não oferecendo por isso qualquer garantia de qualidade ou segurança a quem os consome”, acrescenta.

Dados disponibilizados pela Cooperativa dos Proprietários de Farmácia referem que, em 2014, a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos da Saúde (Infarmed) emitiu 5.731 pareceres relativamente a medicamentos ilegais, resultando na apreensão de 23.834 embalagens, correspondentes a 476.829 unidades possivelmente medicamentosas.

Os principais medicamentos detectados correspondem aos utilizados para tratamento da disfunção eréctil (30%), com efeito no aparelho cardiovascular (9%), com acção analgésica e/ou antipirética (9%) e psicofármacos/medicamentos com acção no Sistema Nervoso Central (7%).

Segundo dados oficiais, em 2013, a União Europeia apreendeu 3.690.786 medicamentos ilegais, o que corresponde a um valor de 11.974.020 euros

Nesta quinta-feira, uma operação policial contra o tráfico de medicamentos na Internet permitiu apreender 20,7 milhões de fármacos falsificados ou ilegais, no valor aproximado de 81 milhões de dólares (71,8 milhões de euros), em 115 países, informou a Interpol.

Em comunicado, a Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) indicou que a operação “Pangea VIII”, realizada entre 9 e 16 de Junho, resultou ainda em 156 detenções, na abertura de 429 inquéritos, no encerramento de 2.414 páginas web e na suspensão de 550 anúncios.

Na operação, a maior realizada até agora contra o mercado negro e o tráfico de medicamentos através da Internet, participaram serviços da polícia, alfândega, agências reguladoras e empresas privadas do sector.

Os 20,7 milhões de medicamentos apreendidos constituem um recorde e são o dobro da quantidade alcançada numa operação semelhante em 2013, segundo a Interpol.

Produtos nutricionais e medicamentos contra o cancro e a disfunção eréctil ou para regular a tensão arterial foram alguns dos fármacos apreendidos.

“Cada vez mais pessoas recorrem à Internet para comprar artigos e os criminosos aproveitam-se dessa tendência para enganar os consumidores para que comprem medicamentos falsos e inclusivamente perigosos (…), sem qualquer consideração pelos riscos para a saúde”, assinala a organização no comunicado.

A Cooprofar - Cooperativa dos Proprietários de Farmácia – é um dos principais distribuidores nacionais de medicamentos e produtos de saúde e a maior de capital exclusivamente português.

Portugal impede entrada de mais de 18 mil unidades de medicamentos ilegais

Portugal fez parte dos 115 países envolvidos na “Pangea VIII”, considerada a maior operação internacional de sempre de combate a fármacos ilícitos, e as autoridades nacionais impediram a entrada no País de mais de 18 mil unidades de medicamentos ilegais, no valor superior a 40 mil euros, informou hoje a GNR.

Em comunicado, a GNR refere que, em Portugal, foram controladas 6.140 encomendas de fármacos, tendo sido apreendidas 1.051.

A apreensão das encomendas permitiu impedir a entrada de 18.381 unidades de medicamentos ilegais no País, no montante estimado de 40.135 euros, adianta a nota.

Em Portugal, a operação, “Pangea VIII”, de combate aos medicamentos falsificados e comercializados via Internet, foi realizada pela GNR, Autoridade Tributária e Aduaneira e Infarmed - Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde.

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O presidente do Infarmed anunciou ontem a criação de uma via verde para o medicamento que garantirá que o doente tenha sempre acesso a um fármaco, desde que tenha consigo uma receita médica.

Eurico Castro Alves falava aos jornalistas no final da sessão de abertura da Conferência Anual do Infarmed, em Lisboa, tendo adiantado que esta via verde entrará em vigor no próximo mês de Junho.

Trata-se de um sistema com uma plataforma gerida e controlada pelo Infarmed, através do qual os intervenientes do circuito – indústria, distribuidores e farmácias – assegurarão a disponibilidade de um medicamento, sempre que este não tiver grandes disponibilidades no mercado.

Isso será possível graças à gestão de stocks de segurança, adiantou Eurico Castro Alves.

Esta é mais uma medida que visa garantir o acesso efectivo aos medicamentos, continuando no terreno acções de inspecção às falhas de medicamentos.

Dados divulgados na conferência apontam para um reforço das acções de inspecção, junto das farmácias e distribuidores, dedicadas em exclusivo às falhas de medicamentos, num total de 671 inspecções entre Setembro de 2012 e o primeiro trimestre de 2015.

Eurico Castro Alves apelou à população, no sentido de notificarem o Infarmed sempre que detectem uma falha de medicamentos nas farmácias.

Para já, este organismo que regula o sector do medicamento garante que os fármacos considerados fundamentais, por não terem alternativa, e que constam de uma lista elaborada para efeito não podem ser exportados.

Segundo Eurico Castro Alves, a grande maioria dos profissionais estão a cumprir os regulamentos, embora tenham sido identificadas prevaricações que têm levado à actuação do Infarmed.

A próxima área que estará debaixo da atenção do Infarmed será a dos dispositivos médicos, estando “por dias” a publicação das portarias e regulamentações necessárias para a plena actuação do SiNATS – Sistema Nacional de Avaliação de Tecnologias de Saúde.

“O SiNATS é um sistema dinâmico que vai evoluir. Não vamos conseguir avaliar todos os dispositivos médicos logo, vamos investir nos que têm mais impacto”, disse.

Esta é uma preocupação partilhada pelo ministro da Saúde que, durante a sua intervenção de abertura da Conferência anual do Infarmed, afirmou que “não é admissível que na área do medicamento haja todo um conjunto de avaliações, regras e exigências, e na área dos dispositivos médicos haja uma total assimetria”.

Paulo Macedo recordou que Portugal gasta 3,6 mil milhões de euros, dos quais 2 mil milhões pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS). Em dispositivos médicos, os gastos portugueses atingem os 1.000 milhões de euros, dos quais 700 milhões de euros a cargo do SNS.

Segundo Eurico Castro Alves, o novo sistema irá permitir uma avaliação constante do medicamento e dos dispositivos e não apenas aquando da sua introdução no mercado.

Isso permitirá, segundo disse, “separar o trigo do joio”.

De acordo com o presidente do Infarmed, em 2014 foram financiadas 45 novas moléculas. O investimento do SNS em medicamentos inovadores atingiu os 197 milhões de euros.

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comprimidos

Cerca de dez toneladas de medicamentos vão ser doados por Portugal a São Tomé e Príncipe, com o objectivo de evitar uma ruptura de 'stock' nos hospitais do país.

O Ministério da Saúde, através do INFARMED - Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, celebrou um protocolo com o governo de São Tomé e Príncipe para a doação de medicamentos com o objectivo de minimizar as graves carências que aquele país atravessa.

Este protocolo conta com o apoio da APIFARMA - Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica, da APOGEN - Associação Portuguesa de Medicamentos Genéricos e Biossimilares e da distribuidora Rangel Pharma como dadores.

"Os medicamentos foram oferecidos pela indústria farmacêutica nacional e existe um agradecimento muito especial para este espirito existente, respondendo a um apelo de um país irmão, que é São Tomé e Príncipe, para se evitar uma ruptura de medicamentos no país", disse à agência Lusa Manuel Teixeira, secretário de Estado da Saúde português.

O governante referiu que este será o primeiro de três carregamentos que vão ser efectuados ao longo do ano.

"São essencialmente medicamentos hospitalares, como antibióticos, analgésicos ou soros, neste primeiro carregamento de dez toneladas. O governo de Santo Tomé e Príncipe garante depois a entrega aos hospitais, para uma melhor utilização", explicou.

Eurico Castro Alves, presidente do Infarmed, também esteve presente nas instalações da Rangel Pharma, no Montijo, local onde o carregamento está pronto a seguir viagem, referindo que a indústria farmacêutica foi célere na resposta, tal como já tinha acontecido com Moçambique e a Guiné-Bissau.

"No protocolo os hospitais listaram os medicamentos que necessitavam. São medicamentos mais da área hospitalar e de utilização imediata. São largas dezenas de medicamentos diferentes em grandes quantidades", explicou.

O embaixador de São Tomé e Príncipe, Luís Viegas, afirmou que assegurar o 'stock' de medicamentos é um dos desafios com que o país se tem confrontado.

"O governo, constatando a iminência de ruptura de 'stock' e não dispondo de meios financeiros, pois foi agora eleito e não existe ainda orçamento de Estado, recorreu a um parceiro de excelência como Portugal, o que conduziu ao protocolo assinado", disse.

Luís Viegas agradeceu a oferta das dez toneladas de medicamentos, explicando que são de "extrema importância" para a população de São Tomé e Príncipe.

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infarmed

Três novos medicamentos para tratar a esclerose múltipla estão a aguardar comparticipação na Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) e deverão ser disponibilizados aos doentes ainda este ano.

“Temos muitos medicamentos novos a chegar, este ano esperamos ter três cá em Portugal, já estão aprovados pela Agência Europeia do Medicamento, mas estamos a aguardar a comparticipação do Infarmed”, disse hoje à Lusa a neurologista Maria José de Sá, presidente do Congresso Internacional de Esclerose Múltipla, que se realiza sexta-feira e sábado, no Porto.

Segundo , coordenadora da Consulta de Doenças Desmielinizantes do Centro Hospitalar de S. João, os doentes contam agora com “dois medicamentos orais, em formulação de comprimidos” para substituir os autoinjectáveis, por via subcutânea ou por via intramuscular.

“É muito mais fácil os doentes aderirem a uma terapêutica oral e aceitarem a doença, sobretudo numa fase de diagnóstico, em que ficam muitos baralhados e muito preocupados. O facto de a medicação ser autoinjectável é um factor acrescido de preocupação”, sublinhou.

O terceiro medicamento que, de acordo com a especialista, “está no Infarmed a aguardar comparticipação, é um anticorpo monoclonal, pertence aos biológicos que são dados no hospital de dia, tem um custo maior, mas é um medicamento para casos muito graves”.

Esta terapêutica destina-se “a casos seleccionados e serão poucos doentes. Ainda não há indicação do preço, mas mesmo que seja um pouco superior o impacto que traz aos hospitais será pequeno, porque são poucos doentes”, considerou.

Com os novos tratamentos, “os efeitos colaterais são menores e há um ligeiro aumento da eficácia em termos de redução dos surtos e de impacto no atraso da doença, que é o que se pretende com estas terapêuticas, que não são curativas, só atrasam a progressão”, acrescentou.

Em alguns casos, “conseguimos travar a doença, há mesmo doentes em que ela [esclerose múltipla] não tem qualquer evolução”, salientou, referindo que “a maior parte dos doentes, 80 por cento, tem uma vida normal”.

Os tratamentos inovadores são um dos assuntos em destaque no 3º Congresso Internacional de Esclerose Múltipla, cujo programa científico abordará também, entre outros temas, a esclerose múltipla pediátrica e os custos da doença na Europa.

A esclerose múltipla é uma doença inflamatória e desmielinizante crónica do sistema nervoso central, de etiologia desconhecida, que se inicia geralmente entre os 20 e os 40 anos e é mais frequente no sexo feminino.

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Dinheiro e Saúde

As empresas responsáveis por mais de 75 por cento da despesa pública com medicamentos já aderiram ao acordo com o Estado que visa um contributo da indústria farmacêutica de 180 milhões de euros, revelou à Lusa o Infarmed.

Este acordo, assinado no final do ano passado e para entrar em vigor em 2015, definia que as empresas tinham até 31 de Dezembro de 2014 para aderirem.

No entanto, o prazo só termina no final deste mês, um adiamento que se deveu ao “período festivo no mês de Dezembro no decurso normal das actividades das empresas”, segundo o Infarmed, organismo que regula o sector do medicamento em Portugal.

Para já, está confirmada a adesão de “um conjunto de empresas que representam mais de 75% da despesa pública com medicamentos, incluindo as empresas com maior representatividade”.

A meta de poupança é de 180 milhões de euros, cabendo aos associados da Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma) uma contribuição de 135 milhões de euros.

Estas empresas, ao aderirem ao acordo, ficam isentas de pagar a taxa sobre vendas, a qual está prevista no Orçamento do Estado para 2015.

Segundo o Infarmed, esta nova taxa vai começar a ser cobrada no final de Março, uma vez que “a contribuição incide sobre o total de vendas de medicamentos realizadas em cada trimestre”.

Desde 2012 que os ministérios da Saúde e das Finanças e a Apifarma têm firmado acordos com vista à sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e ao acesso ao medicamento.

Em 2014, o acordo firmado entre o Ministério da Saúde e a Apifarma permitiu aos hospitais do SNS receberem 95 milhões de euros mediante notas de crédito já emitidas pelas empresas farmacêuticas, segundo a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS).

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terça-feira, 20 janeiro 2015 12:36

Medicamentos mais baratos a partir de 2 de Março

Dinheiro & saúde - 03

 

Os medicamentos vão estar mais baratos a partir de 2 de Março, altura em que terão de ter sido escoadas as embalagens com preços antigos, uma descida que resulta da revisão anual de preços, segundo o Infarmed.

De acordo com este organismo, que regula o sector do medicamento, os novos preços entraram em vigor no primeiro dia deste ano, mas é possível que existam no mercado embalagens com o preço antigo, pelo menos até 2 de Março.

A descida acontece porque os preços dos medicamentos mudaram nos países de referência para Portugal: Espanha, França e Eslovénia.

O Sistema de Preços de Referência (SPR) abrange os medicamentos comparticipados, prescritos no âmbito do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e que têm genéricos autorizados, comparticipados e comercializados.

Com esta descida, e segundo disse à Lusa o presidente do Infarmed, Eurico Castro Alves, são esperadas poupanças de 15 milhões de euros para o Estado e de 7 milhões para os utentes.

De acordo com este organismo do Ministério da Saúde, as embalagens com preços antigos têm de ser escoados até final de Janeiro, no caso dos armazenistas, e até 1 de Março, no caso das farmácias.

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Preparados para o Futuro? // Preparar o Futuro
Editorial | Conceição Outeirinho
Preparados para o Futuro? // Preparar o Futuro

O início da segunda década deste século, foram anos de testagem. Prova intensa, e avassaladora aos serviços de saúde e aos seus profissionais, determinada pelo contexto pandémico. As fragilidades do sistema de saúde revelaram-se de modo mais acentuado, mas por outro lado, deu a conhecer o nível de capacidade de resposta, nomeadamente dos seus profissionais.